O Avanço nos Resultados das Pesquisas de EQMs Evidenciam Ainda Mais o Fenômeno

Por: Ryath
Texto escrito em 29/06/2026

As pesquisas recentes sobre EQMs vêm mostrando cada vez mais que elas são reais. Se antes já era difícil, ou até impossível, afirmar que essas experiências não envolvem vivências realmente fora do corpo físico, agora isso se torna ainda mais difícil, uma vez que, desde as primeiras pesquisas, diversos fatos observados por pacientes ressuscitados fora de seus corpos, em outros ambientes por onde afirmam ter passado, puderam ser posteriormente confirmados.
As EQMs não devem ser tratadas como distúrbios psíquicos. Por isso, o periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ) passou a recomendar que médicos acolham os relatos dessas experiências sem julgamentos.
Pesquisadores das EQMs utilizam a Escala MEQ/AMC para demonstrar que os relatos deixados por pacientes que passaram por essas experiências são mais vívidos e estáveis do que memórias comuns ou fantasias, não sofrendo alterações significativas com o passar das décadas, o que consolida a credibilidade do fenômeno.
O NUPES-UFJF lidera estudos focados em subconjuntos de EQMs, nos quais pacientes relatam fatos precisos ocorridos ao seu redor durante essas experiências, fatos que foram posteriormente comprovados, fortalecendo ainda mais as evidências do fenômeno.
Também foi divulgado pelo jornal O Globo um estudo de cientistas da UVA, que contesta o que muitos cientistas materialistas afirmam: que essas vivências extracorpóreas seriam apenas alucinações provocadas pela falta de oxigênio no cérebro. Segundo essas pesquisas, essa hipótese ainda deixa importantes lacunas sem resposta, pois a consciência relatada muitas vezes ocorre durante reduções globais severas da atividade cerebral. Além disso, existem relatos de pessoas que afirmam ter ido a outros ambientes durante essas experiências e descrito fatos e objetos que posteriormente foram confirmados.

 

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