Por: Ryath
Ensinamentos passados por meu mestre.
Nós, ou pelo menos nós que acreditamos na reencarnação, não podemos aceitar como verdade absoluta tudo o que o Catolicismo e o Evangelismo apresentam como verdades religiosas. Isso porque existem muitas contradições entre essas crenças, as nossas crenças e também a lógica. Um exemplo é a narrativa de Noé, que teria dado continuidade ao povoamento da Terra após o dilúvio, restando apenas seus três filhos homens. Para que a humanidade continuasse, eles teriam necessariamente mantido relações com a própria mãe, o que gera uma grande contradição lógica.
Diante disso, podemos dizer que houve manipulações nos textos bíblicos.
Outro ponto questionável é a ideia de que Jesus teria sido pobre. José exercia uma profissão de prestígio na época: a marcenaria. Tudo era feito por marceneiros, que desempenhavam um papel semelhante remuneradamente ao dos engenheiros atuais.
No espiritualismo, existe uma visão comum de que, para ser evoluído espiritualmente, é preciso ser pobre. Isso não faz sentido, nem pela visão hindu do caminho asceta, nem pelo caminho de pobreza pregado pela Igreja Católica, que, contraditoriamente, é repleta de ouro e possui um banco extremamente rico, o Banco do Vaticano.
Esses são temas para reflexão, pois parecem muito estranhos e estão em total contraste com aquilo a que estamos acostumados, ditado pela visão religiosa predominante.
Também é questionável o relato de que os três reis magos seguiram uma estrela até encontrarem Jesus nascendo no deserto. É impossível que uma estrela indique um local tão exato, já que sua posição só pode ser observada de forma aproximada.
Existem muitos mistérios e muitas manipulações religiosas.
Outro ponto é a crucificação de Jesus. Ele não poderia ter sido pregado pelas mãos e pelos pés, pois, se assim fosse, suas mãos teriam se rasgado e o corpo teria caído da cruz. O mais provável é que tenha sido pregado nos pulsos e nos tornozelos. A dor intensa causada por esse tipo de crucificação leva o corpo a liberar substâncias semelhantes à morfina, reduzindo a sensação de dor. Isso tornaria possível o diálogo de Jesus na cruz com os dois ladrões, assim como suas palavras sobre Deus tê-lo abandonado e o pedido de perdão para aqueles que o crucificaram — algo que, inclusive, era comum e acontecia com muitos naquela época.
Ensinamentos passados por meu mestre.
Nós, ou pelo menos nós que acreditamos na reencarnação, não podemos aceitar como verdade absoluta tudo o que o Catolicismo e o Evangelismo apresentam como verdades religiosas. Isso porque existem muitas contradições entre essas crenças, as nossas crenças e também a lógica. Um exemplo é a narrativa de Noé, que teria dado continuidade ao povoamento da Terra após o dilúvio, restando apenas seus três filhos homens. Para que a humanidade continuasse, eles teriam necessariamente mantido relações com a própria mãe, o que gera uma grande contradição lógica.
Diante disso, podemos dizer que houve manipulações nos textos bíblicos.
Outro ponto questionável é a ideia de que Jesus teria sido pobre. José exercia uma profissão de prestígio na época: a marcenaria. Tudo era feito por marceneiros, que desempenhavam um papel semelhante remuneradamente ao dos engenheiros atuais.
No espiritualismo, existe uma visão comum de que, para ser evoluído espiritualmente, é preciso ser pobre. Isso não faz sentido, nem pela visão hindu do caminho asceta, nem pelo caminho de pobreza pregado pela Igreja Católica, que, contraditoriamente, é repleta de ouro e possui um banco extremamente rico, o Banco do Vaticano.
Esses são temas para reflexão, pois parecem muito estranhos e estão em total contraste com aquilo a que estamos acostumados, ditado pela visão religiosa predominante.
Também é questionável o relato de que os três reis magos seguiram uma estrela até encontrarem Jesus nascendo no deserto. É impossível que uma estrela indique um local tão exato, já que sua posição só pode ser observada de forma aproximada.
Existem muitos mistérios e muitas manipulações religiosas.
Outro ponto é a crucificação de Jesus. Ele não poderia ter sido pregado pelas mãos e pelos pés, pois, se assim fosse, suas mãos teriam se rasgado e o corpo teria caído da cruz. O mais provável é que tenha sido pregado nos pulsos e nos tornozelos. A dor intensa causada por esse tipo de crucificação leva o corpo a liberar substâncias semelhantes à morfina, reduzindo a sensação de dor. Isso tornaria possível o diálogo de Jesus na cruz com os dois ladrões, assim como suas palavras sobre Deus tê-lo abandonado e o pedido de perdão para aqueles que o crucificaram — algo que, inclusive, era comum e acontecia com muitos naquela época.




