Por: Ryath (Inspirado por Marcelinho)
A Umbanda é uma religião que possibilita conversar com a espiritualidade, e esse é um de seus grandes diferenciais. Além disso, é uma religião aberta, que não condena as outras nem tampouco se coloca como superior, mas sim como igual. Isso demonstra humildade e simplicidade.
Afinal de contas, como diria o Dalai Lama, cada pessoa deve seguir a religião que a torna melhor.
Chico Xavier sempre defendeu a Umbanda como um importante instrumento de caridade.
Na Umbanda não se fala apenas de uma única religião. O guia espiritual, por meio do médium, tem liberdade — quando possui conhecimento — de falar sobre diferentes crenças e ensinamentos. Isso acontece porque cada pessoa atendida em consultoria espiritual ou consulta possui uma visão espiritual e uma crença próprias, podendo se beneficiar de diferentes perspectivas.
Na Umbanda conversamos com os guias ou mentores espirituais, e eles nos aconselham. Além disso, atuam energeticamente em nós e nos ambientes que frequentamos, ajudando também os espíritos desencarnados que possam estar conosco ou nesses locais, beneficiando, assim, a todos.
Nesse trabalho, a Umbanda atua sempre na caridade, no bem e no amor.
Os guias frequentam escolas no plano espiritual que os capacitam a exercer os trabalhos que realizam. Em relação às incorporações, existem práticas semelhantes em tradições como o Taoísmo e o Budismo Esotérico. O processo espiritual pode ser semelhante; o que muda é a linguagem religiosa e também as vestimentas utilizadas pelos médiuns.
As entidades costumam se apresentar com a roupagem da religião na qual estão atuando. Porém, o conhecimento espiritual, segundo essa visão, é transmitido nas mesmas escolas do mundo espiritual.
A Umbanda é uma religião que possibilita conversar com a espiritualidade, e esse é um de seus grandes diferenciais. Além disso, é uma religião aberta, que não condena as outras nem tampouco se coloca como superior, mas sim como igual. Isso demonstra humildade e simplicidade.
Afinal de contas, como diria o Dalai Lama, cada pessoa deve seguir a religião que a torna melhor.
Chico Xavier sempre defendeu a Umbanda como um importante instrumento de caridade.
Na Umbanda não se fala apenas de uma única religião. O guia espiritual, por meio do médium, tem liberdade — quando possui conhecimento — de falar sobre diferentes crenças e ensinamentos. Isso acontece porque cada pessoa atendida em consultoria espiritual ou consulta possui uma visão espiritual e uma crença próprias, podendo se beneficiar de diferentes perspectivas.
Na Umbanda conversamos com os guias ou mentores espirituais, e eles nos aconselham. Além disso, atuam energeticamente em nós e nos ambientes que frequentamos, ajudando também os espíritos desencarnados que possam estar conosco ou nesses locais, beneficiando, assim, a todos.
Nesse trabalho, a Umbanda atua sempre na caridade, no bem e no amor.
Os guias frequentam escolas no plano espiritual que os capacitam a exercer os trabalhos que realizam. Em relação às incorporações, existem práticas semelhantes em tradições como o Taoísmo e o Budismo Esotérico. O processo espiritual pode ser semelhante; o que muda é a linguagem religiosa e também as vestimentas utilizadas pelos médiuns.
As entidades costumam se apresentar com a roupagem da religião na qual estão atuando. Porém, o conhecimento espiritual, segundo essa visão, é transmitido nas mesmas escolas do mundo espiritual.




