Por: Ryath
Nesta vida, certas coisas são realmente muito difíceis, pois dificilmente aprendemos a nos valorizar e a nos amar.
As pessoas não se amam, e essa é uma das maiores dificuldades delas.
As maiores dificuldades do amor geralmente são amar a si mesmo e amar o inimigo. Tanta é a resistência neste mundo quando precisamos nos autoapreciar, mas sem ego, sem nos acharmos melhores do que ninguém, pois isso é orgulho, vaidade ou arrogância — coisas antipáticas.
De um lado, o mundo é contra o orgulho, a vaidade e a arrogância, e isso é bom. Mas também é contra o autoamor e a autovalorização, o que é ruim, pois nem nós nem os outros sabemos separar essas coisas. Para isso, é preciso algo muito simples: autoconhecimento.
Precisamos nos conhecer, reconhecer nosso orgulho, vaidade e arrogância para nos libertarmos deles, e assim aprendermos a nos valorizar sem essas distorções.
Tudo é uma questão de propósito, e todas essas questões estão ligadas ao autoconhecimento.
Aprender a lidar conosco mesmos e com os outros da melhor forma possível é um processo de aperfeiçoamento e melhoria contínua.
Questões como o orgulho, a vaidade e, principalmente, a arrogância, assim como outros pecados, muitas vezes escondem sentimentos de inferioridade e de desvalorização dentro de nós mesmos. Essas questões podem ser corrigidas quando aprendemos a nos amar e a nos valorizar.
Muitas vezes não percebemos que o remédio para o orgulho, a arrogância, a vaidade, a inveja e, em muitos casos, a luxúria — assim como para outros pecados — é justamente a autovalorização e o autoamor.
Isso acontece porque muita gente pensa que orgulho, vaidade e autoestima são a mesma coisa, quando, na verdade, não são.
Como ensina o Mestre:
“Amai o próximo como a ti mesmo.”
É por isso que muitas pessoas dizem que, para amar verdadeiramente o outro, primeiro precisamos aprender a amar a nós mesmos.




