Por: Ryath
(Inspirado pelo Senhor da Luz Prateada)
Deus se dividiu em 64 partes e, posteriormente, refez-Se, pois é onipotente, sem que essas 64 partes deixassem de existir.
Tudo o que é criado e possui vida é feito a partir de uma parcela de Deus, que é infinito e nunca se perde. Tudo aquilo que Ele cede de Si para criar retorna a Ele, pois Deus continuamente Se refaz em Si mesmo.
Cada coisa que existe é emanada por uma ou mais dessas 64 partes de Deus, às quais chamamos de Divindades. Essas são as divindades supremas, ou maiores, de todas.
Os seres que pertencem à Grande Fraternidade Branca — ou, mais precisamente, que estão associados a essa manifestação divina identificada pela cor branca — vibram em sintonia com essa parcela específica de Deus.
Existem também seres que nascem como deidades não supremas ou que se tornam divindades não supremas ao atingirem um nível extremamente elevado de evolução espiritual. Nesse estágio, desprendem-se do corpo físico, do astral, do mental inferior e do mental superior, podendo, então, manifestar-se como deidades.
As divindades, sejam supremas ou não supremas, irradiam na Criação as energias de Deus, oferecendo sua contribuição energética por meio de uma ou mais dessas 64 manifestações divinas.
Podemos citar como exemplos dessas partes divinas as energias da fé; da justiça e do julgamento (raciocínio e equilíbrio); das ações e reações (Lei); do conhecimento; do amor; da evolução da criação; da criatividade, entre outras.
Há seres que evoluíram profundamente e emanam, por exemplo, a energia da fé; outros emanam a energia do amor; outros, a da justiça; e outros ainda, a da criação.
Existem deidades que irradiam a energia de uma única qualidade divina, assim como aquelas que emanam a combinação de duas ou mais qualidades, como o amor com a fé, o amor com o conhecimento ou a criação com a justiça e a Lei, e assim sucessivamente.
Saint Germain, por exemplo, é a deidade que emana a energia do Raio da Evolução, identificado pela cor violeta.
Mestra Nada é a deidade que emana a energia do Raio do Amor, identificado pela cor rosa.
Em diferentes culturas, as deidades recebem nomes, formas humanizadas e mitologias próprias. Essas representações simbólicas ocultam o aspecto esotérico que existe por trás delas — o conhecimento velado —, criado como forma de proteção, para que esse saber não caia em mãos que possam utilizá-lo de maneira negativa.
Jesus foi um ser que evoluiu e se tornou uma deidade, assim como muitos outros ao longo da história espiritual da humanidade.
Mandala de Mestra Nada para o Amor

Ative a mandala mentalmente.
Dê o comando referente ao tipo de amor que você deseja desenvolver. Por exemplo: “amor pela vida”, “amor por si mesmo (autoestima)”, “amor pela família”, “amor pelo par romântico”, “amor pelos amigos”, entre outros.
Após ativá-la e dar o comando, mantenha o olhar na mandala, mentalize-a (visualize-a) e, enquanto faz isso, inspire por 7 segundos e depois expire também por 7 segundos, repetindo esse ciclo de respiração continuamente.
Lembre-se de que, após realizar a prática com a mandala, ela passa a atuar dentro de você. Assim, você pode simplesmente visualizá-la e realizar a prática respiratória, sem precisar olhar para a figura física.
Mandala de Jesus da Fé

Lembrando que aquilo em que acreditamos tende a se tornar real — essa é a Lei da Atração.
Instruções para o uso da mandala:
Ative a mandala mentalmente e dê o comando referente ao tipo de fé que você deseja desenvolver. Por exemplo: “Eu acredito que vou ter uma namorada”, “Eu acredito que conseguirei um emprego”, “Vou realizar um sonho”, “Vou me curar”, entre outros.
Nunca use comandos negativos. Nunca formule a fé na forma de negação, como: “Tenho fé de que não vou ter uma doença” ou “Tenho fé de que não vou ficar sem emprego”.
Sempre utilize afirmações positivas.
Após ativá-la e dar o comando, mantenha o olhar na mandala, mentalize-a (visualize-a) e, enquanto faz isso, inspire por 7 segundos e depois expire também por 7 segundos, repetindo esse ciclo de respiração continuamente.
Mandala de Saint Germain da Evolução

Ative a mandala mentalmente.
Dê o comando correspondente ao tipo de evolução que deseja desenvolver.
Por exemplo: “desenvolvimento no trabalho”, “desenvolvimento da alma”, “desenvolvimento de um dom ou habilidade que você já possui”. Caso ainda não possua esse dom ou habilidade, utilize uma mandala de geração.
Após ativá-la e dar o comando, mantenha o olhar na mandala e mentalize-a (visualize-a).
Enquanto faz isso, inspire por 7 segundos e expire também por 7 segundos, repetindo esse ciclo respiratório de forma contínua.
Lembre-se de que, após realizar a prática com a mandala, ela passa a atuar dentro de você.
Assim, você pode simplesmente visualizá-la e realizar a prática respiratória, sem necessidade de olhar para a imagem física.
Mandala de Iemanjá para Geração

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Ative a mandala mentalmente.
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Dê o comando correspondente ao tipo de geração que deseja realizar em sua vida.
Por exemplo: gerar um filho (auxilia no trabalho para ser mãe, sem deixar de fazer outras coisas para ser mãe), um emprego, uma oportunidade, um dom espiritual ou intelectual, dinheiro, espiritualidade etc.
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Após ativá-la e dar o comando, mantenha o olhar na mandala e mentalize-a (visualize-a).
Enquanto faz isso, inspire por 7 segundos e expire também por 7 segundos, repetindo esse ciclo respiratório de forma contínua.
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Lembre-se de que, após realizar a prática com a mandala, ela passa a atuar dentro de você.
Assim, você pode simplesmente visualizá-la e realizar a prática respiratória, sem necessidade de olhar para a imagem física.





