Por: Ryath
Na mediunidade do Vajrayana — Budismo Tibetano ou Esotérico —, médiuns podem se comunicar com mortos e forças espirituais, trazendo orientações e realizando práticas oraculares, como previsões e aconselhamentos. Por isso, essa mediunidade é considerada oracular.
Os tipos de seres espirituais que podem incorporar em médiuns no Budismo Tibetano são espíritos, guardiões e deidades.
Na Umbanda, também ocorre a incorporação de guardiões, espíritos e deidades.
Esses seres, no Budismo, muitas vezes recebem os nomes de Budas e Bodhisattvas, que auxiliam as pessoas em seus caminhos de autoconhecimento e iluminação.
Na Umbanda, os espíritos ajudam nos problemas das pessoas, mas também visam ao desenvolvimento do autoconhecimento. A diferença é que, geralmente, na Umbanda, a mediunidade não é oracular, enquanto no Budismo Esotérico ela costuma ser.
Em práticas de cura espiritual, os médiuns podem transferir energias para amuletos, água, roupas, imagens e outros objetos, promovendo proteção e cura.
Isso lembra o livro e o filme Nosso Lar, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, no qual o espírito relata a energização da água como forma de auxílio na cura.
Essas práticas de transferência de energia não são exclusivas do Budismo Tibetano, estando presentes também na Umbanda.
Um fenômeno que pode ocorrer no Vajrayana é o de médiuns incorporados caminharem sobre o fogo.
Porém, diferentemente da Umbanda, a mediunidade no Budismo Tibetano não é o foco principal, sendo vista como uma ferramenta complementar no caminho espiritual em direção à iluminação.
Em muitas incorporações no Budismo Tibetano, os médiuns podem apresentar manifestações semelhantes às de Erês (crianças) ou Caboclos (espíritos ligados à natureza e ao conhecimento), como ocorre na Umbanda. Isso pode indicar semelhanças nas formas de manifestação mediúnica entre diferentes tradições.
Aqui no site, também buscamos auxiliar as pessoas em seus processos de autoconhecimento e iluminação, por meio de textos e práticas.
Na mediunidade do Vajrayana — Budismo Tibetano ou Esotérico —, médiuns podem se comunicar com mortos e forças espirituais, trazendo orientações e realizando práticas oraculares, como previsões e aconselhamentos. Por isso, essa mediunidade é considerada oracular.
Os tipos de seres espirituais que podem incorporar em médiuns no Budismo Tibetano são espíritos, guardiões e deidades.
Na Umbanda, também ocorre a incorporação de guardiões, espíritos e deidades.
Esses seres, no Budismo, muitas vezes recebem os nomes de Budas e Bodhisattvas, que auxiliam as pessoas em seus caminhos de autoconhecimento e iluminação.
Na Umbanda, os espíritos ajudam nos problemas das pessoas, mas também visam ao desenvolvimento do autoconhecimento. A diferença é que, geralmente, na Umbanda, a mediunidade não é oracular, enquanto no Budismo Esotérico ela costuma ser.
Em práticas de cura espiritual, os médiuns podem transferir energias para amuletos, água, roupas, imagens e outros objetos, promovendo proteção e cura.
Isso lembra o livro e o filme Nosso Lar, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, no qual o espírito relata a energização da água como forma de auxílio na cura.
Essas práticas de transferência de energia não são exclusivas do Budismo Tibetano, estando presentes também na Umbanda.
Um fenômeno que pode ocorrer no Vajrayana é o de médiuns incorporados caminharem sobre o fogo.
Porém, diferentemente da Umbanda, a mediunidade no Budismo Tibetano não é o foco principal, sendo vista como uma ferramenta complementar no caminho espiritual em direção à iluminação.
Em muitas incorporações no Budismo Tibetano, os médiuns podem apresentar manifestações semelhantes às de Erês (crianças) ou Caboclos (espíritos ligados à natureza e ao conhecimento), como ocorre na Umbanda. Isso pode indicar semelhanças nas formas de manifestação mediúnica entre diferentes tradições.
Aqui no site, também buscamos auxiliar as pessoas em seus processos de autoconhecimento e iluminação, por meio de textos e práticas.




