Por: Ryath
Certa vez, conta-se, por meio da mediunidade no Espiritismo, que, no Plano Espiritual, fomos visitados por seres de grande evolução vindos de outro mundo, e esses seres ficaram impressionados com a vaidade dos encarnados.
Para eles, é natural compreender o apego ao ego daqueles que vivem no mundo material, mas nós direcionamos esse ego de forma muito intensa para a vaidade, assim como para o orgulho.
No Budismo, fala-se muito da impermanência, ou seja, do fato de que as coisas, especialmente no mundo físico, são passageiras.
Uma das coisas impermanentes é aquilo que sustenta a vaidade: a beleza.
Lidar com a perda da beleza, em um mundo no qual estamos acostumados a valorizá-la tanto, pode ser sofrido e frustrante. Por exemplo, quando um homem fica calvo ou quando homens e mulheres envelhecem e se tornam menos atraentes, aqueles que dão muita importância ao sexo e às conquistas tendem a sofrer mais.
A velhice e a perda da beleza são inevitáveis, pois o tempo passa.
As pessoas, em geral, evitam pensar nisso, mas, à medida que a idade chega, o sofrimento pode surgir.
O que podemos fazer para não sofrer com a perda da beleza é treinar o desapego em relação à aparência, para que não soframos quando a idade ou os acontecimentos da vida a transformarem.
Isso envolve desenvolver o autoconhecimento: tomar consciência da própria vaidade, assumi-la e, assim, aprender a nos desprender dela — além de nos conhecermos em outros aspectos também.
Esse é um treino para a vida toda.
As pessoas, geralmente, não se preocupam em se preparar para não sofrer quando esse tipo de situação acontece, mas se sentem motivadas a buscar mais felicidade — e é justamente isso que ocorre quando nos autoconhecemos.
Se você já está enfrentando a perda da beleza, o caminho para não sofrer é o desapego: começar agora esse treinamento. A meditação pode ajudar nesse processo.
Para se autoconhecer, recomendamos que pratique os exercícios disponíveis no site.
Certa vez, conta-se, por meio da mediunidade no Espiritismo, que, no Plano Espiritual, fomos visitados por seres de grande evolução vindos de outro mundo, e esses seres ficaram impressionados com a vaidade dos encarnados.
Para eles, é natural compreender o apego ao ego daqueles que vivem no mundo material, mas nós direcionamos esse ego de forma muito intensa para a vaidade, assim como para o orgulho.
No Budismo, fala-se muito da impermanência, ou seja, do fato de que as coisas, especialmente no mundo físico, são passageiras.
Uma das coisas impermanentes é aquilo que sustenta a vaidade: a beleza.
Lidar com a perda da beleza, em um mundo no qual estamos acostumados a valorizá-la tanto, pode ser sofrido e frustrante. Por exemplo, quando um homem fica calvo ou quando homens e mulheres envelhecem e se tornam menos atraentes, aqueles que dão muita importância ao sexo e às conquistas tendem a sofrer mais.
A velhice e a perda da beleza são inevitáveis, pois o tempo passa.
As pessoas, em geral, evitam pensar nisso, mas, à medida que a idade chega, o sofrimento pode surgir.
O que podemos fazer para não sofrer com a perda da beleza é treinar o desapego em relação à aparência, para que não soframos quando a idade ou os acontecimentos da vida a transformarem.
Isso envolve desenvolver o autoconhecimento: tomar consciência da própria vaidade, assumi-la e, assim, aprender a nos desprender dela — além de nos conhecermos em outros aspectos também.
Esse é um treino para a vida toda.
As pessoas, geralmente, não se preocupam em se preparar para não sofrer quando esse tipo de situação acontece, mas se sentem motivadas a buscar mais felicidade — e é justamente isso que ocorre quando nos autoconhecemos.
Se você já está enfrentando a perda da beleza, o caminho para não sofrer é o desapego: começar agora esse treinamento. A meditação pode ajudar nesse processo.
Para se autoconhecer, recomendamos que pratique os exercícios disponíveis no site.




