A Incrível Pesquisa de João Alberto Fiorini de Oliveira sobre Reencarnação e Impressão Digital

Por: Ryath

Em pesquisas passadas, investigavam-se as lembranças que outras pessoas tinham, em geral, crianças pequenas, e procurava-se confirmar essas lembranças por meio de investigações.

Nessas pesquisas anteriores, encontraram uma relação entre marcas de nascença e as feridas que teriam causado a morte da pessoa em sua vida anterior.

Abordando dessa forma, essas pesquisas podem não parecer grande coisa, mas temos textos sobre elas que você pode consultar e que mostram que elas realmente provam a reencarnação.

João Alberto Fiorini quis ir mais longe ainda.

João Alberto Fiorini de Oliveira, delegado-chefe da Delegacia de Investigação Criminal do Paraná e especialista em impressões digitais, desenvolve uma pesquisa sobre reencarnação.

João Alberto Fiorini de Oliveira, através de relatos de pessoas que se lembram de suas vidas passadas, investiga os casos e procura chegar, por algum meio, à outra vida da qual a pessoa se lembrou. Depois, compara as impressões digitais.

Geralmente, essas lembranças são muito mais fáceis de serem obtidas por crianças.

É interessante que até mesmo as impressões digitais de gêmeos idênticos não são idênticas. Antes dessa pesquisa, pensava-se que não existia nenhuma impressão digital igual a outra.

O Início das Pesquisas

João Fiorini iniciou suas pesquisas através de uma matéria de Carlos Bernardo Loureiro, escrita em 1935, sobre um menino que tinha a mesma impressão digital que um homem já falecido.

Carlos Bernardo Loureiro foi um grande estudioso do assunto na época, e Fiorini acreditou na matéria dele.

João Fiorini, então, passou a pesquisar para verificar se encontrava duas digitais iguais em todas as obras que conseguia, tanto brasileiras quanto internacionais.

A Pesquisa

João Alberto Fiorini de Oliveira, através de relatos pesquisados pelo Dr. Hernani Guimarães Andrade, considerado pelo delegado investigador um dos maiores pesquisadores sobre reencarnação e presidente do Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas, em Bauru, São Paulo, realizou sua pesquisa para comparar impressões digitais de crianças com as de pessoas já falecidas.

O Dr. Hernani Guimarães Andrade coletava relatos de crianças, geralmente de 2 a 4 anos, que afirmavam ter vivido outra vida, em outro lugar, e ia pesquisar se essas vidas realmente haviam acontecido.

João Fiorini pesquisou as digitais dessas crianças e as comparou com as da pessoa cuja vida passada elas relatavam. O Dr. Hernani Andrade pesquisava essa suposta vida passada, comparando as informações fornecidas pelas crianças com a biografia da pessoa falecida. Porém, por razões éticas, não podia divulgar os nomes dessas pessoas.

Então, participando de um programa de TV via satélite, João Fiorini pediu às mães cujos filhos se lembrassem de vidas passadas que entrassem em contato com ele. Ele recebeu muitas cartas por causa desse pedido.

João Fiorini descobriu que era necessário pegar a impressão digital da criança enquanto ela ainda era pequena, pois, depois, desapareciam evidências que poderiam demonstrar outras vidas.

Conclusões da Pesquisa

As conclusões da pesquisa de Fiorini são de que, quando o período de encarnação é curto, ou seja, quando o espírito demora pouco tempo para encarnar novamente, a criança tem uma digital idêntica à do falecido de quem ela se lembra em outra vida.

Apesar de as pesquisas de Fiorini não terem obtido provas, as pesquisas sobre reencarnação, ao meu ver, têm, sim. Veja nossa seção de Ciência e Religião, logo no final da página.

Existem pesquisas com tomografias de pessoas enquanto elas se recordam de vidas passadas, e as áreas da mente que estão em atividade são as relacionadas à memória, e não à imaginação.

Além disso, nas pesquisas que procuram averiguar as vidas anteriores relatadas por crianças, os relatos coincidem, inclusive em detalhes sobre a hora da morte e momentos da vida, quando as famílias dos falecidos são entrevistadas e as crianças relatam suas lembranças.

Seria um grande passo se as pesquisas de Fiorini fossem comprovadas, pois elas trazem elementos muito palpáveis. Além disso, isso ocorreria no Brasil, meu país.

Alguns Estudos e Conclusões Também

Fiorini encontrou um estudo na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto que explicava traços genéticos das impressões digitais. Em certas linhas, apontavam-se determinadas características físicas, mas nem todos esses traços eram explicados; alguns permaneciam sem explicação.

Em uma pesquisa na Inglaterra, João Fiorini verificou que homossexuais tinham características femininas no polegar esquerdo, com tipos de linhas que são encontrados em mulheres.

João Alberto Fiorini de Oliveira comprovou que travestis não tinham, em suas digitais, uma linha chamada verticilo, que é comum nos homens.

Também percebeu que certas criminosas, que deveriam apresentar um tipo de linha chamado presilha, não a tinham.

E percebeu que essas mulheres tinham verticilos, que eram uma característica masculina. Isso mudou totalmente sua visão, fazendo-o dar atenção para aquilo que outros cientistas não haviam observado.

João Fiorini acredita que esses traços masculinos ou femininos nos dedos das mãos dessas pessoas se devam a uma encarnação passada, na qual elas eram do sexo oposto.

Ajuda na Pesquisa

É importante divulgar essa pesquisa para que mais especialistas se interessem em pesquisá-la, assim como para que mais pais possam ajudar os pesquisadores.

Nosso texto pode ser divulgado em qualquer meio de comunicação, sem alterações.

 

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