Por: Ryath (Inspirado pelos Mentores Espirituais e pesquisado)
No Antigo Egito, um local cheio de magia, para aprender essa arte e ser considerado um iniciado era preciso passar por testes. Esses testes visavam avaliar se a pessoa era boa ou ruim.
Uma pessoa boa poderia ser um iniciado, mas uma pessoa ruim não.
Entre os testes, o candidato à iniciação era deixado em um quarto, na câmara do templo, durante três noites, em jejum e vestindo roupa branca. Quando esse período terminasse e a porta fosse aberta, ele deveria apresentar uma senha.
Essa senha era obtida por meio da Viagem Astral, também conhecida, no Espiritismo, como desdobramento.
Para receber essa senha, o Plano Espiritual tinha que considerar a pessoa digna. Eram formas de proteção para que a magia fosse encaminhada por boas pessoas.
Sair do corpo demonstra que a vida não está no corpo, mas sim na alma. Assim, uma boa parcela do medo da morte desaparece quando temos a prova de que o mundo espiritual existe.
A senha poderia ser um símbolo, um mantra ou alguma informação que o mestre conhecia, para demonstrar que o discípulo poderia aprender técnicas espirituais de manipulação de energia.
É sempre muito importante que a magia seja utilizada por pessoas boas, para que ela não seja usada para fazer o mal. Além de isso poder trazer karmas ruins, também coloca em risco a própria técnica de manipulação de energia utilizada para o mal, pois, se o Plano Espiritual decidir fechá-la, a técnica deixa de funcionar. Segundo esse entendimento, foi isso que ocorreu na época da Atlântida, quando foram perdidos os avanços mágicos e tecnológicos.
No Egito também se perdeu todo o avanço mágico conquistado, pois começaram a utilizar a religião e a manipulação de energia a serviço do ego.
As almas mais elevadas do nosso planeta nasciam no Egito, antes de a magia desse local se perder.
É importante que, ao trabalharmos a espiritualidade, também trabalhemos a humildade e a simplicidade, pois o oposto disso, o orgulho e a vaidade, trava nossa evolução espiritual.
Para evoluirmos bem dentro de uma religião, é importante cultivarmos a humildade e a simplicidade.
A magia do Antigo Egito não provinha do mago, mas sim de Hórus, que é Deus. Assim, podemos nos manter humildes, sabendo que o poder não é nosso, mas da maior deidade, aquela que construiu tudo, inclusive os outros deuses.
Na queda do Alto Egito, que era repleto de magia e recursos espirituais, o que ocorreu foi que os faraós desejaram ser mais do que Deus ou do que os deuses, e isso representa um orgulho e uma vaidade enormes.
O ego tomou conta, e as técnicas de magia foram perdidas. Segundo esse entendimento, isso ocorre em diversos planetas.
A mãe dos iniciados era Ísis, a Deusa do amor. Daí a importância de utilizarmos os recursos da magia de maneira construtiva, para permanecermos sempre bem-intencionados, pois o amor é a bondade.





