Por: Ryath
Existem pessoas que dizem que o Natal e o Ano-Novo não existem, que são datas inventadas, pois não sabemos exatamente quando a Terra foi criada ou quando Jesus nasceu.
Mas, espiritualmente, para nós que somos espiritualistas — e talvez até mesmo do ponto de vista da ciência — existe, sim, o Ano-Novo e até mesmo o Natal. Isso porque o planeta possui ciclos de tempo, ciclos em que ele se encontra em determinados pontos de seu movimento.
Por isso existem os signos, os inícios e finais de ciclos, e também os rituais espirituais ligados ao fim do ano. Muitos desses rituais são tradicionais e funcionam simbolicamente, como pular as sete ondas no fim do ano.
Pulamos as ondas porque elas representam Iemanjá, divindade ligada à geração e às criações do universo. Assim, as energias do início do ano podem ser usadas para aquilo que desejamos gerar em nossa vida.
O número sete também tem um significado simbólico. Ele se relaciona com o chamado guardião da beira-mar, que protege a praia. Na tradição espiritual, acredita-se que precisamos de sua permissão simbólica para acessar o mar e suas energias.
Outro ritual que algumas pessoas realizam é acender uma vela roxa sete dias antes do Ano-Novo, pedindo que as coisas negativas se encerrem em suas vidas durante esse período. Depois, no Ano-Novo, acende-se uma vela azul-clara de sete dias, pedindo que coisas boas surjam e se manifestem na vida.
O Natal também possui um significado especial, pois foi escolhido como uma data próxima desse período de transição que antecede o fim do ano. Mesmo que não saibamos a data exata do nascimento de Jesus, comemoramos simbolicamente o seu aniversário, o que é mais do que justo.
Muitas vezes as pessoas acabam lembrando mais da morte de Jesus do que de seus ensinamentos. Por isso, é positivo celebrar o seu nascimento, pois é uma data de alegria.
Cultuar constantemente sua morte e trazer para nós todo o sofrimento que ele passou não parece fazer sentido, especialmente se acreditamos que ele morreu para que não precisássemos sofrer.
Os martírios de Jesus são frequentemente lembrados, quando talvez fosse mais saudável que essa lembrança servisse para superar o sofrimento e focar nas coisas boas, como a espiritualidade, o amor e a felicidade.
Isso parece mais coerente com a mensagem de luz que ele ensinou.
Agradeço aos ensinamentos de meu mestre e de seus mentores espirituais, que inspiraram a construção deste texto.
Existem pessoas que dizem que o Natal e o Ano-Novo não existem, que são datas inventadas, pois não sabemos exatamente quando a Terra foi criada ou quando Jesus nasceu.
Mas, espiritualmente, para nós que somos espiritualistas — e talvez até mesmo do ponto de vista da ciência — existe, sim, o Ano-Novo e até mesmo o Natal. Isso porque o planeta possui ciclos de tempo, ciclos em que ele se encontra em determinados pontos de seu movimento.
Por isso existem os signos, os inícios e finais de ciclos, e também os rituais espirituais ligados ao fim do ano. Muitos desses rituais são tradicionais e funcionam simbolicamente, como pular as sete ondas no fim do ano.
Pulamos as ondas porque elas representam Iemanjá, divindade ligada à geração e às criações do universo. Assim, as energias do início do ano podem ser usadas para aquilo que desejamos gerar em nossa vida.
O número sete também tem um significado simbólico. Ele se relaciona com o chamado guardião da beira-mar, que protege a praia. Na tradição espiritual, acredita-se que precisamos de sua permissão simbólica para acessar o mar e suas energias.
Outro ritual que algumas pessoas realizam é acender uma vela roxa sete dias antes do Ano-Novo, pedindo que as coisas negativas se encerrem em suas vidas durante esse período. Depois, no Ano-Novo, acende-se uma vela azul-clara de sete dias, pedindo que coisas boas surjam e se manifestem na vida.
O Natal também possui um significado especial, pois foi escolhido como uma data próxima desse período de transição que antecede o fim do ano. Mesmo que não saibamos a data exata do nascimento de Jesus, comemoramos simbolicamente o seu aniversário, o que é mais do que justo.
Muitas vezes as pessoas acabam lembrando mais da morte de Jesus do que de seus ensinamentos. Por isso, é positivo celebrar o seu nascimento, pois é uma data de alegria.
Cultuar constantemente sua morte e trazer para nós todo o sofrimento que ele passou não parece fazer sentido, especialmente se acreditamos que ele morreu para que não precisássemos sofrer.
Os martírios de Jesus são frequentemente lembrados, quando talvez fosse mais saudável que essa lembrança servisse para superar o sofrimento e focar nas coisas boas, como a espiritualidade, o amor e a felicidade.
Isso parece mais coerente com a mensagem de luz que ele ensinou.
Agradeço aos ensinamentos de meu mestre e de seus mentores espirituais, que inspiraram a construção deste texto.




