Combatendo o Preconceito Contra a Umbanda

Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)
A Umbanda ensina a igualdade entre as religiões, prega a humildade e a simplicidade e, com isso, não fala mal de outras crenças. Porém, o inverso nem sempre é verdadeiro, pois existe muito preconceito e, comumente, pessoas de outras crenças falam mal da religião afro-brasileira que incorpora pretos-velhos, caboclos e muitos outros tipos de entidades.
Muitas pessoas não conhecem os fundamentos da Umbanda, o que ela ensina, como procede e nunca viram um atendimento, mas, infelizmente, deixam-se levar pelo preconceito e falam mal dela.
Já escutei argumentos absurdos sobre a Umbanda, coisas que não têm nada a ver, como dizer que os pretos-velhos acham que são escravos dos homens brancos e, por isso, atuam nessa crença.
Também já escutei que, se morrem negros escravizados de todas as idades, por que apenas os mais velhos aparecem na Umbanda.
Ainda sobre os pretos-velhos, já ouvi que, por terem um corpo de idoso que se move com dificuldades, não seriam seres de bons merecimentos.
Já li sobre pessoas que criticavam as entidades que se manifestam na Umbanda por fumarem, dizendo que seriam viciadas e apegadas ao fumo.
Já escutei muitas outras coisas que nem é necessário repetir aqui, pois já foram abordadas em outros textos. Todos esses argumentos estão equivocados, porque alguns pretos-velhos não são negros, nem velhos, nem passaram pela escravidão e nem são escravos; são, na verdade, líderes de suas falanges de espíritos dedicados a fazer o bem e têm a especialidade de curar o emocional dos seres, o que é um trabalho muito importante, que alivia sofrimentos e auxilia na evolução espiritual.
As entidades da Umbanda não são fumantes, mas utilizam cigarros, charutos e cachimbos para fins energéticos. Afinal, você já viu algum fumante soprar a fumaça na cabeça (chakra coronário) ou em outros pontos do corpo (outros chakras)?
As entidades fazem isso porque utilizam o fumo como meio para transmitir suas energias, que são muito sutis, aos encarnados, que vivem em corpos mais densos.
Justamente o fumo, assim como outros elementos, permite que essa energia nos alcance, pois há uma diferença de densidade entre os espíritos que vivem nos planos mais sutis, como o plano celestial e o mental, e os que vivem no plano físico.
Essa diferença de densidade não permite que energias muito sutis nos atinjam diretamente.
São esses e muitos outros fundamentos que os críticos da Umbanda desconhecem, mas que explicamos em outros textos com mais detalhes.
No entanto, não mudamos a opinião dos outros com raiva diante dos preconceitos ou da visão negativa que difundem sobre a Umbanda. Mudamos, sim, fazendo como os mentores: com amor e bondade, mostrando que nossa religião é algo positivo, praticando a caridade e ajudando as pessoas.
Também combatemos o preconceito compreendendo como ele se forma, entendendo que as pessoas muitas vezes não são culpadas por absorver conteúdos preconceituosos, que são visões equivocadas criadas por outros. Assim, podemos agir com amor e ir transformando, pouco a pouco, esse preconceito.
Outra coisa que podemos fazer para ajudar a Umbanda é falar bem dela. Para isso, devemos lembrar de tudo o que ela já fez de bom por nós, assumir nossa crença, mostrar que ela é algo positivo e argumentar contra os preconceitos.
Todos os nossos textos podem ser reproduzidos.

 

Quem somos - Contato