Por: Ryath
O Budismo fala muito em desprendimento, vazio e perda das insatisfações e dos desejos. Assim, geralmente pensamos no que perdemos, e não no que ganhamos, pois tudo o que é retirado é substituído por algo melhor em nosso processo de transformação.
O desprendimento se transforma em liberdade, felicidade e, em níveis mais elevados, até plenitude. Além disso, ele nos protege do sofrimento em momentos de perda na vida.
Desprendimento não significa que você não deve amar ou desfrutar das coisas, mas sim que você consegue viver sem depender delas.
O amor é espiritualidade e é o que dá frutos como a compaixão, a felicidade e, em níveis mais elevados, a plenitude e, mais além, o êxtase.
O vazio é o desprendimento de si mesmo, e o que ganhamos com isso é a plenitude de sentimentos e a expansão da consciência.
Ainda falamos em desprendimento, mas, no caso do vazio, trata-se de algo muito elevado, próprio de um iluminado.
Quando nos desprendemos da mente, nossa consciência vai além de nós mesmos, abrangendo outros seres e se sentindo integrada a tudo.
Um Buda continua pensando, e o pensamento é algo individual, mas sua consciência se expande, abrangendo uma percepção maior, incluindo outros seres, o que pode levar a experiências mais sutis da consciência.
O Budismo também fala na perda das insatisfações, o que significa não se perturbar mais com os altos e baixos da vida, vivendo o agora, o momento presente, e desfrutando dele.
Desfrutar o momento presente é algo muito prazeroso e significativo — por isso ele recebe esse nome: presente.
O Budismo fala no fim dos desejos, mas não de todos os desejos e sonhos, e sim de muitos deles, que são substituídos por desejos mais elevados, como o amor e o bem-estar dos outros — o desejo de que os outros sejam felizes, não sofram e sejam cuidados.
Esses sentimentos de amor são agradáveis e nos conduzem à plenitude.
Quando focamos apenas no que perdemos, surge a sensação de vazio, um medo de ficar sem nada. Mas, na verdade, tudo é substituído por algo muito melhor: níveis mais elevados de amor, que tornam a vida mais leve e significativa.
No fim das contas, o Budismo nos ajuda a conquistar coisas maravilhosas. Ele possui uma “psicologia” profunda, que trata de estados elevados da consciência. Talvez o que falte seja apenas comunicar melhor esses ganhos (risos), para que mais pessoas compreendam o que podem alcançar e se sintam mais motivadas ao autoconhecimento e ao Nirvana.
O Budismo fala muito em desprendimento, vazio e perda das insatisfações e dos desejos. Assim, geralmente pensamos no que perdemos, e não no que ganhamos, pois tudo o que é retirado é substituído por algo melhor em nosso processo de transformação.
O desprendimento se transforma em liberdade, felicidade e, em níveis mais elevados, até plenitude. Além disso, ele nos protege do sofrimento em momentos de perda na vida.
Desprendimento não significa que você não deve amar ou desfrutar das coisas, mas sim que você consegue viver sem depender delas.
O amor é espiritualidade e é o que dá frutos como a compaixão, a felicidade e, em níveis mais elevados, a plenitude e, mais além, o êxtase.
O vazio é o desprendimento de si mesmo, e o que ganhamos com isso é a plenitude de sentimentos e a expansão da consciência.
Ainda falamos em desprendimento, mas, no caso do vazio, trata-se de algo muito elevado, próprio de um iluminado.
Quando nos desprendemos da mente, nossa consciência vai além de nós mesmos, abrangendo outros seres e se sentindo integrada a tudo.
Um Buda continua pensando, e o pensamento é algo individual, mas sua consciência se expande, abrangendo uma percepção maior, incluindo outros seres, o que pode levar a experiências mais sutis da consciência.
O Budismo também fala na perda das insatisfações, o que significa não se perturbar mais com os altos e baixos da vida, vivendo o agora, o momento presente, e desfrutando dele.
Desfrutar o momento presente é algo muito prazeroso e significativo — por isso ele recebe esse nome: presente.
O Budismo fala no fim dos desejos, mas não de todos os desejos e sonhos, e sim de muitos deles, que são substituídos por desejos mais elevados, como o amor e o bem-estar dos outros — o desejo de que os outros sejam felizes, não sofram e sejam cuidados.
Esses sentimentos de amor são agradáveis e nos conduzem à plenitude.
Quando focamos apenas no que perdemos, surge a sensação de vazio, um medo de ficar sem nada. Mas, na verdade, tudo é substituído por algo muito melhor: níveis mais elevados de amor, que tornam a vida mais leve e significativa.
No fim das contas, o Budismo nos ajuda a conquistar coisas maravilhosas. Ele possui uma “psicologia” profunda, que trata de estados elevados da consciência. Talvez o que falte seja apenas comunicar melhor esses ganhos (risos), para que mais pessoas compreendam o que podem alcançar e se sintam mais motivadas ao autoconhecimento e ao Nirvana.




