Por: Ryath
Existe o budismo esotérico, também chamado de Vajrayana, que é a linha tibetana, assim como existe a linha mística, representada pelo Zen.
O misticismo no budismo está relacionado à vacuidade, que pode ser entendida como a expansão da consciência — ou seja, sair de uma consciência individual e alcançar uma consciência coletiva, tanto no aspecto mental quanto no emocional.
No aspecto emocional, trata-se do amor além de si mesmo, expresso por meio da generosidade, da empatia e da compaixão, que é a capacidade de sentir o que o outro sente e de se colocar em seu lugar, deixando de lado a própria visão e interesses.
No aspecto mental, é a capacidade da mente de ir além de si mesma, alcançando outras pessoas, passando a raciocinar de forma coletiva, e não apenas individual.
Isso também pode entrar no campo da paranormalidade, onde a consciência se expande para outras consciências, trazendo informações sobre elas.
Isso é o misticismo. Já o budismo esotérico engloba técnicas consideradas mágicas, como mantras, mandalas, meditações, visualizações, sons sagrados, entre outras — o que caracteriza o esoterismo.
A vacuidade budista está presente no próprio nome do budismo esotérico, Vajrayana. O “Vajra” de Vajrayana está relacionado à vacuidade.
Assim, por meio de técnicas esotéricas, busca-se atingir a mente coletiva, que corresponde ao aspecto místico.
A consciência coletiva é alcançada com a iluminação, o Nirvana.
O Nirvana consiste em atingir a expansão da consciência, que é, essencialmente, ir além de si mesmo — uma forma de integração com o todo.
Essas experiências de consciência e emoção coletivas podem ser vivenciadas em práticas espirituais ou plenamente alcançadas com o Nirvana. Isso é extremamente compensador, pois, com a expansão dos sentimentos, eles se tornam muito intensos, levando à plenitude e até ao êxtase — uma felicidade imensa.
Se a meditação pode ser considerada uma prática esotérica, então o Zen — que significa meditação — também possui um aspecto esotérico.
Assim, o nome do budismo esotérico contém um elemento místico, e o nome do budismo místico contém um elemento esotérico — e ambos envolvem, ao mesmo tempo, misticismo e esoterismo.
Existe o budismo esotérico, também chamado de Vajrayana, que é a linha tibetana, assim como existe a linha mística, representada pelo Zen.
O misticismo no budismo está relacionado à vacuidade, que pode ser entendida como a expansão da consciência — ou seja, sair de uma consciência individual e alcançar uma consciência coletiva, tanto no aspecto mental quanto no emocional.
No aspecto emocional, trata-se do amor além de si mesmo, expresso por meio da generosidade, da empatia e da compaixão, que é a capacidade de sentir o que o outro sente e de se colocar em seu lugar, deixando de lado a própria visão e interesses.
No aspecto mental, é a capacidade da mente de ir além de si mesma, alcançando outras pessoas, passando a raciocinar de forma coletiva, e não apenas individual.
Isso também pode entrar no campo da paranormalidade, onde a consciência se expande para outras consciências, trazendo informações sobre elas.
Isso é o misticismo. Já o budismo esotérico engloba técnicas consideradas mágicas, como mantras, mandalas, meditações, visualizações, sons sagrados, entre outras — o que caracteriza o esoterismo.
A vacuidade budista está presente no próprio nome do budismo esotérico, Vajrayana. O “Vajra” de Vajrayana está relacionado à vacuidade.
Assim, por meio de técnicas esotéricas, busca-se atingir a mente coletiva, que corresponde ao aspecto místico.
A consciência coletiva é alcançada com a iluminação, o Nirvana.
O Nirvana consiste em atingir a expansão da consciência, que é, essencialmente, ir além de si mesmo — uma forma de integração com o todo.
Essas experiências de consciência e emoção coletivas podem ser vivenciadas em práticas espirituais ou plenamente alcançadas com o Nirvana. Isso é extremamente compensador, pois, com a expansão dos sentimentos, eles se tornam muito intensos, levando à plenitude e até ao êxtase — uma felicidade imensa.
Se a meditação pode ser considerada uma prática esotérica, então o Zen — que significa meditação — também possui um aspecto esotérico.
Assim, o nome do budismo esotérico contém um elemento místico, e o nome do budismo místico contém um elemento esotérico — e ambos envolvem, ao mesmo tempo, misticismo e esoterismo.




