Nossa Alma Quer Evoluir, o Ego Não

Por: Ryath
O orgulho é um fator do ego.
O orgulho não é apenas achar-se melhor do que os outros, mas também achar-se pior. Inclusive, o Budismo ensina isso.
Nossa alma deseja evoluir, mas o ego, de diferentes formas, bloqueia essa evolução.
Os chamados pecados são expressões do ego.
Uma pessoa que, mesmo conhecendo as vantagens da evolução, não a deseja, provavelmente está muito influenciada pelo ego, a ponto de se tornar egoísta.
Egoísta é aquele que segue o ego, assim como o budista segue o Budismo, o hinduísta segue o Hinduísmo, o umbandista segue a Umbanda, e assim por diante.
O ego, além de atuar junto aos pecados e à baixa autoestima, não é adepto da evolução espiritual.
O orgulho que faz a pessoa se achar “menos” manifesta-se quando ela evita se valorizar, acreditando que não merece reconhecimento. Isso é o ego disfarçado de falsa humildade.
Esse mesmo orgulho impede a evolução espiritual quando a pessoa, ao buscar crescer espiritualmente, acredita que não deve ser “grande”, que não merece se expandir. Mais uma vez, é a falsa humildade atuando.
Como ensinou um grande iluminado:
“A mente mente continuamente, mas só o coração sabe o que é verdade.”
A pessoa excessivamente mental está afastada do coração, que é a fonte da verdadeira evolução. É no coração que Deus habita.
Deus deseja nossa evolução; fomos criados para isso: crescer infinitamente no amor. Crescer cada vez mais, sentindo emoções melhores e mais elevadas, até encontrar o paraíso interior.
O Reino de Deus é o amor.
Amar é doar-se. Quem se doa desenvolve sentimentos elevados, sente-se bem consigo mesmo e encontra a felicidade.
Existe uma relação profunda entre felicidade e evolução, embora essa relação possa ser prejudicada pelas experiências difíceis da vida, como traumas e sofrimentos.
Quanto mais vivemos no coração, mais saudáveis e felizes nos tornamos.
Quanto mais vivemos apenas na mente, mais presos ao ego ficamos.
O autoconhecimento enfraquece o ego. Para isso, é necessário nos conhecermos em muitos aspectos, inclusive reconhecendo nosso ego, orgulho, vaidade, preguiça, avareza, soberba, cobiça, inveja, entre outros.
À medida que vamos enxergando o ego, ele perde força e, aos poucos, nos desprendemos dele.

 

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