Ogum é um Orixá do Bem

Por: Ryath

(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)

Os guerreiros necessitam de recolhimento, reflexão, silêncio e meditação.

Assim, no Japão, os samurais — que eram como os policiais de nossa época — defendiam a Lei e a Ordem. Eles possuíam um código de ética inspirado no budismo e precisavam aprender técnicas de batalha, como artes marciais e o uso de armas, para defender a sociedade.

Os samurais estavam ligados a códigos de ética, que são orientações morais utilizadas em suas profissões.

Nós necessitamos ser protegidos. Caso isso não ocorresse, estaríamos correndo perigo constante na vida: poderíamos perder a vida, ser violentados, desmembrados ou torturados sem motivo, ou ser dominados por quem pudesse nos causar grande mal.

Ao nos proteger, também protegemos o malfeitor, pois ele poderia causar males terríveis e, assim, sofrer grandemente com a lei do karma.

Nas guerras, precisamos de proteção para não sermos invadidos e abusados por povos invasores. Assim, o Orixá Ogum emana as energias de proteção, coragem, retorno da lei — determinada pela Justiça Divina — e da ação e reação em todos os sentidos, não apenas os kármicos.

Ogum vive em Deus e emana as energias do Criador nos aspectos citados acima. É ele quem nos protege e sustenta a emoção e a mente ligadas às ações, à lei e à proteção. Assim, é o regente de profissões protetoras, de ação e relacionadas à lei, embora não à justiça, pois esta pertence a outro setor, ainda que determine as ações desse Orixá masculino que estamos abordando neste texto.

Ogum também possui uma energia ligada ao autoconhecimento, que encaminha os seres para caminhos de evolução espiritual.

As ações de Ogum visam nos levar ao autoconhecimento e à transformação interior. Todos os Orixás das Sete Linhas da Umbanda possuem atuações voltadas à evolução dos seres.

Os guerreiros também precisam se iluminar.

 

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