Por: Ryath
Apesar de o Dzogchen estar mais associado ao Budismo Esotérico, ele é praticado por budistas de diversas escolas, como o Zen, o Theravada e outras.
O interessante do Dzogchen é que ele é tão antigo que sua origem é desconhecida. Sabe-se que ele é anterior a Sidarta Gautama, o Buda.
O Dzogchen também não é uma prática exclusivamente tibetana; ele é universal, pois, segundo os ensinamentos budistas, também é praticado por seres de outras dimensões.
Na Cosmologia Budista, fala-se da existência de outros mundos e dimensões.
No Dzogchen, não é exigido esforço dos praticantes. Trata-se de um caminho de autoconhecimento, de iluminação e de avanço além dela, alcançando níveis mais profundos do Nirvana.
Muitos ensinamentos do Dzogchen são conhecidos como a Essência do Coração.
A Yoga Primordial, chamada Atiyoga, está ligada aos Tantras de Mahayoga, Anuyoga e Atiyoga, que são três escrituras do Budismo Esotérico.
A Atiyoga significa a evolução espiritual dos seres humanos.
Para o Dzogchen, o humor é algo fundamental e importante, mas não pode ser forçado; deve ser espontâneo. Outro aspecto importante é a clareza e a vivacidade desse método, além de seu estado psicológico voltado ao absoluto.
O foco do Dzogchen é enxergar a natureza pura que existe dentro de nós e vivenciá-la continuamente.
O que importa é o que está dentro, e não o que está fora.
O Dzogchen leva seus ensinamentos para a vida cotidiana, e seu objetivo, além de nos fazer enxergar nossas dificuldades interiores, é vivenciar o aqui e agora e reconhecer nosso ser puro.
Uma crença muito interessante é a de que todos os Budas estão dentro de nós, pois esse seria o seu verdadeiro lugar. Assim, para pedirmos ajuda, podemos olhar para o nosso coração espiritual e escutá-lo por meio de nossas emoções positivas. Desse modo, ele pode nos dar todas as respostas de que queremos ou precisamos.
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