Por: Ryath
Diferentemente do Budismo Esotérico e do Hinduísmo, as mandalas não ocupam um papel central no Taoísmo, mas representam o equilíbrio e a harmonia no cosmos.
As mandalas são usadas no Taoísmo como suporte para a meditação, ajudando os praticantes a obterem autoconhecimento por meio de um processo de sintonia com a natureza do coração e do cosmos.
A mandala serve para nos aproximarmos do objetivo do Taoísmo, que é nos integrarmos ao Tao, ou seja, o objetivo místico.
O Tao é o absoluto, o princípio que originou o universo, a força organizadora do cosmos, sendo a fonte e o fluxo de tudo o que existe.
Estar integrado ao Tao é estar em plenitude.
A mandala é uma ferramenta que, por meio do autoconhecimento, nos ajuda justamente a irmos nos integrando ao Tao. Isso culmina em nos vermos como parte de tudo, e tudo como parte de nós, desenvolvendo uma forma de pensar mais coletiva — o que pode ser chamado de misticismo.
O símbolo do Yin e Yang é um exemplo de mandala taoísta, sendo uma das mais famosas, inclusive muito utilizada em báguas do Feng Shui, assim como os trigramas e hexagramas do I-Ching.
A mandala do Yin e Yang representa a dualidade de tudo o que existe, uma dualidade que precisa estar em harmonia.
Essa dualidade se manifesta como masculino e feminino, noite e dia, sol e lua, luz e escuridão etc.
O círculo do Yin e Yang, quando em movimento, representa os ciclos naturais da vida, como a vida e a morte, que levam ao renascimento em outra existência, na qual sempre haverá vivências, pois a existência é eterna. Também simboliza os momentos de sofrimento e de felicidade, comuns na vida das pessoas. Todos esses ciclos precisam ser aceitos com uma atitude de desprendimento do material e de nós mesmos, abraçando uma realidade maior de amor e de integração com o Tao.
A forma arredondada da mandala é utilizada como objeto de meditação e contemplação, tanto do mundo externo quanto do nosso interior.
As mandalas do Yin e Yang expressam a filosofia do Taoísmo de viver em harmonia com os ciclos do universo, algo que exige autoconhecimento, o qual também desenvolve o desprendimento e o amor.
Amar é a própria felicidade, um grande bem-estar, que se manifesta nas boas sensações que experimentamos.
É o Tao que está por trás da harmonia e da integração de tudo no universo.
Diferentemente do Budismo Esotérico e do Hinduísmo, as mandalas não ocupam um papel central no Taoísmo, mas representam o equilíbrio e a harmonia no cosmos.
As mandalas são usadas no Taoísmo como suporte para a meditação, ajudando os praticantes a obterem autoconhecimento por meio de um processo de sintonia com a natureza do coração e do cosmos.
A mandala serve para nos aproximarmos do objetivo do Taoísmo, que é nos integrarmos ao Tao, ou seja, o objetivo místico.
O Tao é o absoluto, o princípio que originou o universo, a força organizadora do cosmos, sendo a fonte e o fluxo de tudo o que existe.
Estar integrado ao Tao é estar em plenitude.
A mandala é uma ferramenta que, por meio do autoconhecimento, nos ajuda justamente a irmos nos integrando ao Tao. Isso culmina em nos vermos como parte de tudo, e tudo como parte de nós, desenvolvendo uma forma de pensar mais coletiva — o que pode ser chamado de misticismo.
O símbolo do Yin e Yang é um exemplo de mandala taoísta, sendo uma das mais famosas, inclusive muito utilizada em báguas do Feng Shui, assim como os trigramas e hexagramas do I-Ching.
A mandala do Yin e Yang representa a dualidade de tudo o que existe, uma dualidade que precisa estar em harmonia.
Essa dualidade se manifesta como masculino e feminino, noite e dia, sol e lua, luz e escuridão etc.
O círculo do Yin e Yang, quando em movimento, representa os ciclos naturais da vida, como a vida e a morte, que levam ao renascimento em outra existência, na qual sempre haverá vivências, pois a existência é eterna. Também simboliza os momentos de sofrimento e de felicidade, comuns na vida das pessoas. Todos esses ciclos precisam ser aceitos com uma atitude de desprendimento do material e de nós mesmos, abraçando uma realidade maior de amor e de integração com o Tao.
A forma arredondada da mandala é utilizada como objeto de meditação e contemplação, tanto do mundo externo quanto do nosso interior.
As mandalas do Yin e Yang expressam a filosofia do Taoísmo de viver em harmonia com os ciclos do universo, algo que exige autoconhecimento, o qual também desenvolve o desprendimento e o amor.
Amar é a própria felicidade, um grande bem-estar, que se manifesta nas boas sensações que experimentamos.
É o Tao que está por trás da harmonia e da integração de tudo no universo.




