Por: Ryath
A palavra mandala vem do sânscrito e significa círculo, mas também pode significar o Divino.
Um dos símbolos do Divino é a mandala, representada por uma figura circular.
O que você pode achar estranho é que nem toda mandala é circular.

As mandalas podem ser muito simples ou complexas, e isso não interfere em sua funcionalidade.
Quanto maior a elevação espiritual e a fé de quem faz a mandala, melhor ela funciona, de forma mais rápida e intensa.
As mandalas são frequentemente usadas em práticas espirituais, como rituais e meditações.
Elas têm múltiplas funcionalidades, mas são mais frequentemente utilizadas para o autoconhecimento, principalmente em religiões como o Budismo Esotérico e o Hinduísmo.

As mandalas podem realizar limpeza espiritual e energética, proteção, energização e cura espiritual, emocional, mental ou física. No entanto, o tempo dessa cura pode depender do problema psicológico e dos karmas que a pessoa precisa enfrentar na vida. Também podem servir para despertar a fé, o amor, o conhecimento, a criatividade e a segurança, além de trazer concentração, alívio do estresse, clareza mental e muito mais.

Sobre o tempo de cura, como se diz, geralmente não é indo ao psicólogo apenas uma vez que nos curamos; isso leva tempo.
Existe um grande nome da Psicologia muito envolvido com as mandalas: Jung, criador da Psicologia Analítica ou Junguiana, que as utilizou como instrumento de transformação e descoberta do inconsciente.
Jung chama a atenção para a universalidade das mandalas, que são usadas nas mais diversas religiões, como nos vitrais do Catolicismo, no Budismo Esotérico, nos yantras do Hinduísmo, no Taoísmo, nos pontos riscados da Umbanda e muito mais.




