Por: Ryath
Divindades da evolução são retratadas como velhos sábios, pois o sábio é o arquétipo, ou símbolo universal, da sabedoria.
A evolução espiritual é adquirida com o tempo e com o progresso; não é algo que acontece de uma hora para outra, pois envolve um processo e também a experiência.
Os assim chamados “Pretos-Velhos”, nome dado no Candomblé e muito usado na Umbanda — cujo termo mais adequado é anciãos — são espíritos sábios que se manifestam, não necessariamente tendo sido escravos afrodescendentes que viveram no Brasil.
Existem anciãos que se manifestam na Umbanda pertencentes às chamadas linhas de diferentes origens: indígena, europeia, africana e oriental.
Os anciãos da Umbanda são regidos por divindades como Obaluaiê, orixá masculino da evolução, assim como Nanã, que é a deidade feminina da evolução, e também Omulu.
Porém, Shou Lao e Obaluaiê representam a evolução em todos os sentidos, não apenas a espiritual. Tudo o que existe no universo evolui, seja no que for, pois tudo o que fazemos gera experiência — e, novamente, aparece o arquétipo do velho como símbolo desse progresso.
Shou Lao é retratado como um ancião com a testa alongada, segurando uma bengala de madeira e um pêssego, símbolo da longevidade.
Obaluaiê é retratado como um idoso, associado à sabedoria, à cura e aos ciclos da vida.
Muitas divindades que se apresentam como velhas, em diferentes culturas, são deidades da sabedoria, embora nem sempre seja assim.
Existe um arquétipo de Deus como um velho divino, mas também há outro, que é o da criança divina.
Tanto o velho quanto a criança possuem características divinas: o velho representa a sabedoria, e a criança representa a pureza.
Existe uma energia divina que permeia toda a realidade, e é essa a energia representada por Shou Lao ou Obaluaiê.
Existem inúmeras deidades — ou orixás, ou anjos, dependendo da linguagem de cada tradição religiosa — que atuam emanando a energia divina da evolução na realidade.
Aqui no site trabalhamos muito para a sua evolução espiritual, seja com práticas ou com orientações, na nossa seção de Autoconhecimento (aqui) e na seção de Práticas Espirituais (aqui).
Deixe-nos ajudar em sua caminhada evolutiva. Venha realizar nossas práticas e se orientar aqui. Afinal, é com a evolução espiritual que alcançamos uma grande felicidade, que pode chegar à plenitude e, depois, ao êxtase — níveis elevados de amor.
A divindade do amor, no Taoísmo, é Kuan Yin (ou Chang Um), e, na Umbanda, são Oxum e Oxumarê.
Fique com luz.
Ser de luz.
Se quiser, posso também padronizar todos os seus textos como uma série espiritual, deixando com o mesmo estilo, força e organização — isso deixa seu site muito mais profissional e envolvente.
Divindades da evolução são retratadas como velhos sábios, pois o sábio é o arquétipo, ou símbolo universal, da sabedoria.
A evolução espiritual é adquirida com o tempo e com o progresso; não é algo que acontece de uma hora para outra, pois envolve um processo e também a experiência.
Os assim chamados “Pretos-Velhos”, nome dado no Candomblé e muito usado na Umbanda — cujo termo mais adequado é anciãos — são espíritos sábios que se manifestam, não necessariamente tendo sido escravos afrodescendentes que viveram no Brasil.
Existem anciãos que se manifestam na Umbanda pertencentes às chamadas linhas de diferentes origens: indígena, europeia, africana e oriental.
Os anciãos da Umbanda são regidos por divindades como Obaluaiê, orixá masculino da evolução, assim como Nanã, que é a deidade feminina da evolução, e também Omulu.
Porém, Shou Lao e Obaluaiê representam a evolução em todos os sentidos, não apenas a espiritual. Tudo o que existe no universo evolui, seja no que for, pois tudo o que fazemos gera experiência — e, novamente, aparece o arquétipo do velho como símbolo desse progresso.
Shou Lao é retratado como um ancião com a testa alongada, segurando uma bengala de madeira e um pêssego, símbolo da longevidade.
Obaluaiê é retratado como um idoso, associado à sabedoria, à cura e aos ciclos da vida.
Muitas divindades que se apresentam como velhas, em diferentes culturas, são deidades da sabedoria, embora nem sempre seja assim.
Existe um arquétipo de Deus como um velho divino, mas também há outro, que é o da criança divina.
Tanto o velho quanto a criança possuem características divinas: o velho representa a sabedoria, e a criança representa a pureza.
Existe uma energia divina que permeia toda a realidade, e é essa a energia representada por Shou Lao ou Obaluaiê.
Existem inúmeras deidades — ou orixás, ou anjos, dependendo da linguagem de cada tradição religiosa — que atuam emanando a energia divina da evolução na realidade.
Aqui no site trabalhamos muito para a sua evolução espiritual, seja com práticas ou com orientações, na nossa seção de Autoconhecimento (aqui) e na seção de Práticas Espirituais (aqui).
Deixe-nos ajudar em sua caminhada evolutiva. Venha realizar nossas práticas e se orientar aqui. Afinal, é com a evolução espiritual que alcançamos uma grande felicidade, que pode chegar à plenitude e, depois, ao êxtase — níveis elevados de amor.
A divindade do amor, no Taoísmo, é Kuan Yin (ou Chang Um), e, na Umbanda, são Oxum e Oxumarê.
Fique com luz.
Ser de luz.
Se quiser, posso também padronizar todos os seus textos como uma série espiritual, deixando com o mesmo estilo, força e organização — isso deixa seu site muito mais profissional e envolvente.




