Por: Ryath (Inspirado pelos Mentores Espirituais e Pesquisado)
O Deus Rá é quase sempre representado por um homem com cabeça de falcão e um disco solar sobre ela.
As informações que temos hoje sobre os deuses estavam escritas nas paredes das pirâmides do Egito.
Nesses escritos, o Deus Rá é apresentado como o deus que dá luz aos outros deuses. Também está associado ao céu e à energia vital.
Energia vital é a energia da vida.
Rá era descrito como o deus da magia, ou como a própria magia.
A magia, segundo a antiga religião egípcia, era o que mantinha tudo funcionando no universo.
O Deus Rá foi cultuado no Egito Antigo por quase 2.000 anos. Ainda hoje, os estudos das religiões místicas e esotéricas também se dedicam ao estudo do panteão egípcio.
O Egito já foi o lugar mais evoluído de nosso planeta, possuindo uma magia extraordinária, até que ela se perdeu quando o ego das pessoas, principalmente o dos faraós, começou a dominar o campo espiritual.
Os faraós desejavam ser maiores do que Deus.
O Deus Rá também era visto como o Deus criador Atum.
Assim como na Umbanda, a primeira divindade, ou Orixá, que começou a criar o mundo foi Oxalá, que também é a divindade representada pelo Sol.
Na criação, Deus, ou Hórus, ou Olorum, foi quem criou as deidades e, somente depois, por Sua vontade, elas passaram a criar todas as coisas, mas nunca sozinhas.
Os deuses vivem dentro de Deus e emanam suas energias para toda a criação, formando, sustentando e transformando tudo o que existe.
Cada divindade de uma cultura ou religião corresponde à mesma divindade em outra crença ou tradição. O que muda são os nomes, as formas de representação, as mitologias e as parábolas que falam delas. Tudo isso são maneiras de representar as mesmas verdades espirituais, adaptadas às culturas que as desenvolveram.
Os conhecimentos espirituais do passado eram preservados por meio de mitologias e parábolas.
As mitologias escondem verdades profundas, e essas verdades compartilhavam as mesmas revelações, apenas apresentadas sob diferentes mitos e parábolas.
Oxalá é o Orixá da fé. Assim, podemos rezar ao Deus Rá e pedir fé para acreditarmos que realizaremos nossos sonhos, vontades e desejos, desde que eles não façam mal a ninguém, pois, do contrário, isso não funciona dessa forma.
Tudo aquilo em que acreditamos se realiza, mas existe um tempo para isso acontecer, que pode ser curto ou longo.
Quanto maior for nossa fé em determinado acontecimento, mais rapidamente ele poderá se realizar.
Além de rezar e pedir fé, também podemos afirmar e determinar que teremos aquilo que desejamos, queremos ou sonhamos, sempre utilizando afirmações positivas, evitando o uso da palavra "não" ou de expressões negativas, pois isso dificulta a realização daquilo que desejamos.
Podemos alcançar a iluminação por meio da fé. Por isso, as divindades equivalentes a Rá em outras culturas, embora possuam mitologias diferentes, são frequentemente associadas à iluminação.
Inclusive, o número de Oxalá é o 1, número ligado à iluminação. Também é o primeiro capítulo do I Ching, que aborda justamente esse tema.
A iluminação é a conquista de uma felicidade imensa, composta por sentimentos maravilhosos que permanecem constantemente conosco, mantendo-nos sempre bem.
Isso é felicidade.
A iluminação era um dos grandes objetivos dos antigos egípcios, que acreditavam que cada reencarnação representava uma nova oportunidade para alcançá-la.
Quando um egípcio não conseguia atingir a iluminação, isso era considerado um fracasso.
Após a morte, os egípcios passavam por um julgamento que determinava se haviam alcançado a iluminação. Caso não a tivessem alcançado, acreditava-se que uma fera os devorava e que, posteriormente, reencarnariam novamente.
Na religião egípcia, buscava-se a iluminação e, durante muito tempo, o Egito foi uma terra extremamente avançada em magia e espiritualidade.
Na Umbanda, Oxalá é sincretizado com Jesus, Buda e muitos outros.
Rá era a divindade que representava, ou era o próprio Sol e, segundo a mitologia, incorporava o poder solar.
Enquanto o Sol brilhava durante o dia, Rá permanecia no céu. Durante a noite, porém, descia ao Submundo, onde era atacado por seres das trevas, incluindo uma serpente que constantemente procurava derrotá-lo.
Todos os dias, Rá vencia essa batalha, juntamente com outros deuses e com almas de pessoas já falecidas.
Segundo a mitologia, essa serpente desejava impedir que o Sol nascesse novamente.
O Deus Rá do Antigo Egito é considerado, segundo a mitologia, uma das mais antigas divindades.
De acordo com as crenças egípcias, Rá foi posteriormente fundido ao Deus Hórus, tornando-se Rá-Horakhty.
Hórus é o nome egípcio para Deus.
Em todas as crenças que possuem deuses, nas mais diversas culturas e religiões, existe sempre um Ser Divino superior a todos os demais. Esse Ser Maior que Tudo é justamente o mesmo Ser que, em nossa cultura cristã, chamamos de Deus. Por isso, não faz sentido separar as religiões entre monoteístas e politeístas.
Todas as religiões politeístas possuem uma divindade suprema que corresponde ao mesmo Deus presente nas demais crenças.
Essa separação entre religiões politeístas e monoteístas ocorre porque a Igreja não deseja a aceitação de outras crenças, por considerá-las semelhantes.
Rá foi o responsável pelo desenvolvimento de diversos deuses que surgiram posteriormente a ele.
Inclusive, a religião do Egito apresenta muitas semelhanças com o Catolicismo. Por isso, os romanos, posteriormente ligados ao Cristianismo, destruíram boa parte das informações que evidenciavam essas semelhanças quando invadiram o Egito.





