Jesus, Filho de Xangô, e seus Ensinamentos sobre a Justiça

Por: Ryath
Apesar de Jesus sincretizar como Oxalá, seu Orixá ancestral é Xangô, divindade da Justiça.
Jesus sincretiza com Oxalá, pois Ele foi escolhido por Oxalá para realizar um trabalho dentro da fé e, por vezes, fez isso em nosso planeta, como muitos missionários.
Certa vez, em um site de uma escola de mistério, ouvi dizer que Buda foi Jesus — e não é que eles estavam certos?!
Coisa que não se escuta por aí.
Jesus chamava as pessoas boas de justas, pois se importam com o que é justo e bom; então, tendem à justiça, e isso tem tudo a ver com seu Orixá ancestral.
Para Jesus, a justiça vai além da legalidade da lei dos homens, estando ligada ao amor, à misericórdia, à caridade — ou seja, ao cuidado com o outro — e, principalmente, à transformação interior.
Jesus falava de uma justiça alinhada com o coração e com Deus.
Bom, Deus está em nosso coração.
A justiça é inseparável do coração para Jesus. Para Ele, o julgar deve ser feito com discernimento e sem preconceitos, como fez com o cobrador de impostos, o bom ladrão na cruz e Maria Madalena, por exemplo.
Jesus pregava uma justiça sem vingança, jamais; ou seja, pregava o perdão — algo que o mundo tende a nos influenciar a não fazer, quando, na verdade, deveria ser o que fazemos, pois é o melhor para nós e para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos, pois nos liberta de emoções prejudiciais, que podem ser até mesmo cancerígenas. Além disso, limpa nosso emocional — algo que podemos nem perceber —, mas nos faz sentir melhor e nos transforma para melhor ao perdoar; ou seja, evoluímos espiritualmente.
Jesus também ensinou a dar amor a quem não nos retribui.
Jesus é o guia e modelo; lembre-se de quando Ele pediu a Deus que perdoasse aqueles que o haviam crucificado.
Fiquem com luz
Seres de luz

 

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