Por: Ryath
O misticismo de Santo Agostinho, filósofo, é marcado pela busca da união da alma com Deus, algo que se manteve presente no Cristianismo místico.
Santo Agostinho misturava a fé com a razão, usando a filosofia para isso.
A razão ajuda na contemplação do absoluto.
Santo Agostinho também encontrou, por meio da filosofia de Sócrates e Platão, formas de expressar a sua fé. Assim, a filosofia platônica encontra dois grandes filósofos místicos que a professam: o santo que abordamos neste texto e Plotino.
Santo Agostinho buscava aprofundar a experiência espiritual, na qual a alma, auxiliada pela graça divina, transcende o mundo e se torna santa.
A busca correta pelo misticismo, que é a união com o Divino, para Santo Agostinho, ocorre no próprio interior do ser humano, onde a pessoa pode se aproximar de Deus.
Deus é superior à própria alma, mas é muito bom e importante que ela se una a Ele.
Porém, apesar de ser uma busca interior, a alma, para se unir a Deus, também precisa da graça divina. Assim, ela precisa se converter e se elevar até o Criador de tudo.
Deus é o próprio bem, e a alma tende ao bem. Isso me lembra um pouco Jung.
Jung dizia que a alma clama por retornar a Deus, e que isso leva ao autoconhecimento, que é o que possibilita essa união.
Mas, para buscar essa união, precisamos estar conectados ao nosso interior, algo que os egoístas não estão, precisando mudar para alcançar isso.
Jung também falava sobre o misticismo; esse tema está presente em sua psicologia.
Voltando à filosofia de Santo Agostinho: a alma tende ao bem, que é Deus, e assim pode se aproximar Dele até unir-se com Ele.
O misticismo de Santo Agostinho, filósofo, é marcado pela busca da união da alma com Deus, algo que se manteve presente no Cristianismo místico.
Santo Agostinho misturava a fé com a razão, usando a filosofia para isso.
A razão ajuda na contemplação do absoluto.
Santo Agostinho também encontrou, por meio da filosofia de Sócrates e Platão, formas de expressar a sua fé. Assim, a filosofia platônica encontra dois grandes filósofos místicos que a professam: o santo que abordamos neste texto e Plotino.
Santo Agostinho buscava aprofundar a experiência espiritual, na qual a alma, auxiliada pela graça divina, transcende o mundo e se torna santa.
A busca correta pelo misticismo, que é a união com o Divino, para Santo Agostinho, ocorre no próprio interior do ser humano, onde a pessoa pode se aproximar de Deus.
Deus é superior à própria alma, mas é muito bom e importante que ela se una a Ele.
Porém, apesar de ser uma busca interior, a alma, para se unir a Deus, também precisa da graça divina. Assim, ela precisa se converter e se elevar até o Criador de tudo.
Deus é o próprio bem, e a alma tende ao bem. Isso me lembra um pouco Jung.
Jung dizia que a alma clama por retornar a Deus, e que isso leva ao autoconhecimento, que é o que possibilita essa união.
Mas, para buscar essa união, precisamos estar conectados ao nosso interior, algo que os egoístas não estão, precisando mudar para alcançar isso.
Jung também falava sobre o misticismo; esse tema está presente em sua psicologia.
Voltando à filosofia de Santo Agostinho: a alma tende ao bem, que é Deus, e assim pode se aproximar Dele até unir-se com Ele.




