Mistérios do Egito – Não Era Possível Carregar as Pedras que Pesavam Toneladas para Fazer as Pirâmides

Por: Ryath (Inspirado por Senhor da Luz Prateada)
Vemos, por meio de diversos argumentos, que, em uma época tão primitiva, não seria possível explicar a construção das pirâmides apenas pelos conhecimentos científicos atualmente apresentados.
Costuma-se dizer que as pedras das pirâmides eram transportadas rolando sobre troncos de árvores e puxadas por cipós, sendo esse trabalho realizado por escravos do povo egípcio.
Entretanto, cipós não nascem nos desertos, que são justamente as regiões onde se encontram as pirâmides. Além disso, as pedras utilizadas em sua construção pesam entre duas e oitenta toneladas. Será que troncos de árvores suportariam pesos de duas a oitenta toneladas? Ou que cipós teriam resistência suficiente para puxar esse peso?
Também é difícil imaginar que seres humanos de uma época em que não existiam musculação, suplementos ou outros recursos modernos de fortalecimento físico conseguissem movimentar pedras tão pesadas. Mesmo atualmente, seria extremamente difícil para uma pessoa mover uma tonelada apenas com a própria força.
Ainda que houvesse muitos escravos, eles precisariam percorrer grandes distâncias para buscar tanto as pedras quanto os materiais utilizados no transporte. Isso, segundo essa interpretação, demonstra o quanto essa explicação seria improvável.
São explicações como essas que muitos ateus utilizam para defender que a mediunidade não existe, desqualificando também as experiências de quase morte (EQMs), que, segundo diversas pesquisas espiritualistas, indicariam a continuidade da vida após a morte. Da mesma forma, existem pesquisas e relatos sobre a reencarnação que, nessa visão, também acabam sendo desconsiderados por argumentos considerados sem lógica.
Muitas pessoas procuram formular explicações para determinados fenômenos, mas, por vezes, essas explicações apresentam falhas de lógica. Segundo esta interpretação, é isso que acontece com muitos posicionamentos céticos e ateus.
Assim, essas explicações aparentemente científicas não seriam ciência propriamente dita, mas, no máximo, interpretações filosóficas com limitações.
Cada pessoa decide em que acreditar. Mesmo quando são apresentados argumentos em favor da existência de algo além da matéria, ainda pode haver negação ou resistência em aceitar essa possibilidade.
Cada um possui o livre-arbítrio para escolher suas crenças. Entretanto, segundo esta visão, algumas pessoas utilizam esse livre-arbítrio para desacreditar a espiritualidade por meio de argumentos considerados ilógicos.
A explicação espiritual apresentada neste estudo é que as pirâmides do Egito foram construídas por meio da magia.
Allan Kardec foi, inicialmente, cético e ateísta. Em um primeiro momento, aceitou as explicações comuns sobre o Egito. No entanto, com sinceridade, pesquisou a mediunidade e os fenômenos espirituais, chegando à conclusão de que eles existiam. Ainda assim, não apresentou uma explicação espiritual para a construção das pirâmides. Isso não ocorreu por má intenção, mas porque, tendo sido cientista e cético durante parte de sua vida, simplesmente não aprofundou essa reflexão sobre o Egito. Isso é compreensível, pois ninguém é perfeito, exceto Deus.
Chico Xavier explicou que, após a época da Atlântida, as regiões espiritualmente mais elevadas de nosso planeta passaram a ser o Egito e a Índia.
Diversas correntes espiritualistas afirmam que essas civilizações foram grandes praticantes da magia e que, por meio dela, realizaram acontecimentos que hoje são considerados inexplicáveis.
O Egito Antigo entrou em declínio porque a magia passou a ser utilizada de forma egoísta, principalmente pelos faraós. Assim, grande parte desse conhecimento se perdeu.
Já a Índia preservou muitas dessas práticas, como os mudras, os mantras, as mandalas, os ásanas e muitos outros sistemas espirituais, que ainda permanecem bastante reservados.
Uma dessas práticas é o chamado viver de luz, ou viver de prána.
Segundo relatos sobre a vida de Buda, durante um período de aproximadamente seis anos ele sobreviveu alimentando-se apenas de um grão de arroz por dia, conseguindo permanecer vivo porque vivia da energia da luz.
Posteriormente, Buda concluiu que essa não era uma boa prática e voltou a se alimentar normalmente para recuperar as forças necessárias para atingir a iluminação.
Buda viveu na Índia.
Fiquem com luz.
Seres de Luz.

 

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