Por: Ryath
Plotino foi um grande místico da Antiguidade. Foi um platonista, mas também contribuiu com sua própria filosofia.
Para Plotino, a união do homem com o Uno — que é o princípio supremo, causador de toda a realidade — é o misticismo, que culmina em uma experiência que traz êxtase, um bem-estar gigantesco.
Para Plotino, o universo emana do Uno em realidades sucessivas.
A alma individual, na filosofia de Plotino, é uma parte da alma do mundo e pode ascender de volta ao Uno.
O fundador da Psicologia Analítica, Jung, dizia que o retorno ao Uno, ou a Deus, é o que nos leva a buscar o autoconhecimento.
E é por meio do autoconhecimento que retornamos ao Uno.
A filosofia, ou seja, o caminho para a união com o Uno, envolve o conhecimento e uma vida virtuosa.
Fazendo um paralelo com o Cristianismo, que busca evitar o pecado, arrepender-se e praticar o bem, vemos algo semelhante. No Budismo, busca-se fazer o bem e evitar o mal no pensamento, na fala, nas ações e no modo de vida — como nos caminhos que conduzem ao Nirvana —, o que também é parecido.
Na Umbanda, quando as entidades aconselham o bem, o equilíbrio, o afastamento do mal e o autoconhecimento, isso também faz parte do caminho de retorno ao Uno.
Já o Budismo aprofunda as experiências de êxtase por meio da meditação.
Segundo as experiências descritas por Plotino, a alma se torna o Uno no momento dessa vivência, que traz um sentimento de êxtase ou plenitude.
Nós nos esforçamos no autoconhecimento para alcançar esse estado: chegar a um momento em que vivemos em êxtase e plenitude. Isso é o que chamamos de iluminação. No Cristianismo, pode ser chamado de santidade; no Budismo, de Nirvana ou budeidade; na Yoga, de Samadhi; no Hinduísmo, de Moksha; na Umbanda ou no Esoterismo, de Ascensão. Cada tradição possui um nome e uma linguagem para esse mesmo processo — e aquelas que falam da união com Deus ou com o Todo são chamadas de místicas.
O termo êxtase significa “sair de si”, ou seja, ir para algo maior do que si mesmo: o Uno.
Aqui no site, ensinamos o autoconhecimento e também oferecemos uma seção de práticas espirituais, com exercícios voltados ao autoconhecimento e ao atingimento da plenitude e do êxtase na vida.
Porém, para Plotino, o Uno é indescritível — algo que também é afirmado por muitas tradições, como o Hinduísmo, o Budismo e o Taoísmo, ao tratarem da experiência mística.
No Taoísmo, o Uno corresponde ao Tao.
A experiência do Uno suspende a dualidade entre sujeito e objeto, e passamos a vivenciar o Uno, o Todo, como uma única realidade.
O caminho filosófico que leva à união com o Uno eleva a alma acima das distrações do mundo material, segundo Plotino.
Toda a filosofia de Plotino visa ao retorno ao Uno.
Plotino foi um grande místico da Antiguidade. Foi um platonista, mas também contribuiu com sua própria filosofia.
Para Plotino, a união do homem com o Uno — que é o princípio supremo, causador de toda a realidade — é o misticismo, que culmina em uma experiência que traz êxtase, um bem-estar gigantesco.
Para Plotino, o universo emana do Uno em realidades sucessivas.
A alma individual, na filosofia de Plotino, é uma parte da alma do mundo e pode ascender de volta ao Uno.
O fundador da Psicologia Analítica, Jung, dizia que o retorno ao Uno, ou a Deus, é o que nos leva a buscar o autoconhecimento.
E é por meio do autoconhecimento que retornamos ao Uno.
A filosofia, ou seja, o caminho para a união com o Uno, envolve o conhecimento e uma vida virtuosa.
Fazendo um paralelo com o Cristianismo, que busca evitar o pecado, arrepender-se e praticar o bem, vemos algo semelhante. No Budismo, busca-se fazer o bem e evitar o mal no pensamento, na fala, nas ações e no modo de vida — como nos caminhos que conduzem ao Nirvana —, o que também é parecido.
Na Umbanda, quando as entidades aconselham o bem, o equilíbrio, o afastamento do mal e o autoconhecimento, isso também faz parte do caminho de retorno ao Uno.
Já o Budismo aprofunda as experiências de êxtase por meio da meditação.
Segundo as experiências descritas por Plotino, a alma se torna o Uno no momento dessa vivência, que traz um sentimento de êxtase ou plenitude.
Nós nos esforçamos no autoconhecimento para alcançar esse estado: chegar a um momento em que vivemos em êxtase e plenitude. Isso é o que chamamos de iluminação. No Cristianismo, pode ser chamado de santidade; no Budismo, de Nirvana ou budeidade; na Yoga, de Samadhi; no Hinduísmo, de Moksha; na Umbanda ou no Esoterismo, de Ascensão. Cada tradição possui um nome e uma linguagem para esse mesmo processo — e aquelas que falam da união com Deus ou com o Todo são chamadas de místicas.
O termo êxtase significa “sair de si”, ou seja, ir para algo maior do que si mesmo: o Uno.
Aqui no site, ensinamos o autoconhecimento e também oferecemos uma seção de práticas espirituais, com exercícios voltados ao autoconhecimento e ao atingimento da plenitude e do êxtase na vida.
Porém, para Plotino, o Uno é indescritível — algo que também é afirmado por muitas tradições, como o Hinduísmo, o Budismo e o Taoísmo, ao tratarem da experiência mística.
No Taoísmo, o Uno corresponde ao Tao.
A experiência do Uno suspende a dualidade entre sujeito e objeto, e passamos a vivenciar o Uno, o Todo, como uma única realidade.
O caminho filosófico que leva à união com o Uno eleva a alma acima das distrações do mundo material, segundo Plotino.
Toda a filosofia de Plotino visa ao retorno ao Uno.




