Por: Ryath (Inspirado por Marcelinho)
Para a Umbanda, Deus é como o Tao, que é o princípio formador e fundamental do universo, ao qual os taoístas buscam se ligar; para isso, é preciso se desprender do ego.
O ego é o que nos limita de alcançar Deus.
Muitos se colocam como iluminados, dizendo que alcançaram Deus, mas falam isso para se mostrar aos outros, por orgulho e vaidade, sendo, assim, algo do ego.
A Umbanda e o Taoísmo ensinam sobre esse princípio fundamental, que seria Deus, o Tao ou Olorum.
Deus, ou o Tao, guia as pessoas e as coisas, mas, para escutá-lo, precisamos nos desconectar do ego e ouvir nosso coração, fonte de sentimentos, que são elevados.
Para os taoístas e umbandistas, o conceito de divindades é semelhante: elas são como administradoras da realidade e, por isso, recebem, na Umbanda Sagrada, o nome de Tronos, que remete ao reinado e à administração.
Oxum ou Kuan Yin administram o aspecto do amor; Omulu ou Tung-Yueh Tai-ti administram aspectos da decomposição e da criação; Shou Lao ou Obaluaiê administram a evolução espiritual; Kwan Kun e Liu Pei, ou Ogum, administram as ações e a Lei. Assim como essas, outras deidades administram diferentes partes da criação.
Para a Umbanda, Deus se dividiu em 64 deidades, cada uma contendo uma parte de si. Assim, Oxum ou Kuan Yin representam o amor; Shou Lao ou Obaluaiê, a evolução; e assim sucessivamente.
Após se dividir, Deus se refez e se recriou, pois é onipotente, e essas deidades o ajudam a administrar a realidade.
Essas deidades se multiplicaram e formaram inúmeras outras, misturando suas qualidades.
Assim, existem deidades que atuam no amor e na evolução, ou na fé e na Lei, ou no conhecimento, amor, justiça e evolução, e assim sucessivamente.
Nós fomos criados como a essência de Deus, ou do Tao; assim, temos tudo o que existe dentro de nós: as qualidades de todas as deidades, que, por sua vez, são as qualidades de Deus. Porém, nosso ego nos impede de vivenciar esses aspectos divinos de forma mais pura e intensa.
Quanto menos ego, mais amor, evolução, fé e Lei, por exemplo, manifestamos dentro de nós mesmos.
A ligação do homem com o Tao é o misticismo, do qual a Umbanda também fala, principalmente na incorporação, onde se medianizam espíritos que já atingiram esse estado, como os mentores e as deidades.
Tanto na Umbanda quanto no Taoísmo, fala-se de deidades que regem aspectos positivos e negativos, assim como existe o Yin e o Yang; contudo, tudo existe para que evoluamos.
As deidades consideradas negativas esgotam o negativismo dos seres, por amor ou pela dor, dependendo dos karmas e dos merecimentos de cada um.
Falo em karmas e merecimentos porque o merecimento vai além do karma, que significa ação.
O merecimento inclui o que somos, o que almejamos, nossas vontades, intenções e nossa propensão a irmos para uma realidade de mais luz.
Uma pessoa com bons merecimentos, além de bons karmas, está mais propensa a evoluir no amor, se suas intenções e vontades estiverem voltadas para isso. Isso não significa que, em alguns momentos, ela não terá sofrimentos na vida.
Tudo depende de nossas escolhas, que também dependem de nossa vontade, intenção e de quem somos.
Existem pessoas que simplesmente não escolhem e não querem evoluir; assim, acabam prejudicando a si mesmas.
Para a Umbanda, Deus é como o Tao, que é o princípio formador e fundamental do universo, ao qual os taoístas buscam se ligar; para isso, é preciso se desprender do ego.
O ego é o que nos limita de alcançar Deus.
Muitos se colocam como iluminados, dizendo que alcançaram Deus, mas falam isso para se mostrar aos outros, por orgulho e vaidade, sendo, assim, algo do ego.
A Umbanda e o Taoísmo ensinam sobre esse princípio fundamental, que seria Deus, o Tao ou Olorum.
Deus, ou o Tao, guia as pessoas e as coisas, mas, para escutá-lo, precisamos nos desconectar do ego e ouvir nosso coração, fonte de sentimentos, que são elevados.
Para os taoístas e umbandistas, o conceito de divindades é semelhante: elas são como administradoras da realidade e, por isso, recebem, na Umbanda Sagrada, o nome de Tronos, que remete ao reinado e à administração.
Oxum ou Kuan Yin administram o aspecto do amor; Omulu ou Tung-Yueh Tai-ti administram aspectos da decomposição e da criação; Shou Lao ou Obaluaiê administram a evolução espiritual; Kwan Kun e Liu Pei, ou Ogum, administram as ações e a Lei. Assim como essas, outras deidades administram diferentes partes da criação.
Para a Umbanda, Deus se dividiu em 64 deidades, cada uma contendo uma parte de si. Assim, Oxum ou Kuan Yin representam o amor; Shou Lao ou Obaluaiê, a evolução; e assim sucessivamente.
Após se dividir, Deus se refez e se recriou, pois é onipotente, e essas deidades o ajudam a administrar a realidade.
Essas deidades se multiplicaram e formaram inúmeras outras, misturando suas qualidades.
Assim, existem deidades que atuam no amor e na evolução, ou na fé e na Lei, ou no conhecimento, amor, justiça e evolução, e assim sucessivamente.
Nós fomos criados como a essência de Deus, ou do Tao; assim, temos tudo o que existe dentro de nós: as qualidades de todas as deidades, que, por sua vez, são as qualidades de Deus. Porém, nosso ego nos impede de vivenciar esses aspectos divinos de forma mais pura e intensa.
Quanto menos ego, mais amor, evolução, fé e Lei, por exemplo, manifestamos dentro de nós mesmos.
A ligação do homem com o Tao é o misticismo, do qual a Umbanda também fala, principalmente na incorporação, onde se medianizam espíritos que já atingiram esse estado, como os mentores e as deidades.
Tanto na Umbanda quanto no Taoísmo, fala-se de deidades que regem aspectos positivos e negativos, assim como existe o Yin e o Yang; contudo, tudo existe para que evoluamos.
As deidades consideradas negativas esgotam o negativismo dos seres, por amor ou pela dor, dependendo dos karmas e dos merecimentos de cada um.
Falo em karmas e merecimentos porque o merecimento vai além do karma, que significa ação.
O merecimento inclui o que somos, o que almejamos, nossas vontades, intenções e nossa propensão a irmos para uma realidade de mais luz.
Uma pessoa com bons merecimentos, além de bons karmas, está mais propensa a evoluir no amor, se suas intenções e vontades estiverem voltadas para isso. Isso não significa que, em alguns momentos, ela não terá sofrimentos na vida.
Tudo depende de nossas escolhas, que também dependem de nossa vontade, intenção e de quem somos.
Existem pessoas que simplesmente não escolhem e não querem evoluir; assim, acabam prejudicando a si mesmas.




