Por: Ryath
Para Jung, a sabedoria oriental, chamada de Dharma no Oriente — conceito que difere do entendimento ocidental — é um complemento à psicologia.
Para o Ocidente, o Dharma está mais relacionado às boas ações que retornam para nós; já no Oriente, refere-se à sabedoria e ao caminho correto de vida.
Jung se interessou muito pelo hinduísmo e pelo taoísmo, e, em menor grau, pelo budismo. Ele também abordava a busca do ser humano pelo sagrado, considerando-a algo presente na mente humana.
Jung buscou o sagrado, assim como muitas outras pessoas. Ele afirmava que existe uma busca inerente do ser humano pelo sagrado.
Pode-se dizer que muitos materialistas não realizam essa busca, enquanto pessoas mais conectadas ao seu interior tendem a buscá-la.
Para isso, é necessário haver uma conexão com o mundo interior, assim como com o autoconhecimento, pois o sagrado também exige interioridade.
No hinduísmo, na yoga, no taoísmo e, principalmente, no budismo, existem muitos insights sobre o processo de autoconhecimento, que Jung chamava de individuação.
Para Jung, as práticas e conceitos do hinduísmo são expressões do inconsciente coletivo, que é uma parte do inconsciente — aquilo de que não temos consciência — e que está presente em toda a humanidade.
O ser humano possui um inconsciente pessoal, que é individual, mas também um inconsciente coletivo, comum a todos.
O Nirvana, no budismo, e o Moksha, no hinduísmo — alcançados por meio de profundo autoconhecimento ou individuação — foram comparados por Jung ao processo de integração da psique, que, em sua teoria, consiste na integração do consciente com o inconsciente, na busca da totalidade da personalidade ou do Self.
Porém, no contexto hindu, é importante ter cuidado com líderes religiosos que pregam o desprendimento, mas se apropriam dos bens dos praticantes, oferecendo um suposto caminho para o Moksha, ou que transformam monges e seguidores em instrumentos para seu enriquecimento pessoal.
O material hindu, como o budismo, os Yoga Sutras, os Vedas e o Bhagavad Gita, foi estudado por Jung.
Jung era um estudioso assíduo do hinduísmo e do taoísmo, e se impressionou com muitos de seus ensinamentos, inclusive por perceber neles confirmações de suas próprias observações sobre o autoconhecimento e a consciência humana.
Jung também via uma relação entre o inconsciente coletivo — entendido como um reservatório de experiências e símbolos que moldam a mente — e Brahman, o princípio unificador de toda a existência.
Ele também compreendia os arquétipos, conceito desenvolvido por ele, como estruturas fundamentais da mente — padrões universais presentes em todos os indivíduos — que podem se manifestar simbolicamente como figuras divinas, como as encontradas no hinduísmo.
Jung estudou profundamente as mandalas, e seus escritos sobre símbolos e mandalas hindus demonstram sua dedicação ao estudo do espiritualismo oriental.
Para Jung, a sabedoria oriental, chamada de Dharma no Oriente — conceito que difere do entendimento ocidental — é um complemento à psicologia.
Para o Ocidente, o Dharma está mais relacionado às boas ações que retornam para nós; já no Oriente, refere-se à sabedoria e ao caminho correto de vida.
Jung se interessou muito pelo hinduísmo e pelo taoísmo, e, em menor grau, pelo budismo. Ele também abordava a busca do ser humano pelo sagrado, considerando-a algo presente na mente humana.
Jung buscou o sagrado, assim como muitas outras pessoas. Ele afirmava que existe uma busca inerente do ser humano pelo sagrado.
Pode-se dizer que muitos materialistas não realizam essa busca, enquanto pessoas mais conectadas ao seu interior tendem a buscá-la.
Para isso, é necessário haver uma conexão com o mundo interior, assim como com o autoconhecimento, pois o sagrado também exige interioridade.
No hinduísmo, na yoga, no taoísmo e, principalmente, no budismo, existem muitos insights sobre o processo de autoconhecimento, que Jung chamava de individuação.
Para Jung, as práticas e conceitos do hinduísmo são expressões do inconsciente coletivo, que é uma parte do inconsciente — aquilo de que não temos consciência — e que está presente em toda a humanidade.
O ser humano possui um inconsciente pessoal, que é individual, mas também um inconsciente coletivo, comum a todos.
O Nirvana, no budismo, e o Moksha, no hinduísmo — alcançados por meio de profundo autoconhecimento ou individuação — foram comparados por Jung ao processo de integração da psique, que, em sua teoria, consiste na integração do consciente com o inconsciente, na busca da totalidade da personalidade ou do Self.
Porém, no contexto hindu, é importante ter cuidado com líderes religiosos que pregam o desprendimento, mas se apropriam dos bens dos praticantes, oferecendo um suposto caminho para o Moksha, ou que transformam monges e seguidores em instrumentos para seu enriquecimento pessoal.
O material hindu, como o budismo, os Yoga Sutras, os Vedas e o Bhagavad Gita, foi estudado por Jung.
Jung era um estudioso assíduo do hinduísmo e do taoísmo, e se impressionou com muitos de seus ensinamentos, inclusive por perceber neles confirmações de suas próprias observações sobre o autoconhecimento e a consciência humana.
Jung também via uma relação entre o inconsciente coletivo — entendido como um reservatório de experiências e símbolos que moldam a mente — e Brahman, o princípio unificador de toda a existência.
Ele também compreendia os arquétipos, conceito desenvolvido por ele, como estruturas fundamentais da mente — padrões universais presentes em todos os indivíduos — que podem se manifestar simbolicamente como figuras divinas, como as encontradas no hinduísmo.
Jung estudou profundamente as mandalas, e seus escritos sobre símbolos e mandalas hindus demonstram sua dedicação ao estudo do espiritualismo oriental.




