A Consciência para a Psicologia Espiritualista

Por Ryath (Pesquisado e inspirado por Senhor da Luz Prateada)
A consciência, para a Psicologia Espiritualista, é nossa capacidade de raciocinar e, com isso, discriminar e categorizar as coisas de forma mais ou menos lógica.
Uma consciência da luz busca raciocinar em termos de certo e errado, bem e mal, justo e injusto.
É sempre importante buscarmos o que é bom e pertence ao bem, pois isso pode ajudar no progresso de nossa consciência, que é mais um termo para evolução espiritual ou reforma íntima.
A consciência tem a habilidade de integrar e relacionar o que sabe, e isso é um processo de raciocínio.
Os conhecimentos, assim como a sabedoria, são acumulativos, associáveis e aumentam. É como na escola, em que vamos aprendendo e avançando em matemática, português, ciências etc.
A vida é uma escola de autoconhecimento, da qual a consciência faz parte.
A consciência também possui lembranças e imaginações, e isso, sem treinamento, dificulta vivermos no aqui e agora, centrados no que estamos fazendo, que é uma técnica do Budismo para o autoconhecimento e a potencialização dos resultados da meditação.
Estar atento ao momento presente é uma técnica ensinada pela Yoga e pelo Budismo, que não deixam de ser psicologias, pois ajudam os seres humanos em seus processos de autoconhecimento.
Quando estudamos Psicologia, aprendemos, na teoria, como são os seres humanos por dentro; mas, quando adquirimos autoconhecimento, sabemos isso na prática. Isso é muito bom. Entretanto, temos que lembrar que cada ser humano é diferente por diversos motivos, assim como cada um possui um nível de evolução espiritual, e precisamos respeitar isso, respeitar as coisas como são e as pessoas como elas são.
Somos mais felizes quando aceitamos a realidade como ela é, pois isso é lidar bem com a realidade.
Não precisamos ser amigos de quem nos faz mal, mas podemos evitar falar mal dessas pessoas e, em vez disso, perdoá-las, pois isso também aumenta nosso autoconhecimento, já que é uma atitude da luz.
A consciência nos permite acessar nossa memória e avaliar como estamos ou o que se passa em nós, e muitas vezes isso pode ser um recurso para o autoconhecimento, embora, na maioria das vezes, não seja suficiente por si só.
A consciência tem a capacidade de olhar para dentro de nós e, assim, extrair autoconhecimento.
É dentro de nós que estão as grandes respostas para termos uma boa vida, e, para isso, precisamos tomar consciência e mudar.
A consciência também tem a habilidade de manter o foco nas coisas, e podemos desenvolver essa capacidade, que o Budismo chama de Atenção Plena.
Para a Yoga e o Hinduísmo, a consciência é um corpo que possui uma parte energética e uma parte consciente.
O consciente é o estado de vigília, no qual estamos acordados e conseguimos raciocinar normalmente.
Nossa consciência tem a habilidade de controlar partes do corpo, mas não os órgãos que funcionam de forma autônoma.
Nossa porção espiritual também possui um corpo; não é apenas uma consciência.
Muitas doutrinas ensinam que toda consciência possui um corpo, e que uma consciência espiritual e energética também possui um corpo que a acompanha.
O autoconhecimento é um trabalho da consciência, que nos faz perceber cada vez mais a realidade das coisas. Por isso, é importante buscarmos sempre o autoconhecimento.
Nossa consciência julga, e isso é o mesmo que avaliar, desde que não exista maldade, ou seja, a intenção de falar mal dos outros.
Raciocinar é fazer uma avaliação, ou seja, um julgamento, mas ele só será ruim ou injusto se houver maldade nele ou o desejo de enxergar o outro como mau.
A consciência não é o cérebro, pois ela é espiritual ou energética.
A consciência é muito mais sutil do que a mente, e o Esoterismo, assim como outras crenças, faz uma distinção entre mente e consciência.
A mente é inferior à consciência, mas ambas possuem enormes capacidades de aprendizado, de contato com o espiritual e de acesso a informações muito interessantes que podem ajudar outras pessoas.
Aqui, em nosso site, temos muitas práticas de autoconhecimento. Veja os links no final da página.
A consciência traz uma noção da realidade, diferente do que acontece em nossos sonhos, que muitas vezes apresentam situações impossíveis.
São muitas as capacidades da consciência.
Construir um conhecimento com muitos alicerces exige estudo.
A consciência é captada por nosso cérebro, mas ele é apenas um órgão de captação, e não a fonte.
A consciência é a fonte.
Quando estamos no caminho do autoconhecimento, surgem insights em alguns momentos de nossa vida, e isso nos ajuda a viver melhor.
Nosso mundo interno de imagens mentais é muito mais sutil do que aquilo que enxergamos com os olhos físicos.
É a nossa consciência que nos permite ter ciência de nosso mundo interior e, por isso, ela está profundamente ligada ao autoconhecimento.
A cada momento estamos de um jeito internamente; por isso, nossa avaliação muda, e não nos cansamos de observar as mesmas coisas dentro de nós.
Na verdade, a vida traz tantos aprendizados que podemos descobrir coisas novas sobre nós mesmos todos os dias.
É sempre importante, para desenvolvermos um autoconhecimento mais rápido, afirmarmos três vezes ao dia que nosso autoconhecimento ocorre muito rapidamente.
Esse autoconhecimento acelerado só é possível por causa da consciência.
Quanto mais autoconhecimento uma pessoa possui, mais desenvolvida é sua consciência.
Quanto mais autoconhecimento temos, ensina a Psicologia, mais saudáveis somos psicologicamente.
A consciência é o que nos faz reconhecer nossos estados internos, mas também os processos externos.
A consciência permite que olhemos para dentro de nós, para fora de nós e que reconheçamos a nós mesmos, ou, em outras palavras, que nos descubramos.
A Psicologia Espírita ensina que o ego é uma construção adequada para cada encarnação pela qual passamos, e esse ego nos dá uma noção de identidade em cada existência.
O ego não é somente orgulho, vaidade e arrogância, mas também algo que contribui para o autoconhecimento, pois nos fornece uma noção de identidade própria.
Você se lembra de que a consciência possibilita conhecermos a nós mesmos e nossa identidade?
Então, o ego nos oferece uma noção de realidade, e se essa noção é falsa ou verdadeira, isso depende das descobertas que nossa consciência pode fazer.
A consciência está ligada à realidade, enquanto o ego não necessariamente.
Cabe à consciência tomar conhecimento de um ego falso e passar por uma desilusão.
Desilusão é destruir uma ilusão e, por incrível que pareça, esse processo pode ser muito bom, se valorizamos o crescimento interior, que é a evolução espiritual.
Também podemos possuir uma noção verdadeira de nós mesmos, que já pode estar presente em nosso ego.
A consciência é um bom guia; o ego, não.
Como ensina um mestre e grande amigo: "A mente mente continuamente, mas só o coração sabe o que é verdade."
O coração tem ligação com a consciência, pois representa a verdade que habita em nós.
O ego não tem, necessariamente, ligação com a verdade.
Joanna de Ângelis, um espírito iluminado que contribuiu muito para a Psicologia Espírita, ensina que o ego é transitório e muda de uma vida para outra.
Sendo o ego uma construção humana, é a própria consciência que o forma.
Como o ego traz uma noção de nós mesmos, ele também tem relação com o autoconhecimento.
Joanna também ensina que possuímos uma noção de nós mesmos adequada a cada encarnação, mas que ela é um estado transitório.
Assim, resumindo, nossa consciência nos dá uma noção de nós mesmos, e o ego é essa noção, porém transitória e mutável.
Podemos dizer, portanto, que o ego também é um componente do autoconhecimento. Nos meios da Psicologia isso é tratado com naturalidade, mas nos meios espirituais isso nem sempre acontece.
Como o ego é transitório, aquilo que enxergamos sobre nós mesmos muda de uma vida para outra.
O ego muda, mas a individualidade permanece sempre conosco.
É como ensina o Budismo: nosso eu não é permanente; ele muda.
O Budismo fala muito sobre aquilo que muda, sobre o que é transitório, e nos ensina a não nos apegarmos a isso, mas sim a vivermos o aqui e agora.
Essa verdade é incômoda, pois gostaríamos de ser, nas outras vidas, como somos nesta. Contudo, uma coisa nos acompanhará sempre: nossa bondade e nosso amor, conquistados por meio da evolução espiritual.
Joanna ensina que o ego é uma produção do estado de consciência.
Nosso comportamento está relacionado ao nosso estado de consciência em determinado momento da vida.
Nosso comportamento determina nosso karma.
Nosso karma (que é a reação de nossas ações negativas retornando para nós mesmos) ou nosso dharma (que, para o Espiritualismo Ocidental, representa os bons resultados que retornam para nós em consequência de nossas boas ações) depende da forma como agimos.
Dependendo de como somos, temos determinadas ações e reações no mundo, que produzem resultados. Por isso, evoluir espiritualmente é o melhor que podemos fazer, pois vamos adquirindo mais bondade e tendo ações progressivamente melhores.
A iluminação e o autoconhecimento também são questões de merecimento. Portanto, busque sempre aumentar sua bondade, pois isso fará com que você pratique atos cada vez melhores e, consequentemente, obtenha resultados melhores.
A iluminação é um estado de felicidade maravilhoso, no qual sentimos coisas maravilhosas o tempo todo. Muitos dizem que o paraíso não é um lugar para onde vamos após a morte, mas sim esse estado de iluminação.
Quanto mais evoluímos espiritualmente e quanto mais bondosos nos tornamos, mais felizes nos tornamos.
Invista sempre na evolução espiritual, que é o autoconhecimento, pois o resultado da iluminação é maravilhoso.
Aqui, em nosso site, temos orientações e práticas para alcançarmos esse estado de felicidade maravilhoso, que é a iluminação. Veja os links no final desta página. Você não vai se arrepender, e tudo é gratuito, como deve ser.
Se possível, ajude a divulgar nosso site. Assim, ao ajudar outras pessoas, você também conquista merecimentos. Tudo isso contribui para nossa caminhada evolutiva.
Para nós, sua divulgação é muito importante, e agradecemos profundamente.
O ego é uma noção de eu, e a consciência nos permite descobrir quem realmente somos.
A Psicologia Espírita, assim como o Budismo e outras religiões, ensina-nos a agir bem, a cultivar a moral e a ética. Ela nos conduz ao bem, promovendo crescimento interior, evolução espiritual e bons merecimentos por meio de nossas ações.
Busque tornar-se uma pessoa maravilhosa, que pratica muito o bem. Isso ajudará imensamente a sua vida.
Muitas religiões, além de oferecerem orientações para o bem, também possuem práticas como orações, meditações, visualizações, rituais e muito mais, de acordo com cada crença. Tudo isso pode contribuir para nosso autoconhecimento e para outras necessidades que possamos ter.
Busque seu autoconhecimento e sua iluminação. É possível alcançar isso, como ensinam o Budismo e tantas outras religiões, tanto orientais quanto ocidentais.

 

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