Por: Ricardo Chioro
(Parte deste texto é canalizada dos Mestres Ascensos.)
O autoconhecimento na Umbanda ocorre de duas maneiras: uma é por quem atua na religião e evolui fazendo caridade; a outra é pelas pessoas que frequentam a Umbanda e evoluem através das ações dos espíritos, das energias e dos médiuns. Aqueles que trabalham atuando também se beneficiam dessa atuação.
Os espíritos da Umbanda são iniciados que ajudam magicamente os frequentadores, podendo mover energias para beneficiá-los, trazendo autoconhecimento e também dando orientação sobre o que podem transformar em suas vidas. Eles conseguem atingir, quase sempre, as palavras que a pessoa irá compreender e aceitar.
A Umbanda é uma religião que ajuda as pessoas em suas dificuldades e sofrimentos. Essas coisas vêm para trazer aprendizado na vida e, quando aprendemos o que temos que aprender com a dificuldade, o sofrimento vai embora. Esse aprendizado é autoconhecimento.
No dia a dia do frequentador, ele também contará com espíritos que ajudam, atuando em seu psicológico.
Os Caboclos são espíritos que pertencem à raça vermelha. Muitos são espíritos de Incas, Maias, Astecas, entre outros.
A missão dos Caboclos é curar o mental das pessoas. Eles possuem um grande conhecimento da alma humana.
Os Pretos Velhos não são necessariamente nem pretos nem velhos, mas são espíritos que se apresentam dessa forma para mostrar o valor da raça negra, e também porque o velho é o arquétipo da sabedoria. Poucos sabem disso, pois eles são simples e não ficam falando.
A missão dos Pretos Velhos é curar o emocional. Eles possuem um conhecimento muito grande dessa parte.
Eles reencarnaram e participaram de todas as religiões: Wicca, Budismo, Taoísmo, Catolicismo, Confucionismo, Espiritismo etc.
Os Guardiões têm a missão de reconduzir os seres a um caminho de evolução. Eles têm um dom muito grande na ação.
Quem possui preconceito contra a Umbanda desconhece profundamente seus fundamentos. As críticas que fazem contra a Umbanda não têm nada a ver com o que ela é.
A Umbanda não faz sacrifício de animais. Isso é uma prática do Candomblé. Em muitos lugares, misturam Candomblé com Umbanda; em outros, Kardecismo com Umbanda.
Em outros, misturam os três; e, em outros, cultuam a Umbanda de forma pura.
Na Umbanda, usam-se diversos elementos, como ervas e fumos.
O fumo não é para sustentar o vício da entidade. Muito diferente disso, é para que a energia da entidade chegue até a pessoa, positivando-a. Por isso, ela sopra a fumaça do cigarro ou do charuto na cabeça ou no corpo do atendido.
O correto é que não se trague a fumaça: deve-se apenas deixá-la na boca, sem puxá-la para dentro do corpo, apesar de alguns médiuns fumantes fazerem isso.
As entidades não são fumantes.





