O René Descartes, a Filosofia Cartesiana, a Alma, a Medicina, o Zen-Budismo e a Psicologia Transpessoal

Por: Ryath (Inspirado pelos Mentores Espirituais e pesquisado)
René Descartes (1596–1650) foi um dos filósofos mais importantes da história, criador do pensamento cartesiano e um dos fundadores da Filosofia Moderna.
O pensamento cartesiano, que é muito importante, vê o ser humano como uma máquina, e essa visão foi amplamente adotada por médicos, que enxergam o corpo humano como uma máquina: onde houver uma falha, é preciso consertá-la.
Esse pensamento apresenta o homem como uma máquina que, quando quebra, morre e acaba, adotando assim uma visão materialista, na qual a alma não existe.
Algumas escolas do Zen-Budismo também adotam esse pensamento, considerando que o homem é uma máquina que precisa de aparelhos para funcionar, que seriam os órgãos e sistemas do corpo físico, e que, quando eles morrem ou deixam de funcionar, a vida acaba.
Existem escolas do Zen que acreditam em vida após a morte, mas algumas poucas não acreditam.
Temos que ter cuidado ao adotar o pensamento mecanicista, segundo o qual o homem é apenas uma máquina, pois, ao transmitir essa visão adiante, podemos machucar outras pessoas. A crença na vida após a morte traz conforto, tanto por saber que continuaremos vivendo quanto por compreender que a vida não é em vão, que existe um sentido e um objetivo para ela: ganharmos autoconhecimento e, com isso, melhorarmos eternamente nossa felicidade.
Saber que as pessoas que amamos continuam vivas após a morte também é um grande conforto.
O homem é uma máquina sob um determinado ponto de vista, até porque pode ser uma máquina dirigida por uma alma.
O corpo é como um carro, que possui sua mecânica. Quando ele quebra, a alma pode adquirir outro carro, ou seja, obter outro corpo em uma nova encarnação.
Voltando à medicina, que adotou o pensamento cartesiano mecanicista, o corpo quebra como um carro, mas é consertado pelos mecânicos do corpo físico, chamados médicos.
Os médicos que aceitaram o pensamento cartesiano como uma realidade muitas vezes se esquecem, ou não desejam considerar, que René Descartes, em sua filosofia, abordava Deus e a alma.
Para René Descartes, a mente não ocupa um espaço físico, mas o corpo sim. Isso se parece muito com a Psicologia Transpessoal, que ensina que a consciência é uma energia, e que a energia nunca se perde, continuando a existir mesmo após a morte do corpo físico.
Para a Psicologia Transpessoal e para a Física Quântica, a energia nunca se acaba, mas sofre transformações.
Tudo é feito de energia, e a matéria seria energia em um estado muito condensado.
Assim, existe aquele ditado das ciências que aprendemos na escola: "Na natureza nada se perde, tudo se transforma."
Para René Descartes, a mente não é física, mas influencia um corpo físico.
Na Filosofia Cartesiana existe uma interação entre corpo e mente, sendo a mente quem controla o corpo.
Segundo René Descartes, a glândula pineal seria o local por onde o corpo recebe a influência da mente.
O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, psiquiatra espírita e pesquisador, constatou em suas pesquisas que os médiuns possuem cristais na glândula pineal. Ele teria ficado impressionado com o que Descartes ensinou sobre essa parte do corpo humano, que intermedeia a relação entre o corpo e a alma.
A mediunidade é o fenômeno no qual não apenas a própria alma interage com o corpo, mas também outras almas podem fazê-lo.
Existem muitas provas ou evidências de que existe vida após a morte, com pesquisas e testes realizados por médicos e outros cientistas. Veja nossa seção: Ciência, Religião, Provas e Evidências.
Segundo essa perspectiva, ao analisar essas pesquisas, torna-se impossível afirmar que a alma e a vida após a morte não existem.
Existem muitas evidências, apresentadas em pesquisas, que mostram a continuidade da vida após a morte, e nenhuma que mostraria o contrário.
Muitas vezes apresentam a ciência como sendo contrária ao espiritual, mas isso seria uma mentira, uma invenção ou uma manipulação de informações, pois o mundo é assim, cheio de manipulações da verdade motivadas por interesses próprios.
Por isso, nosso mundo material seria cheio de ilusões, em razão de pessoas manipuladoras que utilizam a mentira.

 

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