Por: Ryath
O mundo, através de suas influências, diz o tempo todo o que é bom, bonito e legal. Nós aprendemos muito com o que vivemos, mas, em geral, as pessoas não nos ensinam a nos amar e a nos valorizar.
Muitas pessoas querem ser melhores do que as outras e, para se sentirem superiores, acabam precisando que os outros se sintam piores. Isso é algo do ego, pois o ego sempre busca ser maior e melhor. Assim nascem as rivalidades, os status sociais, escolares, esportivos e até espirituais, quando alguém se coloca acima dos outros por se achar mais evoluído ou mais especial.
Muitos se esforçam muito para serem vistos como melhores em alguma coisa. No fundo, bem lá no fundo mesmo, muitas vezes fazem isso porque se sentem inferiores e buscam a superioridade como uma forma de compensar. Com o autoconhecimento, essas causas internas aparecem, e a autoestima pode ser reconstruída de forma mais saudável.
Nós não vemos essas causas facilmente porque elas incomodam e mexem com a gente. A mente se protege escondendo as verdadeiras motivações. O autoconhecimento nos fortalece para enxergar isso e mudar.
Para muitas pessoas e sistemas, é até interessante que não tenhamos autoestima, quase sempre por motivos egoístas. A TV e a mídia mostram o tempo todo pessoas bonitas, famosas e “perfeitas”, e acabam nos dizendo o que devemos valorizar. Assim, começamos a buscar valores externos, em vez de internos.
Quando não nos valorizamos, passamos a procurar fora aquilo que falta dentro. Então muitos buscam o corpo perfeito, a beleza ideal, a popularidade, posições de destaque, e até serem “os mais evoluídos espiritualmente”. Não estou dizendo que não devemos buscar evolução espiritual, pelo contrário: o autoconhecimento é essencial, e a autoestima faz parte dele.
O problema é que essas coisas externas não preenchem de verdade. O que realmente preenche é quando o valor vem de dentro, quando nos amamos e nos aceitamos como somos, com qualidades e defeitos, sem deixar que o mundo nos influencie tanto.
Não estou dizendo para você deixar de cuidar do corpo ou de se melhorar, mas para não buscar a perfeição e sim a aceitação.
Esse é o verdadeiro valor que devemos buscar. Quando nos amamos, os outros tendem a nos amar também. Mas, mais importante, quando nos amamos, não dependemos da aprovação dos outros para sermos felizes. As coisas boas simplesmente começam a acontecer de forma natural.
Valorize-se do jeito que você é.
Ame-se como você é.
Fiquem com luz.
Seres de luz
O mundo, através de suas influências, diz o tempo todo o que é bom, bonito e legal. Nós aprendemos muito com o que vivemos, mas, em geral, as pessoas não nos ensinam a nos amar e a nos valorizar.
Muitas pessoas querem ser melhores do que as outras e, para se sentirem superiores, acabam precisando que os outros se sintam piores. Isso é algo do ego, pois o ego sempre busca ser maior e melhor. Assim nascem as rivalidades, os status sociais, escolares, esportivos e até espirituais, quando alguém se coloca acima dos outros por se achar mais evoluído ou mais especial.
Muitos se esforçam muito para serem vistos como melhores em alguma coisa. No fundo, bem lá no fundo mesmo, muitas vezes fazem isso porque se sentem inferiores e buscam a superioridade como uma forma de compensar. Com o autoconhecimento, essas causas internas aparecem, e a autoestima pode ser reconstruída de forma mais saudável.
Nós não vemos essas causas facilmente porque elas incomodam e mexem com a gente. A mente se protege escondendo as verdadeiras motivações. O autoconhecimento nos fortalece para enxergar isso e mudar.
Para muitas pessoas e sistemas, é até interessante que não tenhamos autoestima, quase sempre por motivos egoístas. A TV e a mídia mostram o tempo todo pessoas bonitas, famosas e “perfeitas”, e acabam nos dizendo o que devemos valorizar. Assim, começamos a buscar valores externos, em vez de internos.
Quando não nos valorizamos, passamos a procurar fora aquilo que falta dentro. Então muitos buscam o corpo perfeito, a beleza ideal, a popularidade, posições de destaque, e até serem “os mais evoluídos espiritualmente”. Não estou dizendo que não devemos buscar evolução espiritual, pelo contrário: o autoconhecimento é essencial, e a autoestima faz parte dele.
O problema é que essas coisas externas não preenchem de verdade. O que realmente preenche é quando o valor vem de dentro, quando nos amamos e nos aceitamos como somos, com qualidades e defeitos, sem deixar que o mundo nos influencie tanto.
Não estou dizendo para você deixar de cuidar do corpo ou de se melhorar, mas para não buscar a perfeição e sim a aceitação.
Esse é o verdadeiro valor que devemos buscar. Quando nos amamos, os outros tendem a nos amar também. Mas, mais importante, quando nos amamos, não dependemos da aprovação dos outros para sermos felizes. As coisas boas simplesmente começam a acontecer de forma natural.
Valorize-se do jeito que você é.
Ame-se como você é.
Fiquem com luz.
Seres de luz




