Por: Ryath
O Budismo nos ensina que vivemos em ilusão, e isso vai ao encontro da Psicologia, uma ciência moderna em comparação com o tempo de existência da religião de Buda.
A Psicologia nos ensina que não enxergamos, necessariamente, as coisas como elas são.
Nosso ego distorce a realidade, não a aceita plenamente, e isso faz parte do que somos e de como funcionamos.
O orgulho, a vaidade, a cobiça, a soberba, a inveja etc. não aceitam a realidade como ela é; por isso, o ego cria pensamentos, ideias, falsas percepções, impressões e emoções ilusórias.
Mas a ilusão não elimina a realidade, pois, como o Budismo ensina, tudo o que vivenciamos fica registrado no Alaya Vijnana — ou no que os místicos chamam de Arquivos Akáshicos — e a Psicologia também fala desses “locais” onde as memórias ficam guardadas: o inconsciente e o consciente.
No inconsciente ficam armazenadas coisas que não estão acessíveis ao consciente e, entre elas, as verdades que o ego distorce ou nega.
O Budismo fala de um despertar das ilusões, que é o Nirvana, alcançado por meio do autoconhecimento: praticando o bem, evitando o mal em pensamentos, palavras, ações e modo de vida, além de aceitar ensinamentos como a existência das ilusões e da realidade que muitas vezes resistimos em ver. Também envolve práticas como a atenção plena, a meditação e a dedicação em tudo o que fazemos.
O autoconhecimento é aprender aquilo que ainda não sabemos sobre nós mesmos. É aí que entra o inconsciente, onde estão memórias, percepções e emoções reais que permanecem ocultas, pois, em algum momento, o ego não quis lidar com elas — o que funciona como um mecanismo de defesa da mente.
Trazer o conhecimento do inconsciente à consciência é perceber a realidade como ela é; isso é autoconhecimento: o conhecimento verdadeiro sobre nós mesmos.
Tudo isso que existe em nossa mente faz parte de seu funcionamento, e, sem esse sistema, não poderíamos crescer espiritualmente. Assim, o ego também tem um propósito: ser superado, para que possamos evoluir.
Mas por que trilhar esse caminho de autoconhecimento?
Porque a vida se torna muito melhor com ele. Ele nos torna mais felizes e nos ajuda a compreender a vida como ela é.
O autoconhecimento aumenta o amor, e o amor são os bons sentimentos que tornam a vida realmente boa e agradável.
O amor é a melhor coisa da vida.
No Nirvana, nos tornamos plenos, mas o crescimento pode continuar, podendo levar a estados ainda mais elevados de consciência.
Uma vida bem vivida é uma vida de amor.
Busque sempre o amor em sua vida: nas amizades, nos relacionamentos, na família, nos colegas e até nas inimizades.
Essa é a receita para ser feliz.
Perdoe, para dar espaço ao amor.
Não faça tudo o que os outros querem, mas ame, ame e ame.
Busque aumentar o seu amor por meio do autoconhecimento, para encontrar o paraíso na própria vida.
Não pense que o autoconhecimento é apenas algo ruim ou sofrido. No início, ele pode ser incômodo, mas, se soubermos valorizá-lo, torna-se profundamente satisfatório.
O amor nos completa.
O amor completa a vida e é a melhor coisa do mundo.
O Budismo nos ensina que vivemos em ilusão, e isso vai ao encontro da Psicologia, uma ciência moderna em comparação com o tempo de existência da religião de Buda.
A Psicologia nos ensina que não enxergamos, necessariamente, as coisas como elas são.
Nosso ego distorce a realidade, não a aceita plenamente, e isso faz parte do que somos e de como funcionamos.
O orgulho, a vaidade, a cobiça, a soberba, a inveja etc. não aceitam a realidade como ela é; por isso, o ego cria pensamentos, ideias, falsas percepções, impressões e emoções ilusórias.
Mas a ilusão não elimina a realidade, pois, como o Budismo ensina, tudo o que vivenciamos fica registrado no Alaya Vijnana — ou no que os místicos chamam de Arquivos Akáshicos — e a Psicologia também fala desses “locais” onde as memórias ficam guardadas: o inconsciente e o consciente.
No inconsciente ficam armazenadas coisas que não estão acessíveis ao consciente e, entre elas, as verdades que o ego distorce ou nega.
O Budismo fala de um despertar das ilusões, que é o Nirvana, alcançado por meio do autoconhecimento: praticando o bem, evitando o mal em pensamentos, palavras, ações e modo de vida, além de aceitar ensinamentos como a existência das ilusões e da realidade que muitas vezes resistimos em ver. Também envolve práticas como a atenção plena, a meditação e a dedicação em tudo o que fazemos.
O autoconhecimento é aprender aquilo que ainda não sabemos sobre nós mesmos. É aí que entra o inconsciente, onde estão memórias, percepções e emoções reais que permanecem ocultas, pois, em algum momento, o ego não quis lidar com elas — o que funciona como um mecanismo de defesa da mente.
Trazer o conhecimento do inconsciente à consciência é perceber a realidade como ela é; isso é autoconhecimento: o conhecimento verdadeiro sobre nós mesmos.
Tudo isso que existe em nossa mente faz parte de seu funcionamento, e, sem esse sistema, não poderíamos crescer espiritualmente. Assim, o ego também tem um propósito: ser superado, para que possamos evoluir.
Mas por que trilhar esse caminho de autoconhecimento?
Porque a vida se torna muito melhor com ele. Ele nos torna mais felizes e nos ajuda a compreender a vida como ela é.
O autoconhecimento aumenta o amor, e o amor são os bons sentimentos que tornam a vida realmente boa e agradável.
O amor é a melhor coisa da vida.
No Nirvana, nos tornamos plenos, mas o crescimento pode continuar, podendo levar a estados ainda mais elevados de consciência.
Uma vida bem vivida é uma vida de amor.
Busque sempre o amor em sua vida: nas amizades, nos relacionamentos, na família, nos colegas e até nas inimizades.
Essa é a receita para ser feliz.
Perdoe, para dar espaço ao amor.
Não faça tudo o que os outros querem, mas ame, ame e ame.
Busque aumentar o seu amor por meio do autoconhecimento, para encontrar o paraíso na própria vida.
Não pense que o autoconhecimento é apenas algo ruim ou sofrido. No início, ele pode ser incômodo, mas, se soubermos valorizá-lo, torna-se profundamente satisfatório.
O amor nos completa.
O amor completa a vida e é a melhor coisa do mundo.




