Por: Ryath (Inspirado por Marcelinho)
Aqui, no plano físico da matéria, muitas pessoas têm preconceito contra aquelas que vivem em grau de pobreza considerado inferior ao seu, inclusive mendigos, que vivem na sujeira, em condições ruins, cheios de faltas e sofrimentos.
No plano espiritual acontece algo parecido, porém quem vive em condições ruins, de sujeira e grande sofrimento são os seres de baixa espiritualidade. Eles também vivem em estados degradantes, consequência de suas próprias escolhas e condutas.
Existem, tanto no mundo físico quanto no mundo espiritual, pessoas que manifestam preconceito contra seres de baixa espiritualidade.
Muitos desses seres são malvistos e malfalados espiritualmente. Quando aparecem em alguma colônia espiritual, geralmente apresentam aparência desumana e cores escuras, acinzentadas, avermelhadas ou arroxeadas. Alguns surgem com chifres, outros como caveiras, ou ainda semelhantes aos Orcs de O Senhor dos Anéis. Há também os que possuem aparência monstruosa, semelhantes às criaturas vistas em filmes de ficção científica, que muitas vezes são captadas inconscientemente pelos artistas e retratadas nas obras da sétima arte.
Quando seres assim são vistos, causam medo, mas também preconceito.
No astral, existe um trabalho de conscientização e inclusão desses seres. Deus não distingue nenhum de Seus filhos: todos são iguais perante o Divino Criador. O que acontece é que alguns se encontram em regiões espirituais inferiores devido às próprias opções e atitudes.
Quando esses seres estão encarnados, muitas vezes não os percebemos como tais, mas podem nos causar mal, consciente ou inconscientemente, pois tendem à falsidade e à maldade. Ainda assim, não devemos agir com preconceito, e sim com cautela.
Na matéria, geralmente não sabemos quem são esses seres, mas correspondem ao que a Psicologia chama de pessoas egoístas, que apresentam três características marcantes: a manipulação ou controle, a falsidade e a frieza — ou seja, a ausência de sentimentos positivos.
Mesmo diante dessas características negativas, não devemos ser preconceituosos, mas sim agir com amor, sem permitir que nos prejudiquem. Se soubermos como ajudar, podemos conduzi-los à luz, para que deixem de ser controladores, falsos e frios. Porém, para isso, eles precisam desejar mudar e reconhecer essas características em si mesmos.
No plano espiritual existe todo um trabalho voltado para trazer esses seres à luz, ajudá-los a mudar, a trabalhar para o bem e, assim, conquistarem uma vida em locais espirituais melhores.
Os mentores, quando há abertura, oferecem conselhos e, muitas vezes, intervêm em ações negativas, assim como os chamados “policiais do astral”, conhecidos como Guardiões ou Exus.
O preconceito nunca é algo positivo.
A ingenuidade também pode atrapalhar bastante no lidar com esses seres, pois, sendo controladores e manipuladores, podem nos enganar facilmente.
Amar os bons é fácil; mais difícil é amar os maus. Ainda assim, esse é um trabalho necessário para quem deseja se espiritualizar ainda mais.
Esses seres do baixo espiritual são nossos irmãos e irmãs. Estão na infelicidade porque ainda não descobriram que a luz é uma realidade muito melhor do que a escuridão.
E, como diz meu mestre: se sabemos ajudar e não ajudamos, tornamo-nos apenas mais alguém a condenar, como tantos outros fazem.
As pessoas que nasceram no planeta Terra o fizeram porque, em algum momento, se desvirtuaram em mundos mais evoluídos. Muitos já recobraram sua luz e estão aqui para ajudar, movidos pela bondade de seus corações. Se já passamos por isso — e eu passei —, cabe-nos ter compreensão por aqueles que estão vivenciando essa etapa agora.
As trevas não são eternas, mas quanto mais tempo alguém permanece nelas, mais sofrimento cria para si e para os outros. Por isso, quanto antes se sair delas, melhor.
Fiquem com a luz.
Seres de luz.
Sempre e eternamente na luz.
Aqui, no plano físico da matéria, muitas pessoas têm preconceito contra aquelas que vivem em grau de pobreza considerado inferior ao seu, inclusive mendigos, que vivem na sujeira, em condições ruins, cheios de faltas e sofrimentos.
No plano espiritual acontece algo parecido, porém quem vive em condições ruins, de sujeira e grande sofrimento são os seres de baixa espiritualidade. Eles também vivem em estados degradantes, consequência de suas próprias escolhas e condutas.
Existem, tanto no mundo físico quanto no mundo espiritual, pessoas que manifestam preconceito contra seres de baixa espiritualidade.
Muitos desses seres são malvistos e malfalados espiritualmente. Quando aparecem em alguma colônia espiritual, geralmente apresentam aparência desumana e cores escuras, acinzentadas, avermelhadas ou arroxeadas. Alguns surgem com chifres, outros como caveiras, ou ainda semelhantes aos Orcs de O Senhor dos Anéis. Há também os que possuem aparência monstruosa, semelhantes às criaturas vistas em filmes de ficção científica, que muitas vezes são captadas inconscientemente pelos artistas e retratadas nas obras da sétima arte.
Quando seres assim são vistos, causam medo, mas também preconceito.
No astral, existe um trabalho de conscientização e inclusão desses seres. Deus não distingue nenhum de Seus filhos: todos são iguais perante o Divino Criador. O que acontece é que alguns se encontram em regiões espirituais inferiores devido às próprias opções e atitudes.
Quando esses seres estão encarnados, muitas vezes não os percebemos como tais, mas podem nos causar mal, consciente ou inconscientemente, pois tendem à falsidade e à maldade. Ainda assim, não devemos agir com preconceito, e sim com cautela.
Na matéria, geralmente não sabemos quem são esses seres, mas correspondem ao que a Psicologia chama de pessoas egoístas, que apresentam três características marcantes: a manipulação ou controle, a falsidade e a frieza — ou seja, a ausência de sentimentos positivos.
Mesmo diante dessas características negativas, não devemos ser preconceituosos, mas sim agir com amor, sem permitir que nos prejudiquem. Se soubermos como ajudar, podemos conduzi-los à luz, para que deixem de ser controladores, falsos e frios. Porém, para isso, eles precisam desejar mudar e reconhecer essas características em si mesmos.
No plano espiritual existe todo um trabalho voltado para trazer esses seres à luz, ajudá-los a mudar, a trabalhar para o bem e, assim, conquistarem uma vida em locais espirituais melhores.
Os mentores, quando há abertura, oferecem conselhos e, muitas vezes, intervêm em ações negativas, assim como os chamados “policiais do astral”, conhecidos como Guardiões ou Exus.
O preconceito nunca é algo positivo.
A ingenuidade também pode atrapalhar bastante no lidar com esses seres, pois, sendo controladores e manipuladores, podem nos enganar facilmente.
Amar os bons é fácil; mais difícil é amar os maus. Ainda assim, esse é um trabalho necessário para quem deseja se espiritualizar ainda mais.
Esses seres do baixo espiritual são nossos irmãos e irmãs. Estão na infelicidade porque ainda não descobriram que a luz é uma realidade muito melhor do que a escuridão.
E, como diz meu mestre: se sabemos ajudar e não ajudamos, tornamo-nos apenas mais alguém a condenar, como tantos outros fazem.
As pessoas que nasceram no planeta Terra o fizeram porque, em algum momento, se desvirtuaram em mundos mais evoluídos. Muitos já recobraram sua luz e estão aqui para ajudar, movidos pela bondade de seus corações. Se já passamos por isso — e eu passei —, cabe-nos ter compreensão por aqueles que estão vivenciando essa etapa agora.
As trevas não são eternas, mas quanto mais tempo alguém permanece nelas, mais sofrimento cria para si e para os outros. Por isso, quanto antes se sair delas, melhor.
Fiquem com a luz.
Seres de luz.
Sempre e eternamente na luz.




