Por: Ryath (Inspirado por Senhor da Luz Prateada)
Exu, na Umbanda, é um nome empregado para algo que pode significar três coisas diferentes, que são:
1 – Entidade Exu: É um nome que deriva do Candomblé e que designa guardião, sendo como um “policial” do plano espiritual: uma entidade que tem força na ação, que faz limpeza energética, encaminha entidades, realiza desobsessão, quebra de magias, ajuda nos relacionamentos e nos negócios, e trabalha muito no plano material.
O nome correto, na Umbanda, para designar esse tipo de entidade é Guardião, e não Exu. Isso pode ser confuso, pois diversos pontos cantados e autores chamam essas entidades de Exus — inclusive eu, antes de saber a forma mais adequada de escrever ou falar.
2 – Divindade Exu: Existem inúmeros seres que não são entidades, mas deidades, ou seja, seres já criados dessa forma, que possuem a energia de Exu ou que evoluíram muito — a ponto de abandonarem seus corpos físico, astral, mental inferior e mental superior — e, assim, podem se tornar uma divindade, que pode ser um Exu, um Oxalá, um Oxumarê, um Obaluaiê etc.
Uma deidade é um ser que evoluiu tanto que já abandonou esses corpos e pode até ter transcendido o corpo búdico, restando somente a sua essência, aquilo que Deus criou.
Existe uma deidade Exu que se comunica conosco, que me inspira a escrever, e que é um grande amigo meu e de muitas pessoas, alguém que amo muito: o Senhor da Luz Prateada.
3 – Uma porção de Deus: Pois é, antes de Deus criar toda a realidade, Ele se dividiu em 64 divindades, ou Orixás, e depois se refez. Cada uma dessas deidades seria, então, uma parte do Criador de tudo — e uma dessas partes é o Orixá Exu.
Esses 64 Orixás criados por Deus passaram a atuar na criação de tudo o que existe.
O primeiro a participar da criação foi Exu, que criou o vazio para que depois ele fosse preenchido.
Exu possui características divinas muito diversas, e é ele quem se comunica com os outros Orixás.
Exu, na Umbanda, é um nome empregado para algo que pode significar três coisas diferentes, que são:
1 – Entidade Exu: É um nome que deriva do Candomblé e que designa guardião, sendo como um “policial” do plano espiritual: uma entidade que tem força na ação, que faz limpeza energética, encaminha entidades, realiza desobsessão, quebra de magias, ajuda nos relacionamentos e nos negócios, e trabalha muito no plano material.
O nome correto, na Umbanda, para designar esse tipo de entidade é Guardião, e não Exu. Isso pode ser confuso, pois diversos pontos cantados e autores chamam essas entidades de Exus — inclusive eu, antes de saber a forma mais adequada de escrever ou falar.
2 – Divindade Exu: Existem inúmeros seres que não são entidades, mas deidades, ou seja, seres já criados dessa forma, que possuem a energia de Exu ou que evoluíram muito — a ponto de abandonarem seus corpos físico, astral, mental inferior e mental superior — e, assim, podem se tornar uma divindade, que pode ser um Exu, um Oxalá, um Oxumarê, um Obaluaiê etc.
Uma deidade é um ser que evoluiu tanto que já abandonou esses corpos e pode até ter transcendido o corpo búdico, restando somente a sua essência, aquilo que Deus criou.
Existe uma deidade Exu que se comunica conosco, que me inspira a escrever, e que é um grande amigo meu e de muitas pessoas, alguém que amo muito: o Senhor da Luz Prateada.
3 – Uma porção de Deus: Pois é, antes de Deus criar toda a realidade, Ele se dividiu em 64 divindades, ou Orixás, e depois se refez. Cada uma dessas deidades seria, então, uma parte do Criador de tudo — e uma dessas partes é o Orixá Exu.
Esses 64 Orixás criados por Deus passaram a atuar na criação de tudo o que existe.
O primeiro a participar da criação foi Exu, que criou o vazio para que depois ele fosse preenchido.
Exu possui características divinas muito diversas, e é ele quem se comunica com os outros Orixás.




