Atlântida e Egito Antigo – Sociedades que Foram Avançadíssimas e Felizes

Por: Ryath (Pesquisado e inspirado pelos Mentores Espirituais)
Sabemos que diversas almas migraram para nosso planeta vindas de outros mundos, pois esses locais passaram a abrigar somente seres muito evoluídos espiritualmente, trazendo para a Terra as almas mais atrasadas.
Nosso planeta é, em grande parte, um projeto de luz destinado a ajudar os espíritos menos adiantados a evoluírem. Isso é algo muito bonito. Porém, não é apenas esse o seu propósito, pois os iluminados e as pessoas de bom coração também precisam ampliar sua luz, e nosso planeta também contribui para isso, pois não se esquece de ninguém.
Os antigos egípcios, por meio de sua espiritualidade e da observação do céu, construíram as pirâmides voltadas para o planeta de onde vieram antes de estarem na Terra, chamado Capela pelos espíritas.
O desejo dos egípcios de voltar para Capela era muito grande.
A própria ciência estudou para onde as pirâmides estão apontadas e, para isso, foi necessário calcular a posição do céu na época de sua construção.
É interessante observar que, quando o corpo morre, a alma deixa o corpo. Como as pirâmides são cemitérios, e não templos, e estavam voltadas para Capela, surge a seguinte reflexão: seria essa uma tentativa de facilitar o retorno ao planeta onde viveram anteriormente?
Cada bloco de pedra utilizado na construção das pirâmides pesa entre 2,5 e 80 toneladas. Considerando esse peso, entende-se que seria impossível seres humanos transportarem essas pedras apenas com força física, mesmo em grande quantidade.
As pirâmides foram construídas com magia.
O Egito Antigo utilizava amplamente a magia e possuía técnicas extraordinárias, demonstrando um enorme avanço espiritual.
O Espiritismo ensina que, naquelas épocas distantes, as almas mais elevadas reencarnavam no Egito Antigo e também na Índia.
Os egípcios se destacaram em nosso planeta pela religião e pelo serviço ao bem. Tudo isso era muito avançado para aquela civilização, que recebeu as facilidades proporcionadas pela magia e pelos sistemas iniciáticos.
Porém, essa era gloriosa chegou ao fim quando o ego começou a dominar os faraós e parte de seu povo. O conhecimento mágico passou a ser utilizado para satisfazer interesses egoístas, levando a muitos erros, como o desejo dos faraós de serem maiores do que Deus.
Quando conhecimentos elevados são utilizados para finalidades negativas, acabam se perdendo. Foi assim com a Atlântida e também com o Egito.
Apenas a civilização atlante permaneceu por um período muito mais longo. Naquela época, a realidade do planeta era diferente da atual. Hoje, a Terra ajuda espíritos de menor evolução a crescerem espiritualmente. Antes disso, segundo esta visão, o planeta abrigava seres mais evoluídos, vivendo em um projeto de evolução baseado na felicidade.
Os planetas que recebem seres de maior evolução espiritual são planetas felizes.
Ensina um grande anjo de Deus que a próxima era de nosso planeta, como projeto de evolução na felicidade, será ainda melhor do que a época da Atlântida.
Na época da Atlântida também existiam magos negros. Nem tudo era somente luz.
Muitas pessoas aguardam com esperança esse tempo de maior luz em nosso planeta, para viverem com mais paz e felicidade.
Entretanto, também é importante vivermos o presente e buscarmos ser felizes no lugar onde estamos e nas condições em que vivemos, procurando sempre fazer o bem e construir um bom destino.
Quem pratica o bem conquista o merecimento de receber o bem. Porém, é importante que esse bem não tenha como objetivo principal beneficiar a si mesmo, mas sim ajudar o próximo ou favorecer a evolução espiritual.
A evolução espiritual e a iluminação também são conquistas que dependem do merecimento.
Por isso, não devemos pensar apenas em realizar práticas espirituais para evoluir, mas também em construir merecimento por meio de nossas atitudes.
Seguindo um caminho de bondade e ajudando os outros, também somos beneficiados.
Os planetas felizes são maravilhosos e, por isso, os egípcios desejavam voltar para Capela, pois conservavam alguma lembrança desse lugar.
Entretanto, independentemente de onde estejamos, o mais importante é cultivar a felicidade, mesmo sem todos esses avanços, sejam eles tecnológicos ou ligados à magia.

 

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