A Manifestação de Espíritos do Egito Ajudando a Humanidade
Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)
O culto aos antigos deuses do Egito e suas mitologias era a base de todos os rituais.
Os antigos egípcios acreditavam na existência de três mundos:
- O Superior.
- O Intermediário.
- O Inferior.
Segundo seus ensinamentos, a alma passava primeiro pelos mundos inferiores e, somente depois, alcançava os superiores.
Os egípcios acreditavam na reencarnação e ensinavam que, quando a alma chegava aos reinos superiores, não precisava mais reencarnar, pois havia atingido o Nirvana.
No misticismo, compreendemos que existem os reinos espirituais astrais inferiores, o mundo físico, o astral superior e o mundo celestial, também chamado de plano mental.
Quando uma alma atinge o Nirvana e está desprovida de corpo físico, ela reside no Plano Celestial ou Mental.
O Livro dos Mortos do Antigo Egito era a obra que reunia os conhecimentos espirituais desse povo. Esse livro trata dos mistérios da vida e da morte.
Segundo esse entendimento, parte desse conhecimento passou para o Taoísmo, uma religião chinesa, bem como para o Budismo, o Hinduísmo, a Cabala, o Druidismo — antiga religião dos celtas, bastante mística, da qual Allan Kardec, segundo essa compreensão, teria participado em vidas passadas — e também para muitas outras tradições espirituais.
Neste site, temos seções dedicadas ao Budismo, ao Espiritismo, à Cabala e ao Taoísmo.
Nossa seção sobre o Budismo é bastante extensa.
A religião egípcia deixou um grande legado para diversas tradições espirituais, pois alcançou um elevado desenvolvimento. Entretanto, segundo esse entendimento, quando esses conhecimentos passaram a ser utilizados para alimentar o ego humano e objetivos inadequados, o avanço espiritual do Egito entrou em declínio.
O Egito foi, durante um período, o principal centro espiritual da Terra, reunindo as almas mais evoluídas do planeta. Posteriormente, essa condição mudou devido ao seu declínio, mas seus conhecimentos não se perderam totalmente, pois foram preservados e absorvidos por outras doutrinas.
Segundo esse entendimento, muitas das almas que viveram no Egito durante essa época de grande desenvolvimento espiritual vieram de uma região do cosmos e, após alcançarem a ascensão, retornaram para esse local. No entanto, muitas delas continuam voltando à Terra para auxiliar a humanidade.
Muitos desses espíritos trabalham em diversas religiões e em diferentes locais espirituais, ajudando onde podem ser úteis.
Segundo esse entendimento, esse povo espiritual desejava retornar ao seu verdadeiro lar, e muitos conseguiram. Ainda assim, continuam vindo à Terra para colaborar com a evolução da humanidade.
Eles retornam para ajudar. Muitos se sensibilizam com o sofrimento humano; outros se encantam com a elevada espiritualidade daqueles que trabalham em benefício do próximo, em completa dedicação.
Existem muitos espíritos que, segundo esse entendimento, atingiram o Nirvana no Antigo Egito e que hoje são amigos da humanidade.
Na Umbanda, muitos espíritos que viveram no Antigo Egito fazem parte da chamada Linha do Oriente.
A Linha do Oriente reúne espíritos que viveram em diversos povos orientais, incluindo chineses, japoneses, tibetanos, hindus, russos e muitos outros.
Na Umbanda ocorre algo considerado muito interessante: é possível conversar com esses espíritos, pois eles incorporam para aconselhar, orientar e ajudar. Paralelamente ao trabalho realizado nessa religião afro-brasileira, também atuam em muitos outros locais do mundo, como templos, centros espirituais, igrejas, escolas espiritualistas e outros ambientes dedicados ao auxílio espiritual.
Segundo esse entendimento, existe um universalismo atuando nos bastidores das religiões e de diversos outros locais, sempre onde os espíritos possam colaborar.
Os locais espirituais possuem uma preparação que permite às almas desencarnadas conduzirem espíritos para auxiliar, curar, orientar e amparar aqueles que necessitam.
O Egito pertence à raça negra, e a Umbanda possui muitas raízes nesse local. Segundo esse entendimento, de lá vieram conhecimentos como os banhos espirituais tão recomendados pelas entidades, além das fulas, dos moçambiques e do povo cigano, que também incorpora nos trabalhos espirituais.
Segundo esse entendimento, o povo cigano veio do Egito. A história tende a afirmar que sua origem está na Índia, que também foi, durante um período, um local de grande elevação espiritual.
Cada Orixá corresponde a um deus egípcio, apresentando nomes, mitologias e formas de representação diferentes, mas sendo, em essência, as mesmas divindades.
Segundo esse entendimento, existem templos egípcios no Plano Espiritual, que continuam ativos no mundo espiritual.
Assim como ocorre na Umbanda, o povo do Antigo Egito também utilizava roupas brancas, o que favorecia muito as cerimônias religiosas.
Segundo esse entendimento, os ritos de iniciação da Umbanda têm origem no Antigo Egito e, nessa religião afro-brasileira, manifestam-se de forma mais simples.
A África preservou, em segredo, muitos dos rituais utilizados no Antigo Egito.
Segundo esse entendimento, muitos dos templos egípcios existentes no Plano Astral estão conectados à Umbanda.





