Por: Ryath
Baseado nas observações de Jung, o fundador da Psicologia Analítica ou Junguiana e descobridor do inconsciente coletivo, encontramos explicações para compreender que a psique, aquilo que somos por dentro, continua existindo após a morte.
Para Jung, partes de nossa consciência continuam existindo de uma forma que transcende a matéria.
Para Jung, o inconsciente, que é a porção da mente que não percebemos, não está totalmente confinado aos limites de tempo e espaço. Além disso, essa parte mental não reconhece o fim da vida.
Tratando psicologicamente pacientes terminais, Jung percebeu que o inconsciente não registra um fim da existência, da vida, e isso faz parte de nossa natureza, do que somos e de como somos.
Jung percebeu que os símbolos e os sonhos das pessoas que estão próximas da morte apontam para a continuação da vida, mesmo após a morte.
Em 1944, Jung sofreu um ataque cardíaco e teve uma experiência na qual se viu flutuar no espaço. Viu o planeta Terra de longe e viu-se entrando em um templo dentro de um bloco de pedra que também flutuava. Também via sua vida como uma grande matriz histórica, que ele nunca havia percebido antes.
E sabemos hoje que Jung faz parte das grandes descobertas humanas.
Em sua recuperação no hospital, Jung se sentia deprimido e fraco durante o dia, talvez devido à sua fragilidade e ao que havia passado, mas tinha sentimentos de êxtase profundo, além de visões que lhe deram coragem para formular suas teorias mais originais.





