Como Funciona a Mediunidade, a Paranormalidade, a Astrologia e o Autoconhecimento
Por: Ryath (Pesquisado, mas também inspirado por Marcelinho)
A Percepção e a Consciência
Assim como a visão, a audição, o tato, o paladar etc. fazem parte dos sentidos com os quais os seres vivos percebem o mundo, a mediunidade e a paranormalidade também são sentidos perceptivos.
Nós temos células captadoras de estímulos externos, como as células do tato e as células da retina, que nos proporcionam a visão.
Essas células captam as informações, e nossos nervos levam essas informações, na forma de impulsos elétricos, para o nosso cérebro, em uma velocidade imensa.
Tudo o que percebemos fica guardado em nosso inconsciente, nos nossos Arquivos Akáshicos.
O que lembramos e sabemos fica na parte consciente de nossa mente, mas o que não lembramos fica na parte inconsciente, que está dentro de nós mesmos.
Nós percebemos tudo o que nos rodeia: todas as imagens que nossos olhos captam, tudo o que nossa pele sente e, indo mais fundo ainda, também captamos as mentiras que nos contam, as manipulações e, exatamente, tudo o que acontece ao nosso redor.
É por esse motivo que um mentiroso uma hora é descoberto, pois uma coisa que estava em nosso inconsciente vai para o nosso consciente. E isso faz parte de nossa tomada de consciência das coisas.
A nossa percepção é algo realmente incrível.
A Ciência e a Glândula Pineal
Existe um grande pesquisador da glândula pineal, o psiquiatra Sérgio Felipe de Oliveira, que traz muitas informações sobre o assunto. Ele possui formação médica e mestrado em Ciências pela USP, tendo estudado a estrutura da glândula pineal.
Os seres humanos e os animais têm glândula pineal, que, segundo a visão apresentada pelo Dr. Sérgio Felipe, participa dos processos de percepção e está relacionada à captação de informações eletromagnéticas. Ele também afirma que a pineal participa dos processos migratórios dos animais por sua sensibilidade ao campo magnético.
Em animais, como explica o Dr. Sérgio Felipe, como os camundongos, a pineal possui células semelhantes às da retina e participa de processos relacionados à percepção da luz.
A glândula pineal é sensível à luz e ao campo magnético. Como ensina o Dr. Sérgio Felipe, ela também está relacionada às estruturas astrofísicas e geofísicas.
Um pássaro, como ensina o Dr. Sérgio Felipe, migra pelo eixo magnético de nosso planeta e consegue fazer isso por causa da sensibilidade ao campo magnético.
Assim como uma bússola detecta o eixo magnético do planeta, os pássaros também conseguem perceber esse campo.
A glândula pineal, como explica o Dr. Sérgio Felipe, também capta influências relacionadas à Lua. Segundo ele, a Lua participa da regulação dos ciclos reprodutivos, enquanto o Sol está relacionado aos ciclos circadianos.
A Lua influencia nosso planeta com sua gravidade.
A glândula pineal é regida pelo Sol e pela Lua, sendo que o ciclo reprodutivo é lunar.
A Percepção Energética e o Inconsciente
As pessoas têm um campo eletromagnético, que é a nossa aura.
O órgão que capta, justamente, a energia eletromagnética é a pineal.
Quando uma pessoa está perto de nós, sua aura encosta na nossa, e aí podemos ter percepções sobre essa pessoa, que geralmente ficam em nível inconsciente. Sendo assim, é através desse sistema que podemos detectar a falsidade, as mentiras, as verdades e muito mais.
Esse é um dos meios pelos quais podemos chegar à verdade, que está ligada ao nosso autoconhecimento. Assim, podemos notar que se trata de algo muito complexo, mas que dá para entender.
Além da energia eletromagnética, percebemos a postura, as expressões faciais, o tom da fala e outros sinais, que também ficam em nível inconsciente e trazem informações sobre as pessoas.
Os psicólogos são treinados para analisar esses sinais físicos que as pessoas emitem, percebendo se estão mentindo ou falando a verdade, se estão tensas, sofrendo, felizes etc. Dessa forma, podem ajudar essas pessoas de diversas maneiras.
O Espiritual e a Astrologia
Quem capta o mundo espiritual é a glândula pineal, pois ela traz uma sensibilidade magnética.
Sendo que a glândula pineal capta o que está no céu, como o Sol e a Lua, então, como ensina o Dr. Sérgio Felipe, o céu é que organiza a natureza. A natureza se coordena pelo ritmo astrobiológico.
Isso significa que os astros, o céu, aquilo que está em cima, coordenam nosso organismo biológico, assim como nosso psiquismo. Talvez isso explique a Astrologia, que nos influencia em quem somos e no que nos acontece.
O campo magnético transita onde não existe matéria, e ele se relaciona com o que é material e com o que não é material.
Os aparelhos eletrônicos possuem energia eletromagnética. Então, quando conversamos com alguém por celular, podemos sentir as emoções dessa pessoa, e tudo fica registrado em nosso inconsciente ou consciente.
Somos Seres Espirituais
Mas é importante que se diga que o cérebro não é a mente: ele capta a mente, mas não é ela.
O cérebro intermedeia o espiritual, no qual está contida a mente, e intermedeia o mundo físico em que vivemos.
Nós detectamos o espiritual pela energia eletromagnética, e o cérebro é um sistema elétrico.
As células cerebrais são condutoras de eletricidade.
E, como dissemos, esse sistema é captado perceptivamente pela glândula pineal.
Certa vez, vi uma matéria científica que dizia existirem evidências de que nosso DNA é alienígena, e isso vai ao encontro de revelações mediúnicas.
Segundo os espiritualistas, primeiramente só vivíamos no mundo espiritual de nosso planeta. Porém, quando um casal de alienígenas veio para a Terra e procriou, tornou-se possível para os espíritos que vivem aqui terem experiências no mundo material.
Um filósofo no YouTube fez uma palestra dizendo que nós não somos como os animais que vivem aqui, que possuem presas para caçar e se alimentar. Nós tivemos que construir nossas próprias armas para caçar e nos alimentar, além de construir abrigos e nos refugiar em cavernas. Ele falou outras coisas de que não me lembro, mas isso fica interessante para ilustrarmos aqui.
Assim sendo, somos espíritos vivendo uma experiência material, e não seres materiais vivendo uma experiência física.





