Por: Ryath
Ontem, meu mestre me contou que, no sofrimento de Jesus, o pior não foi o físico — os pregos enfiados em suas mãos —, mas sim o emocional.
Jesus ensinou o amor, mas, quando foi vendido por moedas de ouro por Judas, ninguém o defendeu dos soldados romanos, sendo que seus seguidores poderiam enfrentá-los, poderiam fazer frente a eles, sim; porém, ele foi negado, e fingiram que não eram seus seguidores.
Jesus morria por amor, em sofrimento, mas ninguém fez o mesmo por ele; só existiam os que o condenaram e os que não o defenderam, os que o deixaram morrer e sofrer.
Por isso, é tão falada a negação de Jesus na Bíblia.
O fato não era somente deixarem Jesus morrer, mas também que ninguém aprendeu o amor que ele ensinou, nem os doze apóstolos, nem os outros seguidores.
A coroa de espinhos significava que Jesus era diferente, pois ninguém usa uma coroa de espinhos. Cristo foi alguém que só amava em um mundo de pessoas embrutecidas e egoístas.
Sonhar em ser um iluminado, alguém que dá a vida pelos outros por amor, é um sonho maravilhoso, que todos deveriam ter: sermos iguais a Jesus, o guia e modelo, segundo o Espiritismo.
Que possamos doar amor neste mundo embrutecido e egoísta em que vivemos.
As vantagens de sermos alguém que morre pelos outros são grandes: isso significa que seremos incrivelmente felizes, que sentiremos coisas maravilhosas e agradáveis; por isso, vale muito a pena.
O amor é uma coisa muito linda.
Que sigamos o exemplo de Jesus, que lembremos de seus ensinamentos, e não somente de que ele morreu na cruz em sofrimento, sem lembrar da negação dos outros.
Quem foi responsável pela criação do Cristianismo não foram os doze apóstolos que negaram ou abandonaram Jesus, mas sim o chamado décimo terceiro apóstolo, Paulo, outro que deu a vida pelos outros.
Sejamos como Cristo e Paulo, mas, para isso, é preciso trabalharmos internamente e desejar amar.
O amor é sempre o mais importante.
Nosso mundo não dá muita importância ao amor; as pessoas são, normalmente, indiferentes, e, por isso, o mundo está ruim.
Mas não é porque uma coisa é comum que ela seja boa.
O melhor é sempre amar.
Quem dá a vida pelo outro ama tanto que sente plenitude, e isso vale muito a pena.
Mas o amor é bonito pelo que sentimos pelos outros, e não pela vantagem pessoal; ainda assim, o que nos move a desenvolver esse amor são, muitas vezes, as vantagens pessoais — e não há nada de mal nisso, muito pelo contrário, pois esse sentimento maravilhoso nos impulsiona.
Aqui no site, trabalhamos para que você desenvolva esse amor, com práticas e orientações.
Ontem, meu mestre me contou que, no sofrimento de Jesus, o pior não foi o físico — os pregos enfiados em suas mãos —, mas sim o emocional.
Jesus ensinou o amor, mas, quando foi vendido por moedas de ouro por Judas, ninguém o defendeu dos soldados romanos, sendo que seus seguidores poderiam enfrentá-los, poderiam fazer frente a eles, sim; porém, ele foi negado, e fingiram que não eram seus seguidores.
Jesus morria por amor, em sofrimento, mas ninguém fez o mesmo por ele; só existiam os que o condenaram e os que não o defenderam, os que o deixaram morrer e sofrer.
Por isso, é tão falada a negação de Jesus na Bíblia.
O fato não era somente deixarem Jesus morrer, mas também que ninguém aprendeu o amor que ele ensinou, nem os doze apóstolos, nem os outros seguidores.
A coroa de espinhos significava que Jesus era diferente, pois ninguém usa uma coroa de espinhos. Cristo foi alguém que só amava em um mundo de pessoas embrutecidas e egoístas.
Sonhar em ser um iluminado, alguém que dá a vida pelos outros por amor, é um sonho maravilhoso, que todos deveriam ter: sermos iguais a Jesus, o guia e modelo, segundo o Espiritismo.
Que possamos doar amor neste mundo embrutecido e egoísta em que vivemos.
As vantagens de sermos alguém que morre pelos outros são grandes: isso significa que seremos incrivelmente felizes, que sentiremos coisas maravilhosas e agradáveis; por isso, vale muito a pena.
O amor é uma coisa muito linda.
Que sigamos o exemplo de Jesus, que lembremos de seus ensinamentos, e não somente de que ele morreu na cruz em sofrimento, sem lembrar da negação dos outros.
Quem foi responsável pela criação do Cristianismo não foram os doze apóstolos que negaram ou abandonaram Jesus, mas sim o chamado décimo terceiro apóstolo, Paulo, outro que deu a vida pelos outros.
Sejamos como Cristo e Paulo, mas, para isso, é preciso trabalharmos internamente e desejar amar.
O amor é sempre o mais importante.
Nosso mundo não dá muita importância ao amor; as pessoas são, normalmente, indiferentes, e, por isso, o mundo está ruim.
Mas não é porque uma coisa é comum que ela seja boa.
O melhor é sempre amar.
Quem dá a vida pelo outro ama tanto que sente plenitude, e isso vale muito a pena.
Mas o amor é bonito pelo que sentimos pelos outros, e não pela vantagem pessoal; ainda assim, o que nos move a desenvolver esse amor são, muitas vezes, as vantagens pessoais — e não há nada de mal nisso, muito pelo contrário, pois esse sentimento maravilhoso nos impulsiona.
Aqui no site, trabalhamos para que você desenvolva esse amor, com práticas e orientações.




