Por: Ryath
Existe em nós o inconsciente, que são as coisas que não sabemos sobre nós mesmos. No centro desse inconsciente existe o que Jung chamou de sombra, que é aquilo que reprimimos e consideramos indesejado em nós mesmos, e isso manifesta o lado sombrio e reprimido da personalidade.
Os sete pecados capitais, para Jung, são aspectos da sombra e dos instintos.
A forma essencial e correta de não pecarmos, para Jung, é justamente reconhecer e aceitar os pecados em nós mesmos. Isso é o autoconhecimento.
Jung chamou esse processo de integração da sombra, em que ela se integra, ou seja, sai do inconsciente, onde não é percebida, e vai para o consciente, onde passa a ser percebida.
A tentativa de suprimir os pecados, Jung ensina, só vai fazê-los se manifestar de forma doentia.
Ou seja, a chave é enxergar e reconhecer os pecados, não negá-los.
A negação é ser dominado por eles sem perceber, ser dominado pelas sombras e pelos instintos.
Quantos não são os religiosos que tentam negar os pecados, quando a forma de vencê-los é justamente enxergá-los e assumi-los?
Para Jung, os pecados eram, na verdade, falta de amor em algum sentido, o que é difícil de aceitarmos, mas que todos temos. A busca por um grande autoconhecimento é justamente a busca que nos leva a ter um amor imenso.
O que as religiões chamam de iluminação, e Jung chamava de integração da personalidade, é esse grande amor, que é maravilhoso e nos leva à plenitude e ao êxtase.
Por isso, vale muito a pena buscar isso em nossa vida, e aqui no site ajudamos as pessoas a atingirem isso com práticas e orientações. Seção de Autoconhecimento aqui, e seção de Práticas Espirituais aqui.
Agora vamos a algumas informações difíceis de aceitar em nós mesmos, mas que são um caminho inicial para aceitarmos a sombra e começarmos a lidar com ela.
Quando alguém não se ama, busca compensar isso com vícios e excessos.
A avareza, para Jung, é o apego aos bens materiais e o medo da falta.
O orgulho é a busca de uma perfeição inatingível, um distúrbio narcisista.
A preguiça corresponde à falta de energia e à depressão.
A inveja é voltar-se negativamente para o outro, por não reconhecer as qualidades alheias.
A gula é a tentativa de devorar tudo em busca de um prazer que nunca vem, e está ligada a problemas de autoaceitação.
A luxúria é usar o outro como objeto, em vez de praticar o amor com responsabilidade.
Existe em nós o inconsciente, que são as coisas que não sabemos sobre nós mesmos. No centro desse inconsciente existe o que Jung chamou de sombra, que é aquilo que reprimimos e consideramos indesejado em nós mesmos, e isso manifesta o lado sombrio e reprimido da personalidade.
Os sete pecados capitais, para Jung, são aspectos da sombra e dos instintos.
A forma essencial e correta de não pecarmos, para Jung, é justamente reconhecer e aceitar os pecados em nós mesmos. Isso é o autoconhecimento.
Jung chamou esse processo de integração da sombra, em que ela se integra, ou seja, sai do inconsciente, onde não é percebida, e vai para o consciente, onde passa a ser percebida.
A tentativa de suprimir os pecados, Jung ensina, só vai fazê-los se manifestar de forma doentia.
Ou seja, a chave é enxergar e reconhecer os pecados, não negá-los.
A negação é ser dominado por eles sem perceber, ser dominado pelas sombras e pelos instintos.
Quantos não são os religiosos que tentam negar os pecados, quando a forma de vencê-los é justamente enxergá-los e assumi-los?
Para Jung, os pecados eram, na verdade, falta de amor em algum sentido, o que é difícil de aceitarmos, mas que todos temos. A busca por um grande autoconhecimento é justamente a busca que nos leva a ter um amor imenso.
O que as religiões chamam de iluminação, e Jung chamava de integração da personalidade, é esse grande amor, que é maravilhoso e nos leva à plenitude e ao êxtase.
Por isso, vale muito a pena buscar isso em nossa vida, e aqui no site ajudamos as pessoas a atingirem isso com práticas e orientações. Seção de Autoconhecimento aqui, e seção de Práticas Espirituais aqui.
Agora vamos a algumas informações difíceis de aceitar em nós mesmos, mas que são um caminho inicial para aceitarmos a sombra e começarmos a lidar com ela.
Quando alguém não se ama, busca compensar isso com vícios e excessos.
A avareza, para Jung, é o apego aos bens materiais e o medo da falta.
O orgulho é a busca de uma perfeição inatingível, um distúrbio narcisista.
A preguiça corresponde à falta de energia e à depressão.
A inveja é voltar-se negativamente para o outro, por não reconhecer as qualidades alheias.
A gula é a tentativa de devorar tudo em busca de um prazer que nunca vem, e está ligada a problemas de autoaceitação.
A luxúria é usar o outro como objeto, em vez de praticar o amor com responsabilidade.




