Por: Ryath
Certa vez, vi um texto, há muito tempo, cujo autor afirmava que o conceito budista que mais se assemelha a Deus é a Vacuidade.
A Vacuidade está ligada ao misticismo, e o misticismo, em outras religiões, está muito relacionado a Deus, ou à experiência de uma consciência que também abrange o divino.
Esse texto tem mais de 20 anos e, hoje, poderia ser mal interpretado, considerando como o Budismo vem sendo visto no Brasil, muitas vezes adotando posturas que divergem de outras religiões, com menor integração e, em alguns casos, sendo percebido como mais próximo de uma visão ateísta — embora o Budismo, em si, não seja necessariamente ateísta.
O misticismo envolve a expansão da consciência, ou seja, a capacidade de ir além de si mesma e abranger outros seres, chegando ao ponto de se sentir integrada a todas as formas de vida — à totalidade da existência.
Em outras tradições, como no misticismo cristão — do qual fazem parte figuras como Madre Teresa de Calcutá, São Francisco de Assis e muitos outros santos e filósofos —, a consciência busca se expandir até alcançar Deus.
Outras correntes místicas e esotéricas ensinam que Deus criou a vida a partir de si mesmo, originando uma infinidade de seres que seriam expressões do divino. Assim, a união de todas as vidas corresponderia ao próprio Criador de tudo.
No Budismo, há também conceitos que podem ser comparados à ideia de Deus. Um deles é a noção de uma consciência universal que organiza o funcionamento do universo — algo que, para alguns, pode ser entendido como uma expressão do divino.
Certa vez, vi um texto, há muito tempo, cujo autor afirmava que o conceito budista que mais se assemelha a Deus é a Vacuidade.
A Vacuidade está ligada ao misticismo, e o misticismo, em outras religiões, está muito relacionado a Deus, ou à experiência de uma consciência que também abrange o divino.
Esse texto tem mais de 20 anos e, hoje, poderia ser mal interpretado, considerando como o Budismo vem sendo visto no Brasil, muitas vezes adotando posturas que divergem de outras religiões, com menor integração e, em alguns casos, sendo percebido como mais próximo de uma visão ateísta — embora o Budismo, em si, não seja necessariamente ateísta.
O misticismo envolve a expansão da consciência, ou seja, a capacidade de ir além de si mesma e abranger outros seres, chegando ao ponto de se sentir integrada a todas as formas de vida — à totalidade da existência.
Em outras tradições, como no misticismo cristão — do qual fazem parte figuras como Madre Teresa de Calcutá, São Francisco de Assis e muitos outros santos e filósofos —, a consciência busca se expandir até alcançar Deus.
Outras correntes místicas e esotéricas ensinam que Deus criou a vida a partir de si mesmo, originando uma infinidade de seres que seriam expressões do divino. Assim, a união de todas as vidas corresponderia ao próprio Criador de tudo.
No Budismo, há também conceitos que podem ser comparados à ideia de Deus. Um deles é a noção de uma consciência universal que organiza o funcionamento do universo — algo que, para alguns, pode ser entendido como uma expressão do divino.




