Além do Inconsciente Pessoal e Coletivo – O Transpessoal

Por: Ryath
1 – O Inconsciente Pessoal
Você sabia que tudo o que vivenciamos fica guardado no consciente, que é a região da mente da qual temos consciência, e no inconsciente, que é a região da mente à qual não temos acesso? Esse é o inconsciente pessoal. Além dele, existe o inconsciente coletivo, tratado na psicologia de Carl Gustav Jung, e existe ainda um inconsciente que vai ainda mais além, que é o inconsciente transpessoal.
A consciência pessoal aumenta à medida que obtemos autoconhecimento, que é quando os conteúdos do inconsciente passam a ficar acessíveis à consciência, deixam de ser inconscientes e passam a ser conscientes.


2 – O Inconsciente Coletivo
O inconsciente coletivo é, segundo Jung, uma herança genética não consciente compartilhada por toda a humanidade, que se manifesta por meio de mitos e símbolos que as pessoas descrevem ou produzem.


3 – O Inconsciente Transpessoal
O inconsciente transpessoal tem a ver com a transcendência, mas ainda é uma parte da qual não temos consciência.
O inconsciente transpessoal está ligado a tudo e a todos e tem relação com o espiritual.
Nossa inconsciência não se restringe somente a nós mesmos; estamos conectados a tudo, embora, por causa do nosso ego, não percebamos isso.


4 – As Descobertas Inconscientes
O inconsciente pessoal foi descoberto por Sigmund Freud e também reside no conceito dos arquivos akáshicos pessoais, que faz parte do espiritualismo.
Ou seja, tudo o que passamos fica em nossa mente, nos nossos arquivos akáshicos, mas pouca coisa permanece no consciente.
De acordo com a Psicologia Transpessoal, a identidade vai além de si mesma e engloba também aspectos da humanidade, da vida e do cosmos. Isso é muito profundo.


5 – A Transcendência
Nosso ego impede que percebamos e sintamos essa conexão com o todo; por isso, ela opera de forma inconsciente.
O inconsciente transpessoal, segundo a Psicologia Transpessoal, é fonte de intuições e de experiências em que nos sentimos unidos a tudo.
Podemos, em certos momentos, por meio de práticas espirituais ou de estados de consciência profunda, romper as barreiras do ego e nos sentirmos unidos a tudo, em plenitude; porém, depois voltamos ao estado normal de consciência do ego.
Podemos também transcender o ego permanentemente, para vivenciarmos a conexão com o todo o tempo todo, e muitas filosofias religiosas têm um nome para isso, como iluminação, samadhi, nirvana, ascensão, santidade, união com Deus, moksha, união com o Tao, imortalidade, maestria na luz, etc.
Essa conexão é fonte de sentimentos de plenitude e êxtase; por isso, vale a pena senti-la.
O autoconhecimento que leva à transcendência do ego, pouco a pouco, ocorre quando vamos trazendo traumas, percepções subliminares, memórias, sentimentos e pensamentos reprimidos do inconsciente para o consciente.
Esse autoconhecimento está dentro do campo do inconsciente estudado por Freud, mas não abrange todos os arquivos akáshicos pessoais.
Podemos conseguir isso em uma só vida, e é o que buscam diversas religiões, como o budismo, a yoga, o hinduísmo, a umbanda (para quem busca isso dentro dela) e o esoterismo, entre outras.
Aqui no site também temos práticas para isso, como a Lei da Atração, a conexão emocional e outras práticas, utilizando mandalas, cristais, incensos, meditações guiadas etc., tudo de forma gratuita e no conforto da sua casa. Na frente do computador, você se instrui e pratica — mas é preciso praticar para conseguir.
Veja abaixo nossa seção para sua plenitude.

 

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