Por: Ryath
Quando sofremos porque alguém nos magoou, muitas vezes não aceitamos o que aconteceu — e isso pode ser muito difícil. Permanecemos com a dor porque gostaríamos que a realidade fosse diferente.
Não é a realidade que deve se adaptar a nós, mas nós que devemos nos adaptar à realidade.
Quando alguém nos trai, nos faz mal — alguém que considerávamos e de quem não esperávamos isso —, tendemos a resistir, evitando aceitar o que ocorreu ou desejando que fosse diferente. No entanto, o que precisamos é aceitar, de todo o coração, a realidade como ela é: aquela pessoa traiu, agiu mal, foi egoísta, materialista, ou nos feriu.
O ato negativo revela quem a pessoa é, pois as pessoas são reconhecidas por suas atitudes — palavras podem enganar.
Não é o que a pessoa diz que mostra quem ela é, mas o que ela faz.
Pessoas falsas podem mentir e simular.
Enquanto resistimos à verdade, enquanto tentamos nos proteger dela e evitamos encará-la, continuamos presos à dor.
Precisamos permitir que a verdade nos alcance e desfaça a imagem ilusória que criamos — seja por nossas próprias projeções, seja pelas mentiras que nos foram contadas.
Quando percebemos que o outro não é quem idealizamos, a dor começa a diminuir. Mas, para isso, é necessário aceitar a verdade, e não fugir dela.
Cada verdade que enxergamos sobre a pessoa que causou a desilusão é como uma peça de um quebra-cabeça que revela quem ela realmente é — e isso nos ajuda a nos libertar da dor.
Não precisamos que aquela pessoa seja de determinada maneira; apenas precisamos reconhecer que ela não merece nossa consideração nem nosso sofrimento.
Quando compreendermos isso profundamente, nos libertaremos da dor.
Fiquem com luz.
Seres de luz.
Quando sofremos porque alguém nos magoou, muitas vezes não aceitamos o que aconteceu — e isso pode ser muito difícil. Permanecemos com a dor porque gostaríamos que a realidade fosse diferente.
Não é a realidade que deve se adaptar a nós, mas nós que devemos nos adaptar à realidade.
Quando alguém nos trai, nos faz mal — alguém que considerávamos e de quem não esperávamos isso —, tendemos a resistir, evitando aceitar o que ocorreu ou desejando que fosse diferente. No entanto, o que precisamos é aceitar, de todo o coração, a realidade como ela é: aquela pessoa traiu, agiu mal, foi egoísta, materialista, ou nos feriu.
O ato negativo revela quem a pessoa é, pois as pessoas são reconhecidas por suas atitudes — palavras podem enganar.
Não é o que a pessoa diz que mostra quem ela é, mas o que ela faz.
Pessoas falsas podem mentir e simular.
Enquanto resistimos à verdade, enquanto tentamos nos proteger dela e evitamos encará-la, continuamos presos à dor.
Precisamos permitir que a verdade nos alcance e desfaça a imagem ilusória que criamos — seja por nossas próprias projeções, seja pelas mentiras que nos foram contadas.
Quando percebemos que o outro não é quem idealizamos, a dor começa a diminuir. Mas, para isso, é necessário aceitar a verdade, e não fugir dela.
Cada verdade que enxergamos sobre a pessoa que causou a desilusão é como uma peça de um quebra-cabeça que revela quem ela realmente é — e isso nos ajuda a nos libertar da dor.
Não precisamos que aquela pessoa seja de determinada maneira; apenas precisamos reconhecer que ela não merece nossa consideração nem nosso sofrimento.
Quando compreendermos isso profundamente, nos libertaremos da dor.
Fiquem com luz.
Seres de luz.




