Por: Ryath (Inspirado por Marcelinho)
O Espiritismo surgiu a partir das pesquisas de Hippolyte Léon Denizard Rivail, que usou o pseudônimo Allan Kardec para publicar seus estudos. Ele adotou esse nome para diferenciar seus trabalhos de outras obras científicas, já que havia muito preconceito contra esse tipo de tema.
Kardec estudou os fenômenos mediúnicos e comprovou que eles eram reais. Porém, também ensinou que a mediunidade não é infalível. Ou seja, o médium pode cometer erros. Por isso, nem o Espiritismo nem qualquer outra religião mediúnica está livre de falhas.
O Espiritismo nasceu com a proposta de ser uma ciência que investiga os espíritos, o mundo espiritual e o cósmos Ao mesmo tempo, também desenvolveu aspectos filosóficos e morais.
Mesmo tendo organizado muitos estudos, a obra de Kardec não é perfeita ou absoluta. Assim como acontece com a ciência e com as religiões, o conhecimento humano está sempre em desenvolvimento.
No Brasil, o Espiritismo fundiu ao Cristianismo, principalmente por meio das obras de médiuns como Chico Xavier. Já em alguns outros países, é encarado mais como uma ciência.
O Espiritismo ainda está muito ligado aos ensinamentos originais de Kardec, mesmo depois de tantas mudanças culturais e espirituais ao longo do tempo.
Por exemplo, no livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, são descritas cidades espirituais com organização e tecnologia. Assim como o mundo material evolui em tecnologia, o plano espiritual também evolui demais.
Existem diferenças entre religiões mediúnicas, como Espiritismo e Umbanda. Parte dessas diferenças pode estar na linguagem usada, na cultura de cada lugar e também nas falhas mediúnicas.
Um ponto debatido por algumas pessoas é a ideia, presente em obras espíritas, de que a evolução espiritual acompanha a evolução biológica, colocando o ser humano como mais evoluído que os animais. Porém, quando observamos o amor e a fidelidade de um cachorro, por exemplo, percebemos que os animais também demonstram sentimentos profundos, muitas vezes chegando a dar a própria vida por seus donos, mais ou menos como Jesus fez.
Isso leva à reflexão de que talvez os animais não sejam “inferiores”.
O mais importante é entender que não devemos ter certeza absoluta de que qualquer fenômeno mediúnico seja 100% perfeito, pois essa garantia não existe. Ao mesmo tempo, como cirurgias espirituais curam pessoas doentes, comprovando o fenômeno também, tanto no Espiritismo quanto na Umbanda.
O Espiritismo surgiu a partir das pesquisas de Hippolyte Léon Denizard Rivail, que usou o pseudônimo Allan Kardec para publicar seus estudos. Ele adotou esse nome para diferenciar seus trabalhos de outras obras científicas, já que havia muito preconceito contra esse tipo de tema.
Kardec estudou os fenômenos mediúnicos e comprovou que eles eram reais. Porém, também ensinou que a mediunidade não é infalível. Ou seja, o médium pode cometer erros. Por isso, nem o Espiritismo nem qualquer outra religião mediúnica está livre de falhas.
O Espiritismo nasceu com a proposta de ser uma ciência que investiga os espíritos, o mundo espiritual e o cósmos Ao mesmo tempo, também desenvolveu aspectos filosóficos e morais.
Mesmo tendo organizado muitos estudos, a obra de Kardec não é perfeita ou absoluta. Assim como acontece com a ciência e com as religiões, o conhecimento humano está sempre em desenvolvimento.
No Brasil, o Espiritismo fundiu ao Cristianismo, principalmente por meio das obras de médiuns como Chico Xavier. Já em alguns outros países, é encarado mais como uma ciência.
O Espiritismo ainda está muito ligado aos ensinamentos originais de Kardec, mesmo depois de tantas mudanças culturais e espirituais ao longo do tempo.
Por exemplo, no livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, são descritas cidades espirituais com organização e tecnologia. Assim como o mundo material evolui em tecnologia, o plano espiritual também evolui demais.
Existem diferenças entre religiões mediúnicas, como Espiritismo e Umbanda. Parte dessas diferenças pode estar na linguagem usada, na cultura de cada lugar e também nas falhas mediúnicas.
Um ponto debatido por algumas pessoas é a ideia, presente em obras espíritas, de que a evolução espiritual acompanha a evolução biológica, colocando o ser humano como mais evoluído que os animais. Porém, quando observamos o amor e a fidelidade de um cachorro, por exemplo, percebemos que os animais também demonstram sentimentos profundos, muitas vezes chegando a dar a própria vida por seus donos, mais ou menos como Jesus fez.
Isso leva à reflexão de que talvez os animais não sejam “inferiores”.
O mais importante é entender que não devemos ter certeza absoluta de que qualquer fenômeno mediúnico seja 100% perfeito, pois essa garantia não existe. Ao mesmo tempo, como cirurgias espirituais curam pessoas doentes, comprovando o fenômeno também, tanto no Espiritismo quanto na Umbanda.




