
Por: Ryath
Quando Deus iniciou o ato da criação de tudo, Ele se dividiu, primeiro, em 64 divindades, cada uma com uma característica de Si.
Assim que Deus se dividiu em 64 partes, refez-Se novamente, permanecendo completo, mas com essas divindades também existindo, pois Ele é onipotente e onipresente.
Cristo, ou Krishna, é uma dessas 64 divindades. Jesus é chamado de Cristo por irradiar essa divindade, sendo esse o seu segundo nome.
Jesus trabalhou na irradiação dessa divindade e, por isso, é considerado um representante dela, sendo chamado por esse nome.
Essa divindade também é conhecida como Divino Trono da Fé, pois irradia continuamente a energia da fé por toda a criação.
Os mistérios que envolvem o nome Krishna na tradição indiana eu não conheço. Sei apenas que esse também é o nome atribuído a essa divindade da fé.
Em cada cultura, essa divindade recebe um nome, uma representação e diferentes formas de humanização ou de expressão mitológica. Entre elas estão: Apolo (grego), Hélios (grego), Brahma (hindu), Rá (egípcio), Oxalá (africano), Varuna (hindu), Surya (hindu), Khnum (egípcio), Brán (celta), Nusku (sumério), Utu (sumério), Shemesh (hebraico), Dagda (celta), Inti (inca), Kinich Ahau (maia) e Baldur (nórdico).
A energia crística é a energia do Divino Trono da Fé, de Cristo. Entretanto, no Esoterismo, seres iluminados também são chamados de crísticos, assim como, no Budismo, os seres iluminados são chamados de Budas. Em ambos os casos, a denominação faz referência aos nomes do fundador do Cristianismo e do fundador do Budismo.
Buda também era um representante do Divino Trono da Fé.
Os seres iluminados que alcançam um elevado grau de evolução podem tornar-se divindades irradiadoras da energia de Deus, da mesma forma que Krishna ou Cristo. Entretanto, suas irradiações não alcançam toda a criação.
Segundo esse entendimento, os iluminados precisam atingir o equivalente a três ascensões, que, para quem conhece a doutrina dos sete corpos, correspondem à transcendência do corpo astral, do mental inferior e do mental superior.
Entretanto, essa é uma caracterização própria dessa filosofia. De qualquer forma, todos nós, por meio de nossa luz, refletindo a luz de Deus, emanamos boas energias.