Por: Ryath
Para muitos cientistas, a Alquimia é de difícil aceitação.
Porém, ao longo da história, muitos avanços em química e metalurgia se devem à Alquimia.
Além das transformações do metal em ouro, a Alquimia trata do processo de autoconhecimento — e é aí que entram os estudos de Carl Gustav Jung e a Psicologia Analítica.
Diferentemente do que alguns autores fazem parecer, Jung não desmerecia a Alquimia nem o Espiritualismo. Ele apenas estudou os aspectos de autoconhecimento, os símbolos, os arquétipos e suas relações com o inconsciente nessas vertentes espiritualistas.
Existem pessoas que tentam fazer a Alquimia parecer uma bobagem diante dos estudos de Jung, dizendo que ela seria apenas uma manifestação do inconsciente — o que não corresponde ao que ele propunha.
Jung não entrou no mérito de validar ou invalidar a Alquimia como um todo, mas se interessou por seus aspectos de autoconhecimento — ou, como ele chamava, o processo de individuação.
Ao estudar o Espiritualismo, Jung não desmerecia nenhuma religião ou crença; ao contrário, interessava-se por seus processos psicológicos e reconhecia que existem práticas religiosas e espirituais que curam e fazem bem.
Jung sempre viu o Espiritualismo como algo válido e muito positivo.
Ele afirmava que muitos de seus pacientes que o procuravam com problemas talvez não os tivessem desenvolvido se participassem de uma vivência religiosa.
Jung trabalhava a mente por meio do autoconhecimento, e a religião também possui esse processo, o que pode ajudar os seres humanos.
Na Psicologia, uma mente saudável pode ser compreendida pelo grau de autoconhecimento que possui.
Jung viu no Espiritualismo uma possibilidade de cura e de uma vida melhor.
Existe uma tendência de pensamento antirreligioso que, muitas vezes, acaba sendo prejudicial.
Claro que Jung valorizava o Espiritualismo e as religiões, desde que não houvesse fanatismo, fé cega ou uma dogmatização sem a experiência religiosa pessoal — em que o próprio indivíduo vivencia a religião, e não apenas acredita no que os outros dizem, escrevem ou divulgam.
Para Jung, a religião tem uma função na psique humana, e isso a torna algo saudável.
A manifestação religiosa vem do inconsciente coletivo, e isso não significa que ela não seja divina nem que seja ilusória, pois muitos ensinamentos religiosos afirmam que Deus está dentro de nós.
Para Jung, a espiritualidade é inerente ao ser humano, e ela busca o sagrado e a transcendência.
Jung via na mandala, no I-Ching e em diversas técnicas religiosas formas de promover a cura do ser humano.
Para muitos cientistas, a Alquimia é de difícil aceitação.
Porém, ao longo da história, muitos avanços em química e metalurgia se devem à Alquimia.
Além das transformações do metal em ouro, a Alquimia trata do processo de autoconhecimento — e é aí que entram os estudos de Carl Gustav Jung e a Psicologia Analítica.
Diferentemente do que alguns autores fazem parecer, Jung não desmerecia a Alquimia nem o Espiritualismo. Ele apenas estudou os aspectos de autoconhecimento, os símbolos, os arquétipos e suas relações com o inconsciente nessas vertentes espiritualistas.
Existem pessoas que tentam fazer a Alquimia parecer uma bobagem diante dos estudos de Jung, dizendo que ela seria apenas uma manifestação do inconsciente — o que não corresponde ao que ele propunha.
Jung não entrou no mérito de validar ou invalidar a Alquimia como um todo, mas se interessou por seus aspectos de autoconhecimento — ou, como ele chamava, o processo de individuação.
Ao estudar o Espiritualismo, Jung não desmerecia nenhuma religião ou crença; ao contrário, interessava-se por seus processos psicológicos e reconhecia que existem práticas religiosas e espirituais que curam e fazem bem.
Jung sempre viu o Espiritualismo como algo válido e muito positivo.
Ele afirmava que muitos de seus pacientes que o procuravam com problemas talvez não os tivessem desenvolvido se participassem de uma vivência religiosa.
Jung trabalhava a mente por meio do autoconhecimento, e a religião também possui esse processo, o que pode ajudar os seres humanos.
Na Psicologia, uma mente saudável pode ser compreendida pelo grau de autoconhecimento que possui.
Jung viu no Espiritualismo uma possibilidade de cura e de uma vida melhor.
Existe uma tendência de pensamento antirreligioso que, muitas vezes, acaba sendo prejudicial.
Claro que Jung valorizava o Espiritualismo e as religiões, desde que não houvesse fanatismo, fé cega ou uma dogmatização sem a experiência religiosa pessoal — em que o próprio indivíduo vivencia a religião, e não apenas acredita no que os outros dizem, escrevem ou divulgam.
Para Jung, a religião tem uma função na psique humana, e isso a torna algo saudável.
A manifestação religiosa vem do inconsciente coletivo, e isso não significa que ela não seja divina nem que seja ilusória, pois muitos ensinamentos religiosos afirmam que Deus está dentro de nós.
Para Jung, a espiritualidade é inerente ao ser humano, e ela busca o sagrado e a transcendência.
Jung via na mandala, no I-Ching e em diversas técnicas religiosas formas de promover a cura do ser humano.




