Por: Ryath
Médiuns realmente bons são muito difíceis de encontrar. Além disso, muitos não se interessam em colaborar com pesquisas científicas que buscam demonstrar que o espiritual realmente existe.
Muitos se resguardam por questões pessoais, mas também há o desconforto em participar de pesquisas, pois, em diversos casos, alguns pesquisadores não buscam comprovar o espiritual, e sim refutá-lo — seja por crenças religiosas diferentes ou pela ausência de crença.
Chico Xavier colaborou com pesquisas e foi um médium sensacional.
Entretanto, muitos médiuns que possuem o dom de perceber energias podem, durante pesquisas, captar a intenção dos pesquisadores — especialmente quando estes desejam provar que o espiritual não existe ou que as religiões mediúnicas estão erradas —, o que pode gerar um ambiente desfavorável.
Em faculdades de Psicologia, Medicina e Filosofia, muitas vezes adota-se, sem provas, a postura de que o espiritual não existe.
O que muitos alegam sobre a mediunidade é que ela não fornece respostas corretas às questões. Não se sabe exatamente de onde vem essa afirmação, mas médiuns realmente bons não são fáceis de encontrar.
Alguns professores tendem a desacreditar os alunos em relação à mediunidade, enquanto outros, mais criteriosos, afirmam que os médiuns dizem coisas que não teriam como saber, embora também cometam erros.
Quando médiuns dizem coisas incorretas, isso não significa que o fenômeno não seja verdadeiro, mas sim que não é infalível. Afinal, como alguém poderia acertar informações que não teria como conhecer por meios comuns?
O codificador do Espiritismo foi um homem de ciência, cético, que pesquisou os fenômenos mediúnicos. Allan Kardec foi esse homem, e ele observou em seus estudos que os médiuns cometem erros, fenômeno que chamou de animismo.
Muitas pessoas acreditam que, para um fenômeno ser verdadeiro, é necessário ter 100% de acertos, mas isso é uma ilusão.
Um fenômeno que apresenta respostas que não poderiam ser conhecidas por meios comuns indica sua veracidade, ainda que não seja infalível.
As pessoas, em geral, não lidam bem com a possibilidade de erro, acreditando que, para algo ser verdadeiro, precisa ser perfeito. Isso ocorre porque estamos acostumados com religiões que se apresentam como inquestionáveis, como se fossem 100% detentoras da verdade, sem admitir falhas.
Algumas religiões rejeitam qualquer fato ou pesquisa que aponte erros, mas a realidade é que toda ciência, filosofia ou religião pode falhar — e geralmente falha. O problema é que não lidamos bem com isso.
No entanto, os erros não invalidam os acertos.
Existem muitas pesquisas que indicam que o espiritual e seus diversos fenômenos são reais. Diante disso, surge a reflexão: por que alguns professores e críticos das religiões não dão atenção a essas pesquisas ou não as investigam? Seria mais fácil julgar sem buscar provas?
Aqui no site, temos uma seção dedicada a essas pesquisas, realizadas tanto por repórteres quanto por cientistas, e vale muito a pena conhecê-las — seja para fortalecer a fé, seja para ampliar a compreensão sobre o espiritual.
A fé é algo precioso para ser descartado. Ela equilibra, promove o autoconhecimento e traz diversos benefícios. Ainda assim, muitas pessoas a negligenciam.
Se existem respostas fornecidas por médiuns que indicam a existência do espiritual, como afirmar que estão totalmente errados?
Acreditamos no que é mais conveniente?
Ignoramos o que aponta para a realidade?
Preferimos acreditar no que desejamos ou buscamos a verdade?
Essas são questões para reflexão.
Fiquem com luz.
Seres de luz.
Veja nossa seção de Provas do Espiritual




