Por: Ryath
No livro A Ciência da Vida Após a Morte, de Alexander Moreira-Almeida, Marianna de Abreu Costa e Humberto Schubert Coelho, pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora evidenciaram o caso de Chafim, um homem com quatro filhos, que havia deixado toda a sua herança, por meio de um testamento, para apenas um deles.
Após dois anos da morte de Chafim, outro de seus filhos começou a vê-lo em aparições. Nessas manifestações, o pai o avisava de que havia um segundo testamento, feito posteriormente, no qual dividia seus bens igualmente entre os quatro filhos.
Durante essas aparições, Chafim orientava o filho a procurar em um antigo sobretudo que possuía.
Após repetidas experiências, o filho decidiu procurar o sobretudo usado pelo pai e, em um bolso oculto, encontrou um papel indicando a existência de outro testamento, que estaria dentro de uma Bíblia, no capítulo 27 do livro de Gênesis.
Ao verificar o local indicado, o filho encontrou exatamente onde o papel apontava o testamento deixado por seu pai.
Diante disso, o documento foi levado aos tribunais, onde passou por análise. Foi confirmada, inclusive, a assinatura de Chafim, o que possibilitou a redistribuição da herança. Esse fato foi interpretado como algo além de um possível delírio, sendo considerado uma evidência da continuidade da vida após a morte.
Mesmo após sua morte, Chafim teria conduzido seu filho à descoberta de um documento importante, auxiliando sua família e levando muitas pessoas a refletirem sobre a existência da vida após a morte.
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