Religiões Monoteístas, Politeístas e os Orixás que Estão por Trás de Tudo

Por: Ryath

Esses dias, na internet, li que a Umbanda é uma religião monoteísta que cultua divindades que não são deuses concorrentes, mas sim consciências vivas, irradiações ou qualidades divinas de Deus, que manifestam as forças da natureza e que são reverenciadas, mas não adoradas como deuses independentes do Criador.

Tudo faz parte do Criador, que é Deus, que fez tudo, inclusive as divindades, e fez tudo com o que existe Nele.

As pessoas conhecem o sincretismo da Umbanda com os santos católicos, que não são divindades. Mas o que as pessoas não sabem é que as divindades umbandistas, os divinos Orixás, podem fazer sincretismo com quaisquer divindades de qualquer cultura ou religião, ou com os iluminados da chamada Grande Fraternidade Branca ou do Budismo.

Isso porque essas forças que a Umbanda cultua como divindades, o Catolicismo cultua dentro da simbologia dos santos, assim como o Budismo cultua por trás da simbologia dos Budas ou iluminados, que podem ser cultuados também através dos iluminados da Grande Fraternidade Branca, assim como dos Arcanjos conhecidos.

Ao mesmo tempo em que a mesma força, irradiação ou divindade de Deus que é cultuada na Umbanda, chamada de Ogum, no Catolicismo é cultuada através da imagem de São Jorge, São Miguel e outros santos, assim como através do deus Ares, na Grécia Antiga; Odin, na mitologia nórdica, que é confundido com o próprio Criador por ser o chefe dos deuses; assim como Indra (hindu), Vayu (hindu), Vishnu (hindu), Ganesha (hindu), Ares (grego), Kartikeya (hindu), Tvashtri (hindu), Lugh (celta), Gushkin-Bea, Peanigara, Resheph (sírio), Zababa, Ninurta (sumério), Liu Pei, Kwan Kun (chinês), Marishiten (japonês) e Huitzilopochtli (asteca).

Os Budas Dharmapalas também representam a linha de Ogum no Budismo Esotérico, pois são iluminados que trabalham na proteção, assim como Vishnu é o protetor ou preservador.

O Buda Sidarta Gautama e Jesus, assim como Oxalá da Umbanda, e também Apolo (grego), Hélios (grego), Brahma (hindu), Rá (egípcio), Oxalá (africano), Varuna (hindu), Surya (hindu), Khnum (egípcio), Brán (celta), Nusku (sumério), Utu (sumério), Shemesh (hebraico), Dagda (celta), Inti (inca), Kinich Ahau (maia) e Baldur (nórdico) representam a mesma força, divindade ou irradiação divina, que é a irradiação da fé.

Faz tudo parte de um conhecimento muito grande e complexo, pois envolve todas as crenças.

No fundo, cultuamos o mesmo Deus com as mesmas forças divinas, seja qual for a religião. E essa divisão entre religiões teístas e não teístas veio através de manipulações das religiões, para fazerem parecer ruins as crenças que cultuam divindades, para não perderem adeptos para essas outras crenças.

A mesma força que é cultuada como Jesus no Catolicismo é cultuada como Dagda na cultura celta, visto como paganismo, uma coisa pejorativa e ruim.

Existe uma grande história por trás disso, com coisas ocultas e manipulações de poder, com mentiras que entraram na Bíblia, um livro visto como inquestionável em tudo, mas que mostra o nosso planeta Terra com arcos em volta dele, que giram, com o Sol grudado, as estrelas e a Lua girando em volta da Terra, movendo o Sol, a Lua e as estrelas ao nosso redor.

Foi por essas e outras que a religião foi contra a ciência, que mostrava um mundo diferente disso, assim como outras religiões também não convinham a elas, pois iam contra o seu poder.

Na história da humanidade, existem, nos sistemas de poder, quase sempre manipulações feitas pelo ego humano, que sempre busca o poder e o lucro.

Nós somos manipulados e brigamos pelo poder dos outros, seja das religiões ou de outros sistemas.

Mas o importante de tudo é que, apesar de tudo, todos são ajudados, pois a força divina está nas religiões. E, se assim não fosse, o plano espiritual já teria exterminado as religiões que não seguem esse padrão, pois se tornariam inúteis ou ruins.

 

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