Chico Xavier e a Prova da Mediunidade

Por: Ryath
Jung admitia a existência de fatores paranormais nos fenômenos mediúnicos, pois eles trazem respostas e informações que não haveria como o médium saber previamente — algo que o próprio Carl Jung pesquisou.
No entanto, Jung não afirmava explicitamente que esses fenômenos eram produzidos por espíritos. Isso leva muitos céticos — que não negam a existência de informações paranormais transmitidas por médiuns — a pensar que tais fenômenos não envolvem espíritos, mas sim capacidades parapsíquicas da própria mente.
Os médiuns costumam se apresentar como canais de consciências extracorpóreas que transmitem informações, e isso poderia ser considerado o mais óbvio diante das evidências. Porém, muitos rejeitam essa possibilidade e buscam explicações alternativas, como dupla personalidade ou processos psicológicos, mesmo quando, na medicina, existe o princípio de buscar a explicação mais simples, a qual frequentemente se mostra verdadeira.
Médicos e cientistas geralmente começam pelas explicações mais diretas e só as descartam quando não se encaixam. Entretanto, não é isso que ocorre quando o assunto é mediunidade.
Muitos psicólogos e médicos céticos desacreditam em pesquisas que apresentam informações mediúnicas impossíveis de serem conhecidas previamente pelos médiuns.
As pesquisas envolvendo Chico Xavier acabam com o argumento cético sobre a comunicação com os mortos, pois ele possuía um dom mediúnico extraordinário. Suas mensagens psicografadas exibiam variações claras de estilo, vocabulário e personalidade conforme o suposto espírito comunicante — e muitas vezes esses estilos puderam ser verificados por comparação com textos dos falecidos.
Os textos de Chico apresentavam competência linguística e técnica incompatíveis com sua escolaridade simples. Além disso, continham informações que ele não teria como saber, reveladas ao longo de uma obra imensa dedicada ao auxílio ao próximo.
Assim, a comunicação mediúnica realizada por Chico poderia ser entendida, de fato, como contato real com os falecidos que ele psicografava. Não seria apenas telepatia — ainda que esta fosse uma possibilidade paranormal —, mas uma prova consistente de comunicação espiritual.
Uma das maiores evidências desse tipo de comunicação ocorreu no Brasil, por meio do próprio Chico Xavier.
As cartas psicografadas continham informações específicas, muitas vezes completamente desconhecidas por Chico, mas que coincidiam com dados familiares. Trazia detalhes íntimos sobre os falecidos: apelidos, hábitos, situações privadas, datas e histórias pessoais, em grande quantidade, produzidas em inúmeras sessões mediúnicas.
As famílias confirmavam a veracidade dessas informações.
Chico produzia mensagens coerentes, com estilos variados, sem acesso prévio a livros ou documentos das pessoas envolvidas.
E ele não foi o único: outros médiuns também contribuíram com pesquisas importantes, incluindo estudos sobre materialização.
Dessa forma, o fenômeno de comunicação com os mortos é real.

 

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