Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)

Prometheus é um filme de ficção científica com elementos de terror que apresenta a origem do universo de Alien, funcionando como uma espécie de prólogo.
Mais do que explicar a origem da franquia Alien, Prometheus propõe uma narrativa sobre o surgimento da vida humana dentro de sua própria ficção.
Segundo o filme, a origem da espécie humana está ligada à ação de seres extraterrestres — e não é a primeira vez que essa ideia é explorada no cinema.
Logo no início da obra, de forma dramática e impactante, vemos um ser alienígena que se sacrifica para dar origem à vida na Terra, utilizando seu próprio DNA como base para a criação do DNA humano. Essa cena costuma fascinar o público pela sua intensidade e simbolismo.
De acordo com visões presentes no misticismo e no esoterismo, há elementos nessa narrativa que se aproximam de certas interpretações espirituais sobre a origem da humanidade. Talvez por isso essa ideia cause tanto impacto, como se, em algum nível profundo, houvesse uma identificação com essa possibilidade.
Segundo essas correntes, a origem da fase humana carnal estaria ligada à atuação de seres de outros planos ou mundos. No entanto, não necessariamente por meio de experimentos, mas sim através de processos naturais de geração da vida.
Antes desse momento, a humanidade existiria apenas em estado espiritual. A partir da experiência na matéria, tornou-se possível encarnar, permitindo uma evolução mais intensa, já que o corpo físico também funciona como instrumento e proteção no processo evolutivo.
Se analisarmos a chamada antropologia esotérica, encontramos a ideia de que a humanidade passou por diferentes fases: inicialmente, períodos em que a existência era apenas espiritual; depois, fases em que passou a vivenciar a experiência material. Entre essas etapas, menciona-se a era da Atlântida, descrita como um período de grande desenvolvimento e harmonia.
Atualmente, estaríamos em uma fase mais avançada desse processo evolutivo.
Dessa forma, a ideia apresentada em Prometheus sobre a origem da vida humana pode ser vista como simbólica e, em alguns aspectos, coincidente com narrativas de determinadas tradições esotéricas.




